{"title":"FENÔMENO SATURADO E EXPERIÊNCIA DO SAGRADO: REVENDO UMA NOÇÃO DE JEAN-LUC MARION","authors":"Marco Heleno Barreto","doi":"10.20911/21769389v49n154p265/2022","DOIUrl":"https://doi.org/10.20911/21769389v49n154p265/2022","url":null,"abstract":"Neste trabalho a noção de fenômeno saturado, proposta por Jean-Luc Marion, é apresentada criticamente e revista. Apoiando-se nas objeções levantadas por L.B. Puntel, que têm um impacto considerável sobre o projeto de Marion de pensar Deus exclusivamente de um ponto de vista fenomenológico, o autor revê o fenômeno saturado através de um retorno à sua fonte primeira: a terceira Crítica de Kant. Desta forma, a natureza simbólica desse fenômeno fica enfatizada, assim como sua constituição estrutural pela imaginação analógica. Em seguida, enfocando o tipo específico de fenômeno saturado que é o fenômeno da revelação, mostra-se como esta versão revista da noção de Marion é adequada para se pensar a experiência do sagrado. Por fim, corrobora-se esse ponto de vista por meio de uma breve alusão à concepção de experiência religiosa em Rudolf Otto.","PeriodicalId":210199,"journal":{"name":"Síntese: Revista de Filosofia","volume":"28 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-09-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"133093271","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"A RESPOSTA DE THOMAS REID AO CETICISMO","authors":"Vinícius França Freitas","doi":"10.20911/21769389v49n154p365/2022","DOIUrl":"https://doi.org/10.20911/21769389v49n154p365/2022","url":null,"abstract":"O objetivo do artigo é apresentar e discutir o modo como a filosofia do senso comum de Thomas Reid responde ao ceticismo sobre a fiabilidade epistêmica das faculdades da mente. A hipótese aqui apresentada estabelece que a resposta reidiana possui três argumentos. Em primeiro lugar, Reid mostra porque é impossível provar a fiabilidade das faculdades da mente e porque os filósofos podem começar suas investigações aceitando a verdade das crenças devidas a estas faculdades. Em segundo lugar, Reid mostra que é inconsistente escolher uma destas faculdades como única fonte de crenças verdadeiras. Isto é arbitrário. Aqueles autores que escolhem, por exemplo, a consciência como única fonte de conhecimento fiável, apenas reforçam a defesa de que todas as faculdades da mente são igualgmente fiáveis. Em terceiro lugar, se as faculdades da mente operam apropriadamente, isto é, quando a mente não é afetada por uma desordem ou doença, não há boas razões para colocar em questão sua fiabilidade e, portanto, questionar a verdade das crenças devidas a elas.","PeriodicalId":210199,"journal":{"name":"Síntese: Revista de Filosofia","volume":"26 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-09-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"133122756","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"INTERFACES ENTRE ECOLOGIA E MORALIDADE: UM ENSAIO FILOSÓFICO-TEOLÓGICO","authors":"L. Biasoli","doi":"10.20911/21769389v49n154p283/2022","DOIUrl":"https://doi.org/10.20911/21769389v49n154p283/2022","url":null,"abstract":"Em tempos em que os sistemas humanos aceleram as esferas de descuido, de caos, faz-se necessário buscar novos princípios que fundamentem as bases essenciais da existência e das relações humanas. Nesse viés, a reflexão sobre o caminho da pessoa que busca entender-se como ser de Cuidado torna-se cada vez mais urgente, haja vista que pode promover uma compreensão profunda sobre as próprias atitudes e ações em relação ao todo da vida existente. Dessa forma, toda ação humana para ser boa deve adotar os princípios de Cuidado, e sua reflexão em nível de essência religiosa tem como base a narrativa da Criação na busca de encontrar fundamentos para uma ética necessária e essencial, e que seja norma de conduta responsável, visto que só pela moral do Cuidado com a terra a pessoa manifesta a sua realidade e assume o seu ser em imagem e semelhança ao Criador.","PeriodicalId":210199,"journal":{"name":"Síntese: Revista de Filosofia","volume":"1 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-09-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"130106897","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"O PROBLEMA ONTOLÓGICO DO ESPAÇO NOS PARÁGRAFOS 22 A 24 DE SER E TEMPO","authors":"A. Ferreira","doi":"10.20911/21769389v49n154p387/2022","DOIUrl":"https://doi.org/10.20911/21769389v49n154p387/2022","url":null,"abstract":"Por