{"title":"THE OBLIGATION TO OBEY THE LAW IN THE LIGHT OF THE DEBATE BETWEEN FINNIS AND RAZ","authors":"Andrea Luisa Bucchile Faggion","doi":"10.20911/21769389v48n152p725/2021","DOIUrl":"https://doi.org/10.20911/21769389v48n152p725/2021","url":null,"abstract":"The recent debate between John Finnis and Joseph Raz on the existence of a general prima facie moral obligation to obey positive laws is a major contribution to a classical topic in legal and political philosophy. In this paper, I argue that Raz’s normal justification thesis and Finnis’s doctrine of “determinatio,” inherited from Aquinas, complement each other, shedding light on how norms grounded in social facts can give rise to particular moral obligations independently of their content. However, I argue that this on its own does not explain the possibility of a general moral obligation to obey the law, that is, the notion that everyone has a prima facie moral obligation to obey every law that applies to them.","PeriodicalId":210199,"journal":{"name":"Síntese: Revista de Filosofia","volume":"31 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2021-12-06","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"116175197","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"HISTÓRIA DO CONCEITO DE HUMANITAS: DA MITOPOÉTICA A ALLEGORESIS ESTOICA","authors":"Cleber Ranieri Ribas De Almeida","doi":"10.20911/21769389v48n152p807/2021","DOIUrl":"https://doi.org/10.20911/21769389v48n152p807/2021","url":null,"abstract":"Neste artigo proponho-me reconstituir a trajetória etimológica, filológica e experiencial do conceito de humanitas desde sua origem estoica no Círculo Cipiônico até sua assimilação pela tradição imperial panegírica augustana. O propósito é compreender porque, desde a origem, tal conceito apresenta um núcleo semântico de significação inconstante, volátil e aberto. Tal indeterminação semântica, como tentarei provar, adveio do progressivo processo de degeneração das representações mitopoéticas do homem em favor de uma compreensão noética. Posteriormente, esta compreensão noética fora assimilada pelo gênio estoico-romano na forma de uma representação alegórica (allegoresis) cujo conteúdo semântico tornara-se meramente linguístico e autorreferente. Os símbolos da experiência foram assim reduzidos a meros jogos de linguagem. Nesta lógica, a compreensão do conceito de humanitas em sua origem depende menos de uma investigação acerca das evidências filológicas quanto ao uso da palavra nos textos canônicos e mais de uma investigação acerca das experiências que possibilitaram a formação de uma consciência da unidade simbólica da humanidade enquanto grandeza política de referência.","PeriodicalId":210199,"journal":{"name":"Síntese: Revista de Filosofia","volume":"166 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2021-12-06","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"132555651","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"EM BUSCA DA TRANSCENDÊNCIA: OS OXFORDIANOS E OS DEBATES EM TORNO DO TRANSUMANISMO","authors":"Luiz Adriano Gonçalves Borges","doi":"10.20911/21769389v48n152p749/2021","DOIUrl":"https://doi.org/10.20911/21769389v48n152p749/2021","url":null,"abstract":"Este texto mapeia o início do debate em torno do movimento transumanista na Inglaterra, do início até meados do século XX, buscando perceber seus principais argumentos. Para isso analisamos os escritos de autores como Julian Huxley, Haldane e Bernal, que foram os fundadores do transumanismo contemporâneo, contrapondo com as ideias de Tolkien, Lewis e Michael Polanyi, autores que trafegaram intelectualmente por Oxford e que eram críticos do movimento. Lewis e Tolkien procuraram tratar das implicações do pensamento transumanista através principalmente de suas ficções (mas também em cartas e outros textos), ilustrando de maneira mais clara para o grande público as possíveis consequências desse movimento. Polanyi, enquanto filósofo da ciência, partindo de sua experiência como cientista, pensou no contexto maior dos objetivos desse movimento e do progresso da ciência, se preocupando também com a planificação da ciência e do estabelecimento de uma tecnocracia. Os defensores do transumanismo defendiam que os avanços da ciência e da tecnologia deveriam ser empregados para superar as limitações da natureza humana. Já os críticos argumentavam em favor da cautela, uma vez que as mudanças poderiam ser para pior, sem chances de voltar atrás e viam com ceticismo o progresso tecnológico. Assim, analisar esses debates nos ajuda a compreender o desenvolvimento da ciência e tecnologia no período e nos permite perceber os embates éticos adjacentes, bem como as inter-relações entre estes campos e a sociedade, num período de amplo desenvolvimento tecnológico e novas possibilidades científicas de melhoramento da biologia humana.","PeriodicalId":210199,"journal":{"name":"Síntese: Revista de Filosofia","volume":"473 ","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2021-12-06","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"120975449","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"CONHECIMENTO E PARTICIPAÇÃO NAS RAZÕES ETERNAS EM TOMÁS DE AQUINO: DUAS LEITURAS","authors":"L. C. L. Sousa","doi":"10.20911/21769389v48n151p327/2021","DOIUrl":"https://doi.org/10.20911/21769389v48n151p327/2021","url":null,"abstract":"O artigo analisa duas leituras sobre o papel da noção de participação em nosso conhecimento das razões eternas de Deus, de acordo com Tomás de Aquino. O texto parte da noção de participação presente na Summa theologiae (STh. Ia q. 84, a. 5) e depois se confronta com as leituras de Cornelio Fabro e Lima Vaz. Ambos admitem uma via platonica constitutiva da noção de participação para nosso acesso às razões eternas. Argumenta-se que a leitura de Lima Vaz alcança uma maior inteligibilidade da postura de Tomás de Aquino ao repensar a própria estrutura metódica da metafísica. Lima Vaz, ao contrário de Fabro, reconhece um círculo de compreensão do Absoluto que permaneceu irrefletido em Tomás de Aquino. Por fim, são extraídas algumas consequências de um breve confronto com as duas leituras, na tentativa de propor uma perspectiva hermenêutica na dialética da participação.","PeriodicalId":210199,"journal":{"name":"Síntese: Revista de Filosofia","volume":"132 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2021-08-27","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"122292479","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"MEMÓRIA DO SER E AFIRMAÇÃO DE DEUS EM LIMA VAZ (IV)","authors":"M. F. Aquino","doi":"10.20911/21769389v48n151p297/2021","DOIUrl":"https://doi.org/10.20911/21769389v48n151p297/2021","url":null,"abstract":"Neste quarto artigo da pesquisa que tem como tema a Memória do Ser e a Afirmação de Deus em Lima Vaz, torna-se mais clara a crítica vaziana à transformação da Metafísica do Esse de Tomás de Aquino resultante do processo de inversão do seu vetor noético-metafísico, que ocorreu a partir de Duns Scotus. A crítica vaziana se estende à nova arquitetônica filosófica proposta por Suarez com sua concepção de sistema metafísico. Descartes, Kant e Hegel seriam seus representantes mais reconhecidos. A semântica vaziana categoriza esse período como modernidade moderna, ou ainda modernidade pós-cristã. Autores contemporâneos preferem falar de modernidade tardia. Ao longo de aproximadamente quatro séculos e meio nova base teórica, ou novo marco referencial teórico veio sendo posto a partir do primado da representação. Trata-se da Metafísica da subjetividade, em cujo marco referencial Lima Vaz se move em sua hermenêutica cultural da pós-modernidade.","PeriodicalId":210199,"journal":{"name":"Síntese: Revista de Filosofia","volume":"35 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2021-08-27","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"126980445","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"A JUSTIÇA NO PENSAMENTO DE LIMA VAZ","authors":"Bruno Amaro Lacerda","doi":"10.20911/21769389v48n151p373/2021","DOIUrl":"https://doi.org/10.20911/21769389v48n151p373/2021","url":null,"abstract":"A concepção de justiça de Henrique C. de Lima Vaz é uma retomada do realismo jurídico clássico, reelaborado pelo filósofo jesuíta à luz de conceitos modernos como “dignidade” e “reconhecimento”. Em sua visão, a justiça é a categoria ética que articula a disposição subjetiva para a ação reta, ou virtude, com a medida objetiva dos direitos, ou lei. A dignidade humana, por sua vez, consiste no reconhecimento igual e não na supervalorização do ego na coexistência, como se vê em muitas demandas jurídicas hodiernas. Por fim, o Estado democrático não é mero instrumento de satisfação de carências e de igualação dos indivíduos, mas veículo da liberdade participante e garantia da efetiva partilha do poder entre os cidadãos.","PeriodicalId":210199,"journal":{"name":"Síntese: Revista de Filosofia","volume":"36 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2021-08-27","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"127448397","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"LIMA VAZ E O NOETON ONTOLÓGICO DE PLATÃO","authors":"Savio Gonçalves dos Santos, Gabriele Cornelli","doi":"10.20911/21769389v48n151p357/2021","DOIUrl":"https://doi.org/10.20911/21769389v48n151p357/2021","url":null,"abstract":"O presente artigo se propõe resgatar a leitura de Platão desenvolvida pelo filósofo brasileiro Henrique Cláudio de Lima Vaz. A releitura da filosofia de Platão é pensada por Vaz como feito primordial e, ao mesmo tempo, como caminho que possibilita a afirmação do Ser em sua manifestação no mundo sensível e inteligível; Ser, que é Ideia, absoluto de inteligibilidade (to noeton), expressa no logos que se desenvolve numa dialética lógico-ontológica. Rememorar a metafísica, recolocando a filosofia como caminho para o dar razão, possibilita o resgate do esse a partir do dinamismo ontológico, reorientado