{"title":"Detente. La actualización no automática como función emancipadora del conocimiento","authors":"Eugenia Gay","doi":"10.5216/rth.v25i2.73997","DOIUrl":"https://doi.org/10.5216/rth.v25i2.73997","url":null,"abstract":"Este trabajo intenta recuperar un concepto de actualidad y de actualización que puedan contrarrestar la idea de automaticidad contenida en el concepto de actualismo. Si bien este concepto describe adecuadamente una experiencia contemporánea del tiempo, parece ser víctima del mismo fenómeno que denuncia, al perder de vista su historicidad y, con ella, el abanico de posibilidades que transforman a toda categoría en un territorio en disputa. A través del repaso de otras concepciones de la actualización, provenientes de diferentes tradiciones, intentaremos expandir el significado del concepto de actualismo para proporcionar una herramienta de pensamiento y de defensa frente a una conformación histórica y política avasalladora que se presenta, además, como indetenible. ","PeriodicalId":40340,"journal":{"name":"RTH-Research Trends in Humanities Education & Philosophy","volume":"146 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.1,"publicationDate":"2023-01-17","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"90048900","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Janelas engolindo tempos, ventos arrebentando histórias","authors":"Beatriz De Moraes Vieira","doi":"10.5216/rth.v25i2.74062","DOIUrl":"https://doi.org/10.5216/rth.v25i2.74062","url":null,"abstract":"Este artigo faz parte de um projeto de pesquisa mais amplo que objetiva estudar a relação entre poesia, história e política, analisando produções poéticas escritas em momentos históricos cuja violência marca dolorosamente a experiência histórica e propicia a noção de excepcionalidade política. O foco aqui mira, especificamente, poemas escritos por Cynthia Dornelles na antologia intitulada Ebulição da Escrivatura, um pequeno livro lançado no Brasil em 1978, pela editora Civilização Brasileira, dentro da coleção Poesia Hoje, n.21. O texto destaca o fato de Dornelles ser a única voz feminina entre os autores e observa traços de sua dicção poética, sejam as figuras de linguagem mobilizadas, seja no que se refere à (estrita) participação política de mulheres e do movimento negro sob a ditadura militar então vigente no país (1964-1985). Em especial, exploram-se as imagens da janela e do vento em relação à experiência do tempo histórico, da contra-insurgência e do clamor a novas possibilidades historiográficas.","PeriodicalId":40340,"journal":{"name":"RTH-Research Trends in Humanities Education & Philosophy","volume":"83 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.1,"publicationDate":"2023-01-17","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"73640045","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"“Atualismo” de Pereira & Araújo","authors":"Helio Rebello Jr","doi":"10.5216/rth.v25i2.73889","DOIUrl":"https://doi.org/10.5216/rth.v25i2.73889","url":null,"abstract":"“Atualismo” ou “historicidade atualista” é um conceito que se tornou parte da teoria da história recente. Tal conceito desenvolve-se em duas etapas. Em primeiro lugar, ele apresenta caráter histórico-transcendental, no sentido de que envolve condições de possibilidade segundo as quais o tempo pode ser historicamente experienciado na contemporaneidade. Em segundo lugar, ele é uma ferramenta heurístico-historiográfica, no sentido de que permite reunir e analisar sob um foco conceitual bem determinado experiências históricas atualistas. Assim sendo, é possível observar que a salvaguarda transcendental heideggeriana à qual recorrem Pereira e Araujo é uma forma de preservar a função heurística do conceito, impedindo que ele se confunda com a realidade sob sua extensão. Em consequência, a crítica de Pereira e Araujo com relação ao “presentismo” de Hartog como conceito heurístico-historiográfico é discutida, no entanto, ressalva-se que essa crítica não pode ser estendida ao “presente amplo” de Gumbrecht.","PeriodicalId":40340,"journal":{"name":"RTH-Research Trends in Humanities Education & Philosophy","volume":"588 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.1,"publicationDate":"2023-01-17","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"74713773","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"DOI-CODI atualista","authors":"Daniel Faria","doi":"10.5216/rth.v25i2.73946","DOIUrl":"https://doi.org/10.5216/rth.v25i2.73946","url":null,"abstract":"Entre as várias ferramentas de que o sistema DOI-CODI dispunha para o controle social, o tempo foi uma das mais destacadas. Nesse artigo, o tempo é entendido, assim, como um instrumento de controle social. Tempo não no sentido abstrato, cronológico, mas sim como ritmo social. No caso em questão, o ritmo imposto pelo sistema DOI-CODI era, sobretudo, definido pela lógica do atualismo, com a produção permanente de informações, a reprodução automática de toda uma maquinaria burocrática e militar que visava agir rápida e intensamente sobre seus alvos, tendo, por isso, desdobramentos operacionais nas estratégias e táticas de combate ao inimigo interno. Nesse sentido, buscamos também desvendar como os instrumentos usados pelo DOI-CODI no combate à chamada subversão, tais como e principalmente a tortura sistemática, obedeciam a essa mesma lógica temporal. No final do artigo, consideramos que mesmo com o fim dos DOI-CODI essa lógica sobreviveu ao fim da Guerra Fria.","PeriodicalId":40340,"journal":{"name":"RTH-Research Trends in Humanities Education & Philosophy","volume":"23 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.1,"publicationDate":"2023-01-17","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"84506118","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Mateus H. de Faria Pereira, Valdei Lopes de Araujo
