{"title":"Origem eclesiástica do Liceu de Angra dos Reis na Província do Rio de Janeiro (1822-1859)","authors":"M. A. Martins","doi":"10.4025/rbhe.v23.2023.e243","DOIUrl":"https://doi.org/10.4025/rbhe.v23.2023.e243","url":null,"abstract":"A partir de um seminário criado por um religioso leigo e dirigido por um padre religioso, a Assembleia Provincial do Rio de Janeiro erigiu, em 1839, um liceu público para reunir as aulas isoladas de ensino secundário mantidas na região de Angra dos Reis. Observando o contexto político e o religioso, pode-se inferir sobre essa relação entre Igreja e Estado no século XIX e sua prospecção de uma nova nação. Inspirado na filosofia da história de Ricoeur (2010) e na obra clássica de Ilmar Mattos (1987), o Tempo Saquarema, a pesquisa investigou os discursos e debates em torno desse período, sobre a instrução e a participação católica nesse contexto educacional. Utilizou-se como fontes os Anais da Assembleia e os Relatórios do Presidente da Província, e outras publicações da época.","PeriodicalId":31193,"journal":{"name":"Revista Brasileira de Historia da Educacao","volume":"1 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-12-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"70639444","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Samuel Silva Rodrigues de Oliveira, T. L. Cardoso, M. R. Barreto
{"title":"Escola Técnica Nacional","authors":"Samuel Silva Rodrigues de Oliveira, T. L. Cardoso, M. R. Barreto","doi":"10.4025/rbhe.v23.2023.e242","DOIUrl":"https://doi.org/10.4025/rbhe.v23.2023.e242","url":null,"abstract":"O artigo analisa a história da Escola Técnica Nacional a partir da memória de egressos, membros da Associação de Ex-alunos da Escola Técnica Nacional e do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca. Investiga-se o projeto educacional de reforma do ensino industrial nos anos 1940 e a trajetória de vida de estudantes, enfocando a relação entre memória social e história da educação, bem como experiência e identidade social no mundo do trabalho. Reivindica-se a metodologia da História Oral e História Pública para renovar análises da História da Educação.","PeriodicalId":31193,"journal":{"name":"Revista Brasileira de Historia da Educacao","volume":"1 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-12-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"70639756","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Luiz Alexandre de Oliveira","authors":"Adriana Espindola Britez, Stephanie Amaya","doi":"10.4025/rbhe.v23.2023.e244","DOIUrl":"https://doi.org/10.4025/rbhe.v23.2023.e244","url":null,"abstract":"Este estudo aborda a trajetória de Luiz Alexandre de Oliveira, um estudante negro, pobre e deficiente visual que alcançou projeção social como professor, diretor e proprietário de instituições educativas em Campo Grande, no então sul de Mato Grosso. Além disso, as memórias do professor destacam suas relações com a comunidade e com a escola japonesa no período varguista (1937-1945). As análises decorrem do cruzamento de fontes memorialísticas e documentais, sob a ótica dos estudos de Pierre Bourdieu. O acesso ao ensino secundário proporcionou-lhe a inserção em outros campos sociais, bem como permitiu que se tornasse uma referência de prestígio da cidade, sendo reconhecido como benfeitor pela comunidade japonesa ao resguardar os bens e proteger a escola japonesa.","PeriodicalId":31193,"journal":{"name":"Revista Brasileira de Historia da Educacao","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-12-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"48886232","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Jardim secreto","authors":"Giuslane Francisca da Silva","doi":"10.4025/rbhe.v23.2023.e245","DOIUrl":"https://doi.org/10.4025/rbhe.v23.2023.e245","url":null,"abstract":"Resenha de: \u0000Silva, A. L. (2021). Jardim secreto: educação como desejo de liberdade na diáspora africana (1a ed.). Rio de Janeiro, RJ: Mauá X.","PeriodicalId":31193,"journal":{"name":"Revista Brasileira de Historia da Educacao","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-12-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"47559043","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
C. E. Vieira, E. Galak, J. Gondra, Olívia Morais de Medeiros Neta, Raquel Discini de Campos
