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Coerência entre variabilidade climática do oceano pacífico e eventos extremos climáticos em Santiago (Chile) 太平洋气候变化与圣地亚哥极端气候事件之间的一致性(智利)
Revista Brasileira de Climatologia Pub Date : 2022-11-23 DOI: 10.55761/abclima.v31i18.16037
Djane Fonseca da Silva, M. T. Kayano, Pedro Fernandes de Souza Neto, F. S. Santos
{"title":"Coerência entre variabilidade climática do oceano pacífico e eventos extremos climáticos em Santiago (Chile)","authors":"Djane Fonseca da Silva, M. T. Kayano, Pedro Fernandes de Souza Neto, F. S. Santos","doi":"10.55761/abclima.v31i18.16037","DOIUrl":"https://doi.org/10.55761/abclima.v31i18.16037","url":null,"abstract":"O Chile está entre os 10 principais exportadores agrícolas do mundo e vem sofrendo com os eventos extremos e mudanças climáticas. Desse modo, o objetivo desse trabalho é identificar e quantificar a relação entre índices climáticos e variáveis meteorológicas de Santiago, com a intenção de auxiliar uma melhor previsão climática local, além de trazer mais detalhes a respeito da influência do Oceano Pacífico sobre a localidade de estudo. Foram submetidos à Análise de Ondaletas dados diários de temperatura média e precipitação em Santiago, para os anos de 1961 a 2017 e essas séries, para o mesmo período, foram analisadas junto às séries dos índices de Oscilação Sul e da Oscilação Decadal do Pacífico por meio da Análise de Coerência de Ondaletas. A série de temperatura mostrou-se sob influência do ciclo de manchas solares e do El Niño Oscilação Sul, no entanto, a Oscilação Decadal do Pacífico também influenciou nos totais de chuva local. Através das Análises de Ondaletas Cruzadas encontrou-se fortes coerências mostrando que com o acompanhamento climático da variabilidade do Oceano Pacífico através de seus índices, pode-se prever estatisticamente e antecipadamente os extremos de temperatura e precipitação para Santiago.","PeriodicalId":21297,"journal":{"name":"Revista Brasileira de Climatologia","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-11-23","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"43450421","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
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Obtenção do “Index-Flood” para regiões homogêneas de Minas Gerais 获得米纳斯吉拉斯均质地区的“洪水指数”
Revista Brasileira de Climatologia Pub Date : 2022-11-17 DOI: 10.55761/abclima.v31i18.15420
Italoema Pinheiro Bello, L. F. C. D. Oliveira, Gabriel Rezende de Souza, Flávia Vilela Corrêa, Alice Raquel Caminha, Marcelo Vieira da Silva Filho
{"title":"Obtenção do “Index-Flood” para regiões homogêneas de Minas Gerais","authors":"Italoema Pinheiro Bello, L. F. C. D. Oliveira, Gabriel Rezende de Souza, Flávia Vilela Corrêa, Alice Raquel Caminha, Marcelo Vieira da Silva Filho","doi":"10.55761/abclima.v31i18.15420","DOIUrl":"https://doi.org/10.55761/abclima.v31i18.15420","url":null,"abstract":"A importância de avaliar as precipitações intensas é devido à sua frequente utilização no dimensionamento de obras hidráulicas. Existem dificultadores relacionados à disposição de informações locais de precipitação, tornando necessária a utilização de técnicas de regionalização de chuvas intensas. Uma delas é a técnica conhecida como “Index-Flood” que visa uniformizar dados obtidos em pontos distintos de uma região considerada homogênea, para utilizá-los como um conjunto amostral único. Desta forma, o objetivo deste trabalho foi separar o estado de Minas Gerais em regiões hidrologicamente homogêneas e obter seus respectivos “Index-Flood” em função dos tempos de retorno e duração para contribuir na estimativa das chuvas de projeto. Foram utilizados dados de precipitação máxima diária anual e total anual referentes à 494 estações pluviométricas localizadas em Minas Gerais. Para a separação das regiões homogêneas utilizou-se a análise de agrupamentos k-médias, gerando um total de três grupos no estado. Para cada grupo foram geradas as relações IDF regionais, que relacionadas aos valores de intensidade de precipitação para diversos tempos de duração resultaram no “Index-Flood”. Posteriormente, foram obtidas as equações regionais de variável dependente, que associadas ao “Index-Flood” e o valor de precipitação local possibilitam a obtenção da chuva de projeto local utilizada para os dimensionamentos hidráulicos. Para todos os ajustes realizados, utilizou-se o coeficiente de determinação para avaliar a precisão das estimativas, sendo que, para todos os ajustes os valores de r² foram próximos a 1,0, indicando um bom ajuste dos dados permitindo que as equações geradas possam ser usadas na estimativa das chuvas de projetos.