{"title":"O passado como distração","authors":"Mateus H. de Faria Pereira, Valdei Lopes de Araujo","doi":"10.5216/rth.v25i2.74060","DOIUrl":"https://doi.org/10.5216/rth.v25i2.74060","url":null,"abstract":"Neste ensaio analisamos como o movimento populista encarnado por Bolsonaro se engaja com a história de uma forma que ativa sua base política heterogênea. Esses engajamentos parecem ser diferentes de alguns aspectos das cronossofias modernas, como o abandono da sincronização e a apresentação coerente de uma história nacional. Em vez disso, a nova historicidade populista da extrema direita brasileira se baseia mais no apego afetivo, uma performance histórica pragmática e altamente fragmentada que, como defendemos, mais se assemelha a uma historicidade que chamamos de “atualismo”. Para demonstrar a afinidade que vemos entre essa historicidade chamada de atualismo e a versão específica bolsonarista do chamado neopopulismo, este artigo está dividido em três partes. Primeiro, apresentamos o conceito e a teoria do atualismo. Em seguida, caracterizamos as dimensões neopopulistas do bolsonarismo, ou seja, o movimento cultural e político representado por Jair Bolsonaro. Por fim, analisamos o novo populismo brasileiro em seus engajamentos com a história, especialmente as atuações da história pelos três secretários de cultura do governo Bolsonaro e como a desfactualização da realidade ganha força, criando as condições de possibilidade de o passado ser como um grande guarda-roupa cheio de imagens e modelos de prêt-à-porter.","PeriodicalId":40340,"journal":{"name":"RTH-Research Trends in Humanities Education & Philosophy","volume":"39 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.1,"publicationDate":"2023-01-17","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"90778355","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Na lama da história","authors":"Fabio Wasserman","doi":"10.5216/rth.v25i2.73793","DOIUrl":"https://doi.org/10.5216/rth.v25i2.73793","url":null,"abstract":"O texto reconstrói e examina a relação com a temporalidade que informa o discurso do macroismo, força política de direita que governou a República Argentina entre 2015 e 2019. O estudo se propõe a revisar as teses presentistas ao colocar em relevo a centralidade que seguem tendo as invocações ao passado e ao futuro por sua capacidade de orientar atores individuais e coletivos e dar sentido às experiências sociais. O macrismo é relevante nesse sentido, pois buscou distinguir-se das tradicionais formações conservadoras de direita ao se apresentar como uma força pós-ideológica que defendia a necessidade de esquecer o passado para focar no presente e no futuro. No entanto, em seu discurso há também um lugar importante para representações do passado e interpretações tradicionais ou conservadoras da história nacional. Para realizar esta investigação foi construído um corpus documental composto pelas fontes tradicionais da história política e intelectual -imprensa, livros, documentos oficiais-, e pelo discurso que circula nas redes sociais -Twitter, Facebook.","PeriodicalId":40340,"journal":{"name":"RTH-Research Trends in Humanities Education & Philosophy","volume":"101 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.1,"publicationDate":"2023-01-17","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"77339232","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Entre a inevitabilidade do trauma e a (im)possibilidade do luto","authors":"André Ramos, Rafael Dias Castro","doi":"10.5216/rth.v25i2.73901","DOIUrl":"https://doi.org/10.5216/rth.v25i2.73901","url":null,"abstract":"O presente artigo pretende contribuir com o entendimento de como as dinâmicas próprias do tempo histórico moderno e da temporalidade histórica atualista, diagnosticada contemporaneamente, intensificam as possibilidades da reprodução de experiências traumáticas e reduzem drasticamente a possibilidade da experiência do luto, ainda mais imprescindível em tempos de catástrofe pandêmica. A intensão é realizar essa reflexão a partir de uma interlocução entre estudos no âmbito da teoria da história e da psicanálise. Mediante à reflexão sobre essas dinâmicas histórico-temporais hegemônicas, pretende-se apontar e favorecer a emergência de outras formas de abertura para a articulação das experiências da historicidade, capazes de dar voz à diferença, assim como à corpos e afetos disruptivos.","PeriodicalId":40340,"journal":{"name":"RTH-Research Trends in Humanities Education & Philosophy","volume":"7 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.1,"publicationDate":"2023-01-17","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"90637486","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Um