{"title":"RBHE em tempos de celebração, perplexidades e retrocessos","authors":"C. E. Vieira, E. Galak, J. Gondra, Olívia Morais de Medeiros Neta, Raquel Discini de Campos","doi":"10.4025/rbhe.v22.2022.e241","DOIUrl":"https://doi.org/10.4025/rbhe.v22.2022.e241","url":null,"abstract":"O ano em que se comemora o Bicentenário da Independência do Brasil pode ser tomado como um marcador importante para se pensar inúmeras iniciativas voltadas para a construção da nação. Uma delas se refere precisamente ao mundo dos impressos, o que também ajuda a nos afastar e problematizar a historiografia que reduz o complexo processo da emancipação do Brasil a uma cena, um homem, uma data e um enunciado imperativo. Como se sabe, a partir da transferência e necessidade da Corte portuguesa de se comunicar com os súditos, diversos e distribuídos desigualmente no vasto território do Brasil, D. João VI autorizou a criação da Impressão Régia. \u0000A primeira tipografia brasileira publicou alguns livros e decretos até que, em 10 de setembro de 1808, lançou a Gazeta do Rio de Janeiro, considerada a primeira publicação impressa seriada realizada no Brasil. Depois, outras tipografias foram instaladas em outras regiões e, paulatinamente, o Brasil foi ingressando naquilo que Anderson (2008) designou de \"capitalismo tipográfico\". A partir de então, é possível observar, efetivamente, a proliferação da publicação de panfletos, jornais, revistas, relatórios, anuários e livros. Essa produção impressa variava tanto em termos de conteúdo, projeto editorial, formatos e destinatários. É igualmente possível observar que os responsáveis, isto é, os editores também apresentavam (e apresentam) pertencimentos os mais diversos; o que reforça a percepção do caráter estratégico da palavra impressa e das disputas no campo da comunicação social, da construção da opinião pública, mais ou menos especializada/especializante, pela ação de selecionar, priorizar e disseminar alguns acontecimentos sociais, de modos bem determinados, a ponto de ser considerada o “quarto poder”, confirmando a máxima da inexistência de poder sem imprensa e de imprensa sem poder.","PeriodicalId":31193,"journal":{"name":"Revista Brasileira de Historia da Educacao","volume":"1 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-11-27","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"70639652","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Marcus Aldenisson de Oliveira, David Guillemette, Vera Teresa Valdemarin
{"title":"A ‘aritmética intuitiva’ da escola primária francofônica da província do Quebec","authors":"Marcus Aldenisson de Oliveira, David Guillemette, Vera Teresa Valdemarin","doi":"10.4025/rbhe.v22.2022.e231","DOIUrl":"https://doi.org/10.4025/rbhe.v22.2022.e231","url":null,"abstract":"Este artigo analisa a constituição dos saberes aritméticos a serem ensinados na escola primária da província do Quebec, Canadá, entre os anos de 1850 e 1920, de modo a compreender a finalidade da escola primária, a finalidade da Aritmética e a organização dos seus saberes. As fontes documentais que amparam a investigação são: relatórios das conferências pedagógicas das escolas normais produzidas pelo setor católico; modelos de lições aritméticas divulgados em impressos pedagógicos (revistas e livros escolares); programas de ensino, leis e regulamentos escolares. Esse conjunto documental revelou as orientações didáticas dadas aos professores, a emergência de novos materiais didáticos e as reorganizações e sistematizações do ensino da Aritmética primária, bem como a sedimentação desses saberes. Pode-se afirmar que, na vaga intuitiva, a sala de aula foi transformada num grande atelier de números e cálculos e, nesse período, a escola primária francofônica do Quebec trabalhou na construção e constituição de um novo saber: a ‘Aritmética intuitiva’.","PeriodicalId":31193,"journal":{"name":"Revista Brasileira de Historia da Educacao","volume":"1 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-10-10","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"70639481","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"A Escola Nova autoritária proposta nos primórdios do Estado Novo em Portugal","authors":"Macioniro Celeste Filho","doi":"10.4025/rbhe.v22.2022.e238","DOIUrl":"https://doi.org/10.4025/rbhe.v22.2022.e238","url":null,"abstract":"Em 1934, no começo do Estado Novo em Portugal, foi proposta a implantação da Escola Nova nas escolas portuguesas. A concepção dessa Escola Nova foi então instrumentalizada para se adaptar a um regime autoritário, em processo de consolidação nesse país. Concebia-se, então, uma Escola Nova autoritária. É propósito deste artigo apresentar contextualizadamente a campanha pela Escola Nova divulgada pelo jornal Diário da Manhã, órgão do regime salazarista. A metodologia utilizada foi a de pesquisa e análise documental, tendo