Cadernos ArendtPub Date : 2021-12-30DOI: 10.26694/ca.v2i4.1622
José Monteiro dos Santos Filho
{"title":"ARENDT E CÍCERO: AS “ORIGENS” DO SENSUS COMMUNIS COMO SENTIDO POLÍTICO","authors":"José Monteiro dos Santos Filho","doi":"10.26694/ca.v2i4.1622","DOIUrl":"https://doi.org/10.26694/ca.v2i4.1622","url":null,"abstract":"O propósito desse trabalho é apresentar, brevemente, alguns passos de Hannah Arendt na tentativa de re-pensar o sentido do conceito de sensus communis. É no contexto da tradição republicana, precisamente na obra de Marco Túlio Cícero, que a autora descobre a estreita conexão entre a ideia ciceroniana de cultura da alma (cultura animi) e o desenvolvimento de valores comunitários associados ao sensus communis. Em Cícero, Arendt encontra, pela primeira vez, os elementos basilares para a compreensão do sensus communis como sendo um sentido essencialmente político.","PeriodicalId":344983,"journal":{"name":"Cadernos Arendt","volume":"5 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2021-12-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"131030877","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Cadernos ArendtPub Date : 2021-12-30DOI: 10.26694/ca.v2i4.1628
José João Neves Barbosa Vicente
{"title":"NOTAS INTRODUTÓRIAS SOBRE CONVERGÊNCIAS E DIVERGÊNCIAS ENTRE ROUSSEAU E ARENDT","authors":"José João Neves Barbosa Vicente","doi":"10.26694/ca.v2i4.1628","DOIUrl":"https://doi.org/10.26694/ca.v2i4.1628","url":null,"abstract":"Rousseau e Arendt, como se sabe, foram grandes pensadores da política e, para alguns, em relação a esse conteúdo, eles estão em lados radicalmente opostos. Neste texto, no entanto, o objetivo primordial não é necessariamente confrontar suas ideias sobre política ou fazer uma discussão sistemática, no intuito de escolher um dos lados, apontar falhas, acertos ou dizer quem tem mais ou menos razão sobre aquilo que cada um disse em sua respectiva teoria. A proposta aqui é simplesmente realizar um breve levantamento de algumas divergências e convergências entre as ideias políticas desses dois autores, a partir das suas considerações e posicionamentos sobre as questões referentes à liberdade e à participação política dos cidadãos. ","PeriodicalId":344983,"journal":{"name":"Cadernos Arendt","volume":"43 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2021-12-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"123021684","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Cadernos ArendtPub Date : 2021-12-30DOI: 10.26694/ca.v2i4.1629
Maria de Jesus Dos Santos
{"title":"PONTO E CONTRAPONTO SOBRE AUTORIDADE NA EDUCAÇÃO:","authors":"Maria de Jesus Dos Santos","doi":"10.26694/ca.v2i4.1629","DOIUrl":"https://doi.org/10.26694/ca.v2i4.1629","url":null,"abstract":"O problema da autoridade é caro à filosofia política e também ao campo educacional. Hannah Arendt trata dele articulando-o à compreensão de política e nos ajuda a entender que na crise geral do mundo moderno há elementos que se interseccionam de maneira significativa com uma crise na educação, sendo a perda da autoridade um deles. A abordagem que realiza desses problemas é bastante singular, pois não encontramos uma descrição do que sejam Autoridade e Educação como categorias ou uma significação específica delas, tampouco constatamos uma doutrina pedagógica em seu pensamento; seu enfoque assinala mais objetivamente as dificuldades em que nos encontramos desde o século XX, quando uma perda da autoridade repercute em todas as esferas da vida, de modo particular na criação das crianças, no la e na escola. No texto A crise na educação (1958) se ocupou com os problemas políticos que têm atravessado o campo educacional e formativo, e em Que é autoridade? Parte constitutiva da obra Entre o passado e o futuro (1961), fez uma investigação retrospectiva, perguntando sobre o que já foi a autoridade; partiu do presente até chegar aos modelos políticos romanos e gregos, procurando demonstrar sua perda de sentido nos dias atuais. Em síntese, concluiu que o significado de autoridade foi totalmente enevoado pela crise política em que nos embrenhamos, e que hoje só possuímos uma memória parca dela, podendo lhe entender apenas como um não mais. No tocante ao problema Alain Renaut impetrou algumas considerações críticas à análise arendtiana, contrapontos que daremos luminosidade neste estudo.","PeriodicalId":344983,"journal":{"name":"Cadernos Arendt","volume":"62 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2021-12-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"124385778","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Cadernos ArendtPub Date : 2021-12-30DOI: 10.26694/ca.v2i4.1621
Samira M. Haddad