\u0000 \u0000 ","PeriodicalId":21297,"journal":{"name":"Revista Brasileira de Climatologia","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-11-17","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"43021209","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
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Sazonalidade do Sequestro e Estoque de Carbono na Caatinga, Durante as Estações Seca e Chuvosa 干旱和雨季期间卡廷加绑架和碳储量的季节性
Revista Brasileira de Climatologia Pub Date : 2022-10-28 DOI: 10.55761/abclima.v31i18.15583
Luciana Cristina de Sousa Vieira, Vicente De Paula Silva Filho, Vanessa De Almeida Dantas, Prakki Satyamurty, Aldeize Santos de Sá
{"title":"Sazonalidade do Sequestro e Estoque de Carbono na Caatinga, Durante as Estações Seca e Chuvosa","authors":"Luciana Cristina de Sousa Vieira, Vicente De Paula Silva Filho, Vanessa De Almeida Dantas, Prakki Satyamurty, Aldeize Santos de Sá","doi":"10.55761/abclima.v31i18.15583","DOIUrl":"https://doi.org/10.55761/abclima.v31i18.15583","url":null,"abstract":"A produção de biomassa em áreas de Caatinga apresenta grande variação espacial e sazonal, principalmente em função da distribuição das chuvas. Diante da diminuição da vegetação de Caatinga no nordeste brasileiro e ao consequente avanço da desertificação em todo o bioma, o presente estudo analisou qual tem sido o sequestro de carbono para o período de 2001 a 2019, em quatro áreas localizadas ao norte (A1), leste (A2), sul (A3) e oeste (A4) do bioma, e o que pode estar conduzindo com maior influência seu aumento ou diminuição. Através da análise com dados de sensoriamento remoto de produtividade primária bruta (PPB) e líquida (PPL), provenientes do MODIS, e dados de clima obtidos do NCEP e estações meteorológicas, observou-se que estão havendo uma redução das chuvas em todas as áreas, um aumento da temperatura do ar e redução de absorção de carbono pela biomassa. O  teste de Mann-Kendall foi aplicado para verificar o nível de significância destas mudanças  e constatamos que  os resultados foram estatisticamente significativos somente para A2. Também se verificou que a variável determinante no crescimento da vegetação de Caatinga é a chuva. Mesmo com baixa significância estatística para a maior parte das áreas, foi verificado que a PPB e PPL estão reduzindo para A1, A2 e A4 como possível consequência desta mudança no clima. Em A3 onde se observou aumento no sequestro de carbono, provavelmente devido a hidrologia local, o que está fazendo com que esta área de Caatinga seja resiliente mesmo em períodos de seca.","PeriodicalId":21297,"journal":{"name":"Revista Brasileira de Climatologia","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-10-28","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"48795706","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
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Variabilidade ambiental no município de Ibimirim, estado de Pernambuco, Brasil 巴西伯南布哥州伊比米林市的环境变异性
Revista Brasileira de Climatologia Pub Date : 2022-10-28 DOI: 10.55761/abclima.v31i18.15536
Djailson Silva da Costa Júnior, Rinaldo Luiz Caraciolo Ferreira, José Antônio Aleixo da Silva, Givanildo de Gois, Mayara Maria de Lima Pessoa, Vanessa Sousa da Silva