profeta da velocidade","authors":"A. Tedesco, V. Costa","doi":"10.5216/rth.v25i2.73794","DOIUrl":"https://doi.org/10.5216/rth.v25i2.73794","url":null,"abstract":"Esse artigo se propõe a buscar, na formação do imaginário da Inteligência Artificial dos anos 1990 e 2000, as razões sociais da construção do otimismo em relação ao futuro, com a hipótese de que disciplinas como a Inteligência Artificial lançam-se à esfera pública como produtoras de imagens de futuro poderosas o suficiente para que se tornem, na linguagem popular, um tipo de consciência histórica adequada ao neoliberalismo, examinando o caso exemplar de Raymond Kurzweil. Inicialmente, serão abordados alguns pressupostos da cultura sci-fi na qual se formam esses discursos. Depois, será dada uma atenção à discussão da importância da biografia do profeta, Kurzweil, na intenção de analisar a importância do tema do guru fundador, do profeta, na construção social do otimismo com a tecnologia junto com a nova ideia de personalidade. Em seguida, serão analisados, a partir dos pressupostos anteriores, as modalidades de consciência histórica que se propagam através deles: o agenciamento de si no futurismo, a questão da tecnologia e o tipo de relação entre destino histórico e destino individual. Nossa hipótese é que os futuristas não são os profetas do futurismo, mas do atualismo, e de que a construção e a fortuna pública desse imaginário tem como coluna espinhal a ideia de que a biografia de um indivíduo exemplar é nada menos do que uma reprodução em micro escala da biografia do mundo.","PeriodicalId":40340,"journal":{"name":"RTH-Research Trends in Humanities Education & Philosophy","volume":"15 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.1,"publicationDate":"2023-01-17","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"78163164","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Adolf Bastian: Antropologia e Colonização","authors":"Elaine Calça","doi":"10.5216/rth.v25i1.71069","DOIUrl":"https://doi.org/10.5216/rth.v25i1.71069","url":null,"abstract":"Nesse artigo discorreremos sobre as relações entre a antropologia e o processo colonial engajado pela Alemanha a partir de Bastian e de uma das associações científicas no século XIX: a Sociedade de Antropologia, Etnologia e Pré-História de Berlim, BGAEU. Neste artigo descreveremos as influências teóricas e as sociabilidades do campo antropológico alemão, a fim de entendermos em que a defesa a colonização científica se baseia.","PeriodicalId":40340,"journal":{"name":"RTH-Research Trends in Humanities Education & Philosophy","volume":"26 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.1,"publicationDate":"2022-07-29","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"87939204","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"experiência da imagem na história e na filosofia da ciência","authors":"Ariadne Marinho, Thiago Costa","doi":"10.5216/rth.v25i1.72834","DOIUrl":"https://doi.org/10.5216/rth.v25i1.72834","url":null,"abstract":"Um dos mais conhecidos nomes na história da filosofia da ciência, sem dúvida, foi o do físico estadunidense Thomas Kuhn. Em 1962, Kuhn publicou The Structure of Scientific Revolutions, um trabalho que repercutiu amplamente, em particular, entre os pesquisadores das ciências humanas e sociais. Em sua obra, o propósito do autor era o de reformular a identidade das ciências naturais e, para isso, recorria à história, sociologia, psicologia e, de certo modo, também à história da arte. Com uma linguagem que privilegiava a experiência visual, afirmava – entre outras coisas – que a arte e a ciência não eram assim tão distantes, embora permanecessem empreendimentos distintos. No entanto, talvez como uma estratégia para demarcar os campos, o filósofo da ciência manifestou uma compreensão convencional acerca do fenômeno artístico. Ora, tanto em sua principal obra quanto no artigo “Comments [about art and Science]” (1969), ignorou as realizações revolucionárias da arte contemporânea – com trabalhos que de fato tensionavam o entendimento tradicional da atividade – e, de igual modo, foi incapaz de perceber a imagem para além da determinação estética. Por extensão, no processo de formulação do conhecimento científico, vinculou a inscrição visual à uma função instrumental e subalterna. Nesse sentido, acompanhamos as reflexões sobre as representações visuais na história da ciência, bem como na filosofia da ciência, com especial destaque para a compreensão de Kuhn. Por fim, apresentamos algumas das perspectivas contemporâneas acerca da imagem e da visualidade em contexto científico. Nota-se que independentemente de seus juízos, as devastadoras implicações do pensamento de Kuhn configuram um dos aspectos que permitiram a reavaliação de práticas e instrumentos ao redor do ofício científico, vale dizer, de expedientes então desconsiderados pelos especialistas. Logo, também da imagem.","PeriodicalId":40340,"journal":{"name":"RTH-Research Trends in Humanities Education & Philosophy","volume":"14 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.1,"publicationDate":"2022-07-29","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"78368040","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}