{"title":"ARENDT E MARX, TRABALHO, FABRICAÇÃO","authors":"Samira M. Haddad","doi":"10.26694/ca.v2i4.1621","DOIUrl":"https://doi.org/10.26694/ca.v2i4.1621","url":null,"abstract":"A distinção que Arendt estabelece entre trabalho e fabricação tem o mérito de esclarecer, conceitualmente, significativas diferenças entre as atividades humanas que constituem o que ela chamou de vita activa. Essas distinções adquirem pleno significado em contraste com o pensamento de Marx, nasceram da tentativa de fazer do homem alguma coisa a mais que o reprodutor de si mesmo e produtor de objetos. Procuramos nesse texto refletir sobre alguns temas do diálogo implícito com Marx que percorre a obra de Arendt.","PeriodicalId":344983,"journal":{"name":"Cadernos Arendt","volume":"157 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2021-12-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"122462629","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Cadernos ArendtPub Date : 2021-12-30DOI: 10.26694/ca.v2i4.1623
R. Chaves
{"title":"ARENDT E TOCQUEVILLE E AS POTENCIALIDADES DA AÇÃO COLETIVA","authors":"R. Chaves","doi":"10.26694/ca.v2i4.1623","DOIUrl":"https://doi.org/10.26694/ca.v2i4.1623","url":null,"abstract":"Embora fosse manifesta a admiração de Hannah Arendt pela obra de Alexis de Tocqueville, ela nunca explorou de maneira mais consistente o pensamento dele em seus textos. No entanto, apesar da pouca visibilidade que Arendt confere ao autor da Democracia na América em sua obra, é marcante a afinidade entre os dois autores na forma de pensar a política e as potencialidades da ação coletiva. O artigo começa como uma breve explanação sobre em que aspectos da obra de Arendt, desde Origens do totalitarismo, é possível perceber a influência de Tocqueville, para depois explorar três pontos em que é se pode perceber uma vísivel confluência entre os dois autores: o diagnóstico que apresentam das Revoluções Americanas e Francesa, sobretudo na preocupação de ambos com a desafio da criação e da preservação de instituições livres; a compreensão mútua da liberdade como sinônimo de liberdade política, e a ênfase em formas de autogoverno como as comunas (no caso de Tocqueville) e os conselhos populares (no caso de Arendt), além das associações voluntárias, como caminhos para garantir a participação popular e a experiência da liberdade política.","PeriodicalId":344983,"journal":{"name":"Cadernos Arendt","volume":"1 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2021-12-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"129871197","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Cadernos ArendtPub Date : 2021-12-30DOI: 10.26694/ca.v2i4.1630
Ana Paula Repolês Torres
{"title":"REFLEXÕES SOBRE TRADIÇÃO, PASSADO E PENSAMENTO EM ARENDT E BENJAMIN","authors":"Ana Paula Repolês Torres","doi":"10.26694/ca.v2i4.1630","DOIUrl":"https://doi.org/10.26694/ca.v2i4.1630","url":null,"abstract":"O texto busca trabalhar o diálogo oculto entre Arendt e Benjamin, demonstrando que tais pensadores possuem em comum não apenas a análise da ruptura do fio da tradição na modernidade, como também a apresentação de novas formas de lidar com o passado, intimamente relacionadas à atividade do pensamento. Além disso, tais pensadores denunciam que a sociedade de consumo moderna gera a perda de profundidade da existência humana, fazendo assim com que o homem vivencie apenas o tempo vazio e homogêneo e não se sinta em casa no mundo.","PeriodicalId":344983,"journal":{"name":"Cadernos Arendt","volume":"18 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2021-12-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"121550837","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Cadernos ArendtPub Date : 2021-08-05DOI: 10.26694/ca.v2i3.12368
Lucas Barreto Dias
{"title":"TOTALITARISMO E MUNDO DE SEMBLÂNCIAS A PARTIR DE HANNAH ARENDT","authors":"Lucas Barreto Dias","doi":"10.26694/ca.v2i3.12368","DOIUrl":"https://doi.org/10.26694/ca.v2i3.12368","url":null,"abstract":"Neste texto, proponho o conceito de mundo de semblâncias para pensar elementos antipolíticos que afastam a pluralidade humana do mundo comum e da vida pública. Para tanto, faço uma interpretação sobre Origens do totalitarismo a partir de conceitos elaborados por Arendt em A condição humana e A vida do espírito. Penso que as reflexões da autora sobre o espaço público junto às noções de aparência, pluralidade e mundo iluminam a sua teoria sobre a novidade que o totalitarismo representou na nossa história. Inicio o percurso relacionando a política com o tema da aparência e da pluralidade. Em seguida, exponho como Arendt diferencia aparência e semblância a fim de usar este último em uma chave antipolítica de ocultamento da realidade. Demonstro como a propaganda inicia a organização deste mundo de semblâncias promovendo uma alienação da vida pública e uma desmundanização por meio da mentira. A pretensão totalitária de dominação total, todavia, só encontraria sua forma mais aprofundada no terror e nos campos de extermínio, o que, caso levado às últimas consequências, pensa a autora, significaria o fim do mundo e dos seres humanos. Por fim, faço uma breve leitura sobre como o mundo de semblâncias persiste em nossa contemporaneidade.Palavras-chave: Totalitarismo. Espaço público. Aparência. Mundo de Semblâncias. Propaganda.","PeriodicalId":344983,"journal":{"name":"Cadernos Arendt","volume":"50 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2021-08-05","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"114559959","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Cadernos ArendtPub Date : 2021-08-05DOI: 10.26694/ca.v2i3.12868