{"title":"Variabilidade ambiental no município de Ibimirim, estado de Pernambuco, Brasil","authors":"Djailson Silva da Costa Júnior, Rinaldo Luiz Caraciolo Ferreira, José Antônio Aleixo da Silva, Givanildo de Gois, Mayara Maria de Lima Pessoa, Vanessa Sousa da Silva","doi":"10.55761/abclima.v31i18.15536","DOIUrl":"https://doi.org/10.55761/abclima.v31i18.15536","url":null,"abstract":"Objetivou-se verificar falhas nos dados e preenchê-los; análise descritiva; quantificar a ocorrência de períodos de seca com índices SPI e PDSI; identificar os períodos chuvosos com Balanço Hídrico Climatológico. Os dados climáticos de 1990-2019, de Ibimirim-PE, foram oriundos do Instituto Nacional de Meteorologia e Agência Pernambucana de Águas e Climas. Apontou-se falhas (~ 40%) para chuva e temperatura, a variabilidade, nos meses de agosto 16,67% e setembro 26,67%, valores nos meses seguintes de 3,33%; 10,00% e 6,67%. A ocorrência de chuvas > 40 mm, em janeiro, abril, maio e dezembro, fevereiro (107,23 ± 64,78 mm) e março (111,33 ± 92,59 mm), com os maiores volumes, os valores mínimos iguais a zero e máximos > 20 mm em janeiro, abril, e agosto-dezembro. Houve distribuição igualitária na temperatura, mais baixas entre junho-agosto. O SPI, identificou nos anos de 1991-1997; 1999-2003; 2006-2007; 2011; 2013; 2016; 2018 e 2019 próximos a normal; 1990; 2014; 2015; 2017 El Niño; 1998 La Niña; todos os anos moderadamente secos e 2012 extremamente seco La Niña. O PDSI extremamente úmidos 1998; 1999 e 2012 La Niña; 2014; 2015 e 2017 El Niño; e 2018 La Niña; moderadamente úmidos 2013 Neutro e 2019 El Niño, chuva média acumulada anual,  < 520,66 mm outrora > 520,66 mm; ligeiramente úmidos 1990 El Niño e 2003 Neutro e úmido incipiente, 1991 e 1993 El Niño. Não houve excedente hídrico no solo, os valores de evapotranspiração potencial média anual de 1563,44 mm ano-1, superior a precipitação anual, classificado assim como clima (DdA’a’).","PeriodicalId":21297,"journal":{"name":"Revista Brasileira de Climatologia","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-10-28","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"46922643","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
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Regime de ventos em cidades de diferentes regiões geográficas de Alagoas a partir de dados meteorológicos recentes 根据最近的天气资料,阿拉格斯不同地理区域城市的风况
Revista Brasileira de Climatologia Pub Date : 2022-10-26 DOI: 10.55761/abclima.v31i18.15606
Mônica Ferreira da Silva, Ricardo Victor Rodrigues Barbosa
{"title":"Regime de ventos em cidades de diferentes regiões geográficas de Alagoas a partir de dados meteorológicos recentes","authors":"Mônica Ferreira da Silva, Ricardo Victor Rodrigues Barbosa","doi":"10.55761/abclima.v31i18.15606","DOIUrl":"https://doi.org/10.55761/abclima.v31i18.15606","url":null,"abstract":"Informações acerca do regime de vento à superfície é relevante para diversos setores sociais e ambientais. Este artigo objetiva contribuir para a caracterização do regime de ventos em multiescala (anual, mensal e horária) em três regiões geográficas alagoanas, com características climáticas distintas, a partir de dados meteorológicos recentes registrados em superfície por estações automáticas do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), tomando como estudos de caso Maceió, Arapiraca e Pão de Açúcar, representativos das regiões leste, centro e oeste do Estado, respectivamente. O software WRPLOT v.8.0.2 foi usado para geração de rosas de vento e histogramas. Em Maceió, observou-se padrão bem definido de predominância de vento de E (outubro-abril) e SE (maio a agosto - quadra chuvosa), associados aos alísios sobrepostos à influência sinótica da Alta Subtropical do Atlântico Sul (ASAS). A mesma predominância e sazonalidade foi observada em Arapiraca. Em Pão de Açúcar, observou-se regime peculiar com predominância absoluta anual da direção SE, indicando forte influência da topografia, com a canalização da brisa marítima pelo cânion do rio São Francisco (regime Aracati). Observou-se, nos três sítios, tendência de aumento na velocidade média mensal ao aproxima-se o verão, assim como tendência de redução aproximando-se o inverno. Essa dinâmica é menos acentuada em Maceió, onde a média mensal é mais constante. Em Arapiraca, essa dinâmica apresenta-se mais acentuada, com médias mensais maiores entre novembro a março, e médias menores especialmente no inverno. Em Pão de Açúcar, essa dinâmica apresenta-se bastante acentuada, com os meses de junho e julho registrando médias inferiores a 1 m.s-1.","PeriodicalId":21297,"journal":{"name":"Revista Brasileira de Climatologia","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-10-26","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"47041188","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
