{"title":"MEMÓRIA DO SER E AFIRMAÇÃO DE DEUS EM LIMA VAZ (IV)","authors":"M. F. Aquino","doi":"10.20911/21769389v48n151p297/2021","DOIUrl":null,"url":null,"abstract":"Neste quarto artigo da pesquisa que tem como tema a Memória do Ser e a Afirmação de Deus em Lima Vaz, torna-se mais clara a crítica vaziana à transformação da Metafísica do Esse de Tomás de Aquino resultante do processo de inversão do seu vetor noético-metafísico, que ocorreu a partir de Duns Scotus. A crítica vaziana se estende à nova arquitetônica filosófica proposta por Suarez com sua concepção de sistema metafísico. Descartes, Kant e Hegel seriam seus representantes mais reconhecidos. A semântica vaziana categoriza esse período como modernidade moderna, ou ainda modernidade pós-cristã. Autores contemporâneos preferem falar de modernidade tardia. Ao longo de aproximadamente quatro séculos e meio nova base teórica, ou novo marco referencial teórico veio sendo posto a partir do primado da representação. Trata-se da Metafísica da subjetividade, em cujo marco referencial Lima Vaz se move em sua hermenêutica cultural da pós-modernidade.","PeriodicalId":210199,"journal":{"name":"Síntese: Revista de Filosofia","volume":"35 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0000,"publicationDate":"2021-08-27","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":"0","resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":null,"PeriodicalName":"Síntese: Revista de Filosofia","FirstCategoryId":"1085","ListUrlMain":"https://doi.org/10.20911/21769389v48n151p297/2021","RegionNum":0,"RegionCategory":null,"ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":null,"EPubDate":"","PubModel":"","JCR":"","JCRName":"","Score":null,"Total":0}
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Abstract
Neste quarto artigo da pesquisa que tem como tema a Memória do Ser e a Afirmação de Deus em Lima Vaz, torna-se mais clara a crítica vaziana à transformação da Metafísica do Esse de Tomás de Aquino resultante do processo de inversão do seu vetor noético-metafísico, que ocorreu a partir de Duns Scotus. A crítica vaziana se estende à nova arquitetônica filosófica proposta por Suarez com sua concepção de sistema metafísico. Descartes, Kant e Hegel seriam seus representantes mais reconhecidos. A semântica vaziana categoriza esse período como modernidade moderna, ou ainda modernidade pós-cristã. Autores contemporâneos preferem falar de modernidade tardia. Ao longo de aproximadamente quatro séculos e meio nova base teórica, ou novo marco referencial teórico veio sendo posto a partir do primado da representação. Trata-se da Metafísica da subjetividade, em cujo marco referencial Lima Vaz se move em sua hermenêutica cultural da pós-modernidade.