Adriano Correia
{"title":"ACUMULAÇÃO ILIMITADA E A POLÍTICA COMO MERA FORÇA: HANNAH ARENDT SOBRE IMPERIALISMO E CAPITALISMO","authors":"Adriano Correia","doi":"10.26694/ca.v2i3.12868","DOIUrl":"https://doi.org/10.26694/ca.v2i3.12868","url":null,"abstract":"Neste texto busco articular a análise do imperialismo e da emancipação política da burguesia realizada por Hannah Arendt na segunda parte (Imperialismo) de Origens do totalitarismo. Em uma crítica direta à concepção liberal de política, Arendt estabelece um vínculo estreito entre a emancipação política da burguesia, a compreensão da política como dominação e exploração e o processo de acumulação ilimitada de riqueza.","PeriodicalId":344983,"journal":{"name":"Cadernos Arendt","volume":"39 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2021-08-05","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"124071470","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Cadernos ArendtPub Date : 2021-08-05DOI: 10.26694/ca.v2i3.12466
Mariana de Mattos Rubiano, Alexandrina Paiva da Rocha, João Batista Ferreira Junior
{"title":"AS TEMPORALIDADES DE EXCEÇÃO","authors":"Mariana de Mattos Rubiano, Alexandrina Paiva da Rocha, João Batista Ferreira Junior","doi":"10.26694/ca.v2i3.12466","DOIUrl":"https://doi.org/10.26694/ca.v2i3.12466","url":null,"abstract":"O objetivo deste artigo consiste em discutir o conceito de temporalidade de exceção. A partir da leitura de Origens do Totalitarismo notamos o surgimento de uma temporalidade petrificada nos campos de concentração. Mesmo com o fim do regime nazista, os elementos totalitários não desapareceram de nossa sociedade democrática. Eles persistem também como temporalidade de exceção, a qual envolve algum processo de desumanização que desconecta passado, presente e futuro, impossibilitando a experiência da liberdade. Em nossos dias a exceção permanece para milhões de pessoas que vivem na extrema pobreza e encarceradas, numa temporalidade desértica ou embotada que afetam suas atividades da vida ativa e espirituais. Levando isso em consideração, com base no pensamento de Hannah Arendt e também com apoio de outros autores, refletiremos sobre a relação entre a temporalidade, condição e atividade humanas.Totalitarismo; Campos de concentração; Miséria; Prisões; Hannah Arendt.","PeriodicalId":344983,"journal":{"name":"Cadernos Arendt","volume":"24 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2021-08-05","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"131944424","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Cadernos ArendtPub Date : 2021-08-05DOI: 10.26694/ca.v2i3.12860
Nupha Núcleo de Pesquisa Hannah Arendt Nupha
{"title":"A GRANDE TRADIÇÃO E A NATUREZA DO TOTALITARISMO","authors":"Nupha Núcleo de Pesquisa Hannah Arendt Nupha","doi":"10.26694/ca.v2i3.12860","DOIUrl":"https://doi.org/10.26694/ca.v2i3.12860","url":null,"abstract":"6 palestras: 1. A explosão das categorias do pensamento e dos padrões de julgamento pela ascensão do totalitarismo. Um problema de compreensão, onde podem ser encontradas categorias apropriadas para se entender a natureza do totalitarismo? Nossa atitude para com a tradição 2. O significado das definições tradicionais de formas de governo como as herdadas de Platão e sublinhadas por Montesquieu: Suas essências, seus princípios de ação, as experiências básicas nas quais estão fundadas. 3. A alternativa entre um governo com leis e poderes arbitrários, e o conceito totalitário de lei. As leis da história e da natureza como leis de movimento; As fontes tradicionais de autoridade e a função estabilizadora das instituições legais. 4. A ideologia como princípio totalitário de ação. A origem das ideologias e sua transformação pelo totalitarismo. O que é “pensamento lógico\" e qual o papel desempenhado por ele no totalitarismo? 5. A experiência básica do totalitarismo como distinta da experiência básica da tirania. Solidão, impotência e solitude como fenômenos periféricos na vida política. A sua conexão com o agir, fazer e pensar. 6. O conceito de política no pensamento ocidental desde Platão e seu inerente “materialismo”. O homem do estado e o filósofo. A ideia filosófica e a realidade política da liberdade.","PeriodicalId":344983,"journal":{"name":"Cadernos Arendt","volume":"1 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2021-08-05","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"132999207","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}