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Padrões Climáticos dos Extremos Chuvosos em Uberlândia - MG uberlandia - MG极端多雨天气模式
Revista Brasileira de Climatologia Pub Date : 2022-10-25 DOI: 10.55761/abclima.v31i18.15630
Camila Bertoletti Carpenedo, Mirian De Paula Lima
{"title":"Padrões Climáticos dos Extremos Chuvosos em Uberlândia - MG","authors":"Camila Bertoletti Carpenedo, Mirian De Paula Lima","doi":"10.55761/abclima.v31i18.15630","DOIUrl":"https://doi.org/10.55761/abclima.v31i18.15630","url":null,"abstract":"Minas Gerais é o estado com maior frequência anual de desastres naturais hidrológicos da Região Sudeste do Brasil, com destaque para o verão, justamente por ser o período mais chuvoso do ano. Assim, o objetivo deste estudo é investigar os padrões climáticos relacionados aos extremos chuvosos em Uberlândia - MG durante o verão (1980-2015), visto que este é o 2° município mais populoso do estado e o 12° mais populoso do Brasil dentre os municípios com mais de 500 mil habitantes, exceto as capitais . Os resultados mostram que os extremos chuvosos (percentil de 90%) em Uberlândia são relacionados principalmente à Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) e aos eventos de El Niño. Em dezembro domina eventos de El Niño e aquecimento do Pacífico equatorial (regiões do Niño 3 e Niño 4). Além disso, a intensificação do jato de baixos níveis da América do Sul entre a Amazônia e Minas Gerais, devido ao fortalecimento da Alta Subtropical do Atlântico Norte, favorece um aumento da convecção anômala. Em janeiro predomina eventos de El Niño, uma circulação ciclônica em 850 hPa entre São Paulo e Minas Gerais e atuação de ZCAS oceânica. Em fevereiro domina eventos de El Niño-Pacífico Central, cavado em níveis médios/ circulação ciclônica em 850 hPa sobre o centro-sul do país, com aumento da convecção da ZCAS.","PeriodicalId":21297,"journal":{"name":"Revista Brasileira de Climatologia","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-10-25","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"45161722","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
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Identificação e caracterização de eventos climáticos secos e úmidos no ABC Paulista no período de 2000-2020 usando o SPI 使用SPI识别和表征2000-2020年期间ABC Paulista的干旱和潮湿气候事件
Revista Brasileira de Climatologia Pub Date : 2022-10-06 DOI: 10.55761/abclima.v31i18.15485
Marina de Oliveira, Nilton Manuel Évora Do Rosário, L. V. Rizzo, Michelle Simões Reboita, Anita Rodrigues de Moraes Drumond
{"title":"Identificação e caracterização de eventos climáticos secos e úmidos no ABC Paulista no período de 2000-2020 usando o SPI","authors":"Marina de Oliveira, Nilton Manuel Évora Do Rosário, L. V. Rizzo, Michelle Simões Reboita, Anita Rodrigues de Moraes Drumond","doi":"10.55761/abclima.v31i18.15485","DOIUrl":"https://doi.org/10.55761/abclima.v31i18.15485","url":null,"abstract":"Neste estudo foram identificados os eventos climáticos secos e úmidos ocorridos no ABC Paulista (Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Rio Grande da Serra e Ribeirão Pires), uma região de grande importância hídrica, econômica e industrial no Estado de São Paulo, no período de 2000 a 2020. Para tanto, foram utilizados dados mensais de precipitação estimados pelo algoritmo IMERG aplicado às medidas da constelação de satélites da GPM, e a técnica do Índice de Precipitação Padronizada (SPI), considerando as escalas temporais de acumulação de 1, 3, 6 e 12 meses. Para todas as escalas do SPI, foram registrados 45 eventos secos (SPI-1: 25, SPI-3: 13, SPI-6: 6 e SPI-12: 1) e 50 eventos úmidos (SPI-1: 27, SPI-3:15, SPI-6: 6 e SPI-12: 2) no ABC Paulista durante o período de estudo. Utilizando o teste z para o nível de significância de 5%, as condições  úmidas predominaram na primeira década (2000-2010) no SPI-1, enquanto as condições  de seca foram dominantes na segunda década (2010-2020) do período em estudo no SPI-6 e SPI-12. Os resultados indicam que o SPI é uma ferramenta útil para a análise de condições climáticas anômalas associadas à precipitação.\u0000 ","PeriodicalId":21297,"journal":{"name":"Revista Brasileira de Climatologia","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-10-06","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"47338280","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