que o problema ontológico do espaço ainda está em aberto na filosofia heideggeriana, assumimos a questão do ser do espaço como nosso próprio problema. Para tratarmos dessa problemática, recorremos aos parágrafos 22 a 24 de Ser e tempo, onde Heidegger nos apresenta uma analítica do espaço. Partimos do pressuposto que a espacialidade é um a priori, que libera o espaço como um caráter de ser do Dasein e do ente intramundano. Nosso objetivo é investigar em que medida podemos considerar o espaço tanto como existencial constitutivo da existencialidade do Dasein, tanto como categoria que deixa e faz ver a mundanidade do mundo. O propósito dessa investigação é evidenciar que, enquanto um a priori, a espacialidade apresenta uma distinção ontológica referente ao caráter de ser espacial dos entes em vez de uma dubiedade conceitual ou uma aporia.","PeriodicalId":210199,"journal":{"name":"Síntese: Revista de Filosofia","volume":"45 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-09-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"129992500","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"NOTE SU METAXY E ARMONIA DEI CONTRARI IN SIMONE WEIL","authors":"M. Marianelli","doi":"10.20911/21769389v49n153p143/2022","DOIUrl":"https://doi.org/10.20911/21769389v49n153p143/2022","url":null,"abstract":"Um elemento central na ontologia de Simone Weil é a correlação entre o caráter absoluto da verdade e seu destino humano. A Filosofia é um pensar no “entre”, no sentido de, platonicamente, respeitar a distância subsistente entre “a essência do necessário e aquela do bem” e, de certa forma, em habitar aquela distância. Este artigo propõe algumas notas relacionadas à dimensão mítica, que é um espaço privilegiado da correlação entre o caráter absoluto da verdade e o seu destino humano, relacionadas ao tema do belo, como lugar onde emerge a “realidade”; e, por fim, relacionadas à concepção de metaxu e à possibilidade de conceber a harmonia dos contrários.\u0000Palavras-chave: Simone Weil. Filosofia do intermediário. Metaxu. Ontologia da mediação. Harmonia dos contrários.","PeriodicalId":210199,"journal":{"name":"Síntese: Revista de Filosofia","volume":"14 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-04-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"128873882","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"RELIGION ‘NATURELLE’, MYTHOLOGIE ET PHILOSOPHIE DE LA REVELATION CHEZ S. WEIL","authors":"E. Gabellieri","doi":"10.20911/21769389v49n153p129/2022","DOIUrl":"https://doi.org/10.20911/21769389v49n153p129/2022","url":null,"abstract":"Os debates que tiveram lugar sobre a “Pachamama” e a relação entre o Cristianismo e as espiritualidades da “Mãe Terra”, durante o último Sínodo da Amazônia, só podem ser esclarecidos reconectando a Revelação e o que a tradição chamou de “o livro da criação”, ou de “religiões naturais”. Simone Weil, diante da crise do racionalismo moderno, percebeu a necessidade de renovar o diálogo entre mito e razão, criação e revelação. Por isso o seu pensamento é precioso para nós, porque já naquela época, e ainda hoje, a tendência idólatra e mais ameaçadora já não é aquela que habitava o antigo “paganismo”, mas o desses novos ídolos contemporâneos que são os poderes econômicos, tecno-científicos e políticos. Portanto, “Logos” e “Muthos” devem ser vistos menos como ramos de um dilema e mais como dois princípios cujo Verbo Encarnado une e transcende no mistério da Encarnação.\u0000Palavras-chave: Religião Natural. Revelação. Logos e Muthos. Paganismo. Cristianismo.","PeriodicalId":210199,"journal":{"name":"Síntese: Revista de Filosofia","volume":"1 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-04-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"129427778","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"A FORMAÇÃO DA NOÇÃO DE CONTRADIÇÃO NA FILOSOFIA DE SIMONE WEIL","authors":"Fernando Rey Puente","doi":"10.20911/21769389v49n153p55/2022","DOIUrl":"https://doi.org/10.20911/21769389v49n153p55/2022","url":null,"abstract":"O objetivo deste artigo é o de investigar a dupla origem da noção de contradição – experiência docente e incursões políticas – que está presente nos textos weilianos da década de 30 do século passado indicando a importância dessa noção para a filosofia weiliana que foi elaborada de modo particularmente intenso nos derradeiros anos de vida da filósofa (entre 1940 e 1943).