como fonte privilegiada os editoriais sobre o tema publicados no Diário da Manhã. É objetivo deste trabalho compreender e elucidar os processos de ressignificação autoritária que as ideias da Escola Nova tiveram no início do Estado Novo em Portugal.","PeriodicalId":31193,"journal":{"name":"Revista Brasileira de Historia da Educacao","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-10-09","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"49545903","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Os nós dos arquivos","authors":"C. Philippi","doi":"10.4025/rbhe.v22.2022.e240","DOIUrl":"https://doi.org/10.4025/rbhe.v22.2022.e240","url":null,"abstract":"Resenha do livro: Almeida, D. B. (2021). Percursos de um Arq-Vivo: entre arquivos e experiências na pesquisa em história da educação (1a ed.). Porto Alegre, RS: Editora Letra1. \u0000Foi na suspensão temporal imposta pelas rotinas do isolamento social em meio à pandemia do novo coronavírus que a professora Dóris Bittencourt Almeida se dedicou à sistematização de temas que a têm acompanhado como professora e pesquisadora. Como resultado, organizou na escrita as experiências de constituição do Arquivo Histórico da Faculdade de Educação como setor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e de desenvolvimento do Projeto de Pesquisa ‘Memórias e Histórias da Faced/UFRGS’. Tamanha sistematização culminou na organização e escrita do livro Percursos de um Arq-Vivo: entre arquivos e experiências na pesquisa em história da educação, no qual sua gestão e intervenção foram esmiuçadas e referenciadas à luz de referencial teórico e metodológico condizente.","PeriodicalId":31193,"journal":{"name":"Revista Brasileira de Historia da Educacao","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-10-09","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"48649756","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Das maquinações aos estratagemas","authors":"Rafael de Paula Cardoso, Thiago Borges de Aguiar","doi":"10.4025/rbhe.v22.2022.e237","DOIUrl":"https://doi.org/10.4025/rbhe.v22.2022.e237","url":null,"abstract":"Neste texto, analisamos a representação da ação jesuítica em Portugal a partir do conceito de decadência na obra Compêndio histórico da Universidade de Coimbra, de 1771. A literatura antijesuítica construída pelo ministério pombalino descreve o período jesuítico como uma época de ‘trevas’. Além do debate entre antigos e modernos, a percepção de decadência do Reino, recorrente nos escritos dos letrados portugueses, reforçou a responsabilidade dos inacianos por esse cenário. São vistos como o inimigo interno que conspira e maquina contra o corpo social e, por meio de seus Estatutos, causaram a decadência da Universidade de Coimbra. A análise busca aprofundar a compreensão da retórica antijesuítica do ministério pombalino e compreender as mudanças dos paradigmas modernos de educação no contexto lusitano.","PeriodicalId":31193,"journal":{"name":"Revista Brasileira de Historia da Educacao","volume":"1 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-10-07","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"70639574","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Jane Elisa Otomar Buecke, Sônia Maria Da Silva Araújo
{"title":"Mendonça Mendonça Furtado e o projeto educativo no Norte da América portuguesa na era da ilustração","authors":"Jane Elisa Otomar Buecke, Sônia Maria Da Silva Araújo","doi":"10.4025/rbhe.v22.2022.e236","DOIUrl":"https://doi.org/10.4025/rbhe.v22.2022.e236","url":null,"abstract":"O artigo trata da concepção de educação presente nas cartas do governador do Estado do Grão-Pará e Maranhão Francisco Xavier de Mendonça Furtado (1751-1759). Essas cartas foram rastreadas e cotejadas de modo a identificar a materialização da concepção de educação do governador. Constatou-se que, a despeito da pouca visibilidade dada a esta personagem, Mendonça Furtado estava alinhado ao novo projeto educativo para a colônia portuguesa, não se deixando conduzir pelas estruturas sociais, econômicas, políticas e culturais que encontrou quando da sua chegada. Sua determinação e obstinação em levar a cabo o projeto estatal português de formação e educação de grupos humanos na Amazônia provocaram uma experiência trágica materializada em confrontos, fugas e rebeliões.","PeriodicalId":31193,"journal":{"name":"Revista Brasileira de Historia da Educacao","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-10-06","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"49552108","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}