ao Absoluto do ser. Assim, o noeton ontológico de Platão se desenvolve na própria afirmação do Ser que é. Isso possibilita, de maneira direta, a construção de uma resposta para a tentativa da ciência em contrapor aos questionamentos metafísicos, utilizando-se dos métodos científicos, que acaba por levar ao surgimento do niilismo, e a negação da própria metafísica. Para se alcançar tal objetivo, o presente trabalho faz uso das principais obras de Lima Vaz no que tange ao pensamento platônico, promovendo uma revisão cuidadosas das expressões e definições utilizadas. Tal análise possibilitou a demonstração e o reconhecimento da metafisica platônica, mas principalmente a expressão de sua busca: uma ontologia do ser em relação ao inteligível.","PeriodicalId":210199,"journal":{"name":"Síntese: Revista de Filosofia","volume":"2 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2021-08-27","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"114296767","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"VIDA NA EXISTÊNCIA: A UNIDADE DOS MODOS DE SER COMPOSICIONAL E CONSTITUCIONAL","authors":"R. Reis","doi":"10.20911/21769389v48n151p483/2021","DOIUrl":"https://doi.org/10.20911/21769389v48n151p483/2021","url":null,"abstract":"No presente artigo, examino o problema da unidade de modos de ser no marco do pluralismo ontológico hermenêutico. Tomando como referência o pluralismo ontológico formulado por Heidegger no projeto da ontologia fundamental, analiso a relação de dependência entre o modo de ser da existência e o modo de ser da vida orgânica. A partir da distinção entre composição e constituição, sustento a tese de que, no ser humano, a existência perfaz o modo de ser constitucional, sendo a vida orgânica o modo composicional. O modo de ser da vida é apresentado como fundante do modo de ser da existência. A relação de fundação é analisada como uma dependência existencial genérica e permanente, mas não como uma relação de dependência essencial. Além disso, examino a dependência epistêmica da vida em relação ao modo de ser da existência. Num sentido não trivial, a dependência epistêmica compromete-se com uma posição robusta, segundo a qual o acesso à vida dos organismos é dependente do acesso à vida que compõe a existência humana. Concluo com o esboço de um programa de tematização dos fenômenos disruptivos em que a vida se torna perspícua na existência.","PeriodicalId":210199,"journal":{"name":"Síntese: Revista de Filosofia","volume":"1 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2021-08-27","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"131296975","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"A PRÁTICA E A TEORIA: ESPINOSA CONTRA OS FILÓSOFOS","authors":"Antônio David","doi":"10.20911/21769389v48n151p415/2021","DOIUrl":"https://doi.org/10.20911/21769389v48n151p415/2021","url":null,"abstract":"O presente artigo procura analisar e qualificar a crítica de Espinosa aos filósofos e teólogos, feita no início do Tratado Político e em outros escritos. Para tanto, além do exame do campo semântico envolvido nas menções a ambos na sua obra, é dado destaque para o conceito de extorsio (extorsão). Este envolve um conteúdo ético, social e político, atingindo o âmago da dominação teológico-política.","PeriodicalId":210199,"journal":{"name":"Síntese: Revista de Filosofia","volume":"11 2 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2021-08-27","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"116771321","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"ERIC WEIL: O HEGELIANISMO FRANCÊS E A QUESTÃO DO SENTIDO","authors":"J. Branco, Evanildo Costeski","doi":"10.20911/21769389v48n151p507/2021","DOIUrl":"https://doi.org/10.20911/21769389v48n151p507/2021","url":null,"abstract":"Neste artigo refletimos sobre a filosofia como “ciência do sentido” e sobre a tarefa do filósofo a partir do pensamento de Eric Weil. Para tanto, retomamos a relação de Weil com a filosofia francesa contemporânea e seu papel na introdução de Hegel na França. Depois, acompanhamos o seu juízo sobre tentativas de superação do hegelianismo, ocupando-nos de escritos de Weil sobre o existencialismo e sobre as interpretações de Sartre, Alquié e Étiemble para o pensamento de Marx. Por fim, colocamo-nos diante do problema capital da filosofia weiliana: a violência. O desafio de Weil é pensar o sentido da filosofia depois do discurso hegeliano do Absoluto, de um lado, e da “violência total” de Hitler, de outro. A relevância da questão se justifica pela própria tessitura do nosso atual cenário político e intelectual. Tornar-se mais uma vez urgente insistir sobre o valor do esforço do filósofo na luta contra a violência.","PeriodicalId":210199,"journal":{"name":"Síntese: Revista de Filosofia","volume":"31 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2021-08-27","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"132812762","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}