\u0000Palavras-chave: Contradição. Experiência docente. Experiência política. Ciência. Analogia.","PeriodicalId":210199,"journal":{"name":"Síntese: Revista de Filosofia","volume":"57 5","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-04-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"133357360","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"FAZER O INVENTÁRIO DA NOSSA CIVILIZAÇÃO","authors":"Maria Da Penha Villela-Petit","doi":"10.20911/21769389v49n153p13/2022","DOIUrl":"https://doi.org/10.20911/21769389v49n153p13/2022","url":null,"abstract":"Em “Fazer o inventário da nossa civilização” meu objetivo é de mostrar o percurso de vida e pensamento de Simone Weil, que a levou a escrever, em Londres, sua segunda grande obra, conhecida como L’Enracinement. Obra cujos três sub-títulos mostram que ela tem a ver com o desenraizamento que afeta o trabalhador operário, o trabalhador camponês e a nação francesa. As experiências vividas por S. Weil do início dos anos trinta até sua morte em Londres em 1943, incluindo sua participação à guerra da Espanha, não podem ser negligenciadas quando se lê L’Enracinement. Enfim, é essencial constatar e sentir a presença do Cristo nessa sua obra tão importante.\u0000Palavras-chave: Desenraizamento. Justiça. Agir. Cristo. Auto-sacrifício.","PeriodicalId":210199,"journal":{"name":"Síntese: Revista de Filosofia","volume":"95 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-04-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"132847534","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"SIMONE WEIL","authors":"Andreia Serrato","doi":"10.20911/21769389v49n153p113/2022","DOIUrl":"https://doi.org/10.20911/21769389v49n153p113/2022","url":null,"abstract":"Repensar a condição humana, mais especificamente o trabalho humano, perpassou a vida e a obra de Simone Weil, grande intelectual francesa do séc. XX. Momento importante, no séc. XXI para retomar o que Albert Camus afirmou em 1949, após a Segunda Guerra: “Parece-me impossível imaginar um renascer para a Europa que não tenha em conta as exigências definidas por Simone Weil”. O objetivo da pesquisa é apresentar a compreensão de Simone Weil sobre a “mística do trabalho” e identificar elementos que contribuam para a reflexão sobre a condição do trabalho na atualidade. Para o desenvolvimento deste estudo são utilizados textos importantes da autora, como A gravidade e a graça (1947) e Condição operária (1951). Como resultado, destaca-se o novo método que é proposto por Simone Weil para unir trabalho e contemplação para uma espiritualidade do trabalho.\u0000Palavra-chave: Mística. Condição operária. Sofrimento humano.","PeriodicalId":210199,"journal":{"name":"Síntese: Revista de Filosofia","volume":"37 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-04-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"132494280","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"MODUS VIVENDI COMO PATHOS FILOSÓFICO:","authors":"B. Valle","doi":"10.20911/21769389v49n153p69/2022","DOIUrl":"https://doi.org/10.20911/21769389v49n153p69/2022","url":null,"abstract":"O modo como Simone Weil compreende e pratica a filosofia é o tema desta reflexão. Nela é explorado a originalidade de seu pensamento no cenário da filosofia desenvolvida nas primeiras décadas do século XX. Mais do que localizar uma definição, busca a sintonia com o pathos filosófico por ela vivenciado, ou seja, o modus vivendi que assume ser, o exercício filosófico, um trabalho de transformação de si mesmo. Indica que a filósofa, no âmbito daquilo que se pode chamar de sua metafilosofia, ou seja, de seu pensamento sobre a filosofia, não produz um corpo sistemático de exigências acadêmicas; antes, fazendo e vivendo a filosofia ao modo dos gregos, como uma espécie de exercício espiritual, reivindica a profunda inter-relação entre reflexão e vida. O estudo se volta, ainda, para o registro do lugar desempenhado pelas contradições e pelo sofrimento, em sua expressão de malheur, como solo de absoluta necessidade para justificação da vida filosófica.\u0000Palavras chave: Simone Weil. Metafilosofia. Exercícios Espirituais. Malheur.","PeriodicalId":210199,"journal":{"name":"Síntese: Revista de Filosofia","volume":"23 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-04-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"126657466","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}