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Interpoladores híbrido e não híbrido aplicados na distribuição espacial das chuvas na região montanhosa costeira fluminense 杂交和非杂交插值在里约热内卢沿海山区降雨空间分布中的应用
Revista Brasileira de Climatologia Pub Date : 2022-09-24 DOI: 10.55761/abclima.v31i18.15788
Orlindo Gomes de Farias, C. Francisco, José Francisco de Oliveira-Júnior, Maurício Soares Silva, L. Pimentel
{"title":"Interpoladores híbrido e não híbrido aplicados na distribuição espacial das chuvas na região montanhosa costeira fluminense","authors":"Orlindo Gomes de Farias, C. Francisco, José Francisco de Oliveira-Júnior, Maurício Soares Silva, L. Pimentel","doi":"10.55761/abclima.v31i18.15788","DOIUrl":"https://doi.org/10.55761/abclima.v31i18.15788","url":null,"abstract":"Apesar dos avanços no monitoramento espaço-temporal das chuvas, suas informações em regiões de topografia complexa são escassas. A interpolação espacial baseada em dados orbitais pode suprir tal escassez. Portanto, o estudo avaliou o desempenho de interpoladores híbrido e não híbrido na estimativa da chuva na Região Hidrográfica da Baía da Ilha Grande (RHBIG), situada na Serra do Mar, nos estados de RJ e SP. Dados de chuvas de estações de superfície e de estações virtuais, derivadas do produto CHIRPS, entre os anos 2004 e 2013, foram utilizados para geração de modelos pelos interpoladores Krigagem Ordinária (KO) e Krigagem Regressão (KR), tendo como variável explicativa o Modelo Digital de Elevação (MDE). Os resultados mostraram correlação (r = 0,68) entre os dados observados e do CHIRPS, com a taxa de chuva subestimada no litoral, média da diferença (di) de -10%, e superestimada no planalto (di = 9%), o que origina distribuição espacial suavizada. Em relação aos modelos de chuva, os KR, linear e logarítmico, tenderam a extrapolar os valores mínimos e máximos, e aumentar a taxa de chuva do litoral para o planalto, com média de -28% das estações do litoral. Enquanto, nos modelos da KO, o volume tende a diminuir do litoral para o planalto (di = -1,4), o que é corroborado por estudos já realizados na RHBIG com dados observados. Por fim, os modelos de ambos interpoladores, com as estações virtuais corrigidas pelos dados observados, mostram aumento da amplitude pluviométrica, o que diminui a suavização do modelo CHIRPS. Desta forma, os modelos da KO derivados de uma rede densa e regular de estações virtuais, corrigidas por dados observados, podem ser uma alternativa para utilização dos dados CHIRPS em locais de topografia complexa sem uma rede densa de estações de superfície, o que origina em modelos de maior resolução espacial e amplitude pluviométrica.","PeriodicalId":21297,"journal":{"name":"Revista Brasileira de Climatologia","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-09-24","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"47808423","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
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A variação espacial da ilha de calor e sua associação com as características paisagísticas em Sinop-MT Sinop MT热岛的空间变异及其与景观特征的关联
Revista Brasileira de Climatologia Pub Date : 2022-09-23 DOI: 10.55761/abclima.v31i18.15470
Luis Flávio de Araújo, Margarete Cristiane de Costa Trindade Amorim, Vincent Dubreuil, Damien Arvor
{"title":"A variação espacial da ilha de calor e sua associação com as características paisagísticas em Sinop-MT","authors":"Luis Flávio de Araújo, Margarete Cristiane de Costa Trindade Amorim, Vincent Dubreuil, Damien Arvor","doi":"10.55761/abclima.v31i18.15470","DOIUrl":"https://doi.org/10.55761/abclima.v31i18.15470","url":null,"abstract":"Com base nas alterações nos elementos do clima local decorrentes das atividades humanas e das constantes modificações na paisagem natural, o presente artigo objetiva analisar a ilha de calor em Sinop (MT) e a sua espacialização no intraurbano em relação ao entorno rural, bem como a sua relação com as características paisagísticas e as condições atmosféricas atuantes. Para tanto, partiu-se da classificação da paisagem com base em aspectos como a densidade construtiva, os materiais e a altura das construções, a cobertura e uso da terra e da aferição da temperatura do ar em pontos equidistantes em 200 m, por meio de transectos móveis e de um ponto rural padrão. Os transectos foram realizados em três episódios de estiagem de setembro de 2020, no período noturno. Os resultados evidenciam características semelhantes da ilha de calor em relação a outros trabalhos realizados para a área de estudo, como o maior aquecimento da área central/comercial da cidade. Também se verificou o papel da vegetação como redutora da temperatura no intraurbano e a complexa relação da espacialização da temperatura do ar e intensidade da ilha de calor com as diversificadas propriedades paisagísticas. Por fim, destacou-se a importância de se qualificar o rural utilizado como padrão, pois certos usos e coberturas tipicamente rurais, como as áreas cultiváveis, podem apresentar características térmicas semelhantes às verificadas no intraurbano.","PeriodicalId":21297,"journal":{"name":"Revista Brasileira de Climatologia","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-09-23","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"46408440","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
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Análise da distribuição pluviométrica na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro 里约热内卢里约热内卢Baixada Fluminense降雨分布分析
Revista Brasileira de Climatologia Pub Date : 2022-09-23 DOI: 10.55761/abclima.v31i18.15225
Carolina Bastos Lopes, F. Dourado, Lucio Silva de Souza, G. Gois, Paula Marangoni Gazineu Marinho Pinto
{"title":"Análise da distribuição pluviométrica na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro","authors":"Carolina Bastos Lopes, F. Dourado, Lucio Silva de Souza, G. Gois, Paula Marangoni Gazineu Marinho Pinto","doi":"10.55761/abclima.v31i18.15225","DOIUrl":"https://doi.org/10.55761/abclima.v31i18.15225","url":null,"abstract":"O estudo da distribuição de chuva no Brasil é importante tanto para a economia quanto para a redução de desastres naturais. Os eventos de chuvas intensas que causam tanto secas quanto inundações geram perdas e danos sobretudo para a população mais carente. Com isso, o objetivo deste artigo é analisar a distribuição espaço temporal das chuvas na região da Baixada Fluminense, Rio de Janeiro, no período entre 2003 e 2017. Para o estudo foram utilizados seis postos pluviométricos e estações meteorológicas, distribuídas ao longo da região. A chuva anual acumulada para a Baixada Fluminense é de 1830  mm, com os meses de maio a setembro sendo os mais chuvosos, com destaque para janeiro com 269 mm. O período seco da região é de abril a outubro com a menor média em agosto com 64mm. Um  fator importante é a distribuição espacial da chuva, onde a região leste da Baixada Fluminense apresenta os maiores valores de chuva, principalmente, em Duque de Caxias e Guapimirim. A região Oeste é a menos chuvosa com destaque para Piraí e Seropédica. Esta distribuição desigual da chuva indica a influência do fator topográfico na espacialização da chuva na Baixada Fluminense, como as baías da Guanabara e Sepetiba que são fontes de umidade. Além da Serra do Mar e do Morro da Mazomba que são  bloqueios orográficos frente às massas de ar.","PeriodicalId":21297,"journal":{"name":"Revista Brasileira de Climatologia","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-09-23","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"46376182","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
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