Revista de LetrasPub Date : 2023-08-22DOI: 10.36517/revletras.42.1.11
Kamila Moreira de Oliveira de Lima, L. Freitas, W. C. Costa
{"title":"\"ON TRANSLATING HOMER\": TRADUÇÃO DA PRIMEIRA CONFERÊNCIA DE MATTHEW ARNOLD SOBRE A TRADUÇÃO DE HOMERO","authors":"Kamila Moreira de Oliveira de Lima, L. Freitas, W. C. Costa","doi":"10.36517/revletras.42.1.11","DOIUrl":"https://doi.org/10.36517/revletras.42.1.11","url":null,"abstract":"Crítico literário exigente e, como ele mesmo dizia, de inflexível honestidade, em 1861, Matthew Arnold proferiu uma conferência sobre a tradução de Homero para o inglês, sobretudo a então recente tradução da Ilíada realizada por Francis Newman, gerando uma réplica seguida de uma tréplica. Nesta tradução comentada, que introduzirá esta série de três conferências traduzidas para o sistema literário brasileiro, iniciamos a tradução do material pela primeira conferência de Arnold na Universidade de Oxford para, futuramente, nos debruçarmos sobre as respostas a esta e à conferência seguinte. Aqui, apresentamos uma breve introdução a Arnold, à conferência em si e algumas notas acerca do processo tradutório para o português brasileiro. A tradução proposta primou por manter o ritmo de Arnold, marcado por longos períodos e parágrafos e por uma pontuação heterodoxa. Um dos textos de uma das reconhecidamente mais relevantes contendas dos Estudos da Tradução, esta tradução inédita para o português brasileiro tem como objetivo disponibilizar aos leitores de língua portuguesa uma importante contribuição à crítica de Homero.","PeriodicalId":40243,"journal":{"name":"Revista de Letras","volume":"75 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-08-22","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"73274651","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":4,"RegionCategory":"文学","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Revista de LetrasPub Date : 2023-08-22DOI: 10.36517/revletras.42.1.9
Karine Simoni, Karla Ribeiro
{"title":"FILIPPO SASSETTI (1540-1588), UM FLORENTINO A SERVIÇO DAS GRANDES NAVEGAÇÕES: TRADUÇÃO COMENTADA E ANOTADA DO ITALIANO AO PORTUGUÊS DA CARTA XCV","authors":"Karine Simoni, Karla Ribeiro","doi":"10.36517/revletras.42.1.9","DOIUrl":"https://doi.org/10.36517/revletras.42.1.9","url":null,"abstract":"Nas viagens a Portugal, Espanha e Índias, que realizou entre 1578 e 1581 a serviço da família Medici, de Florença, o mercador florentino Filippo Sassetti (1540-1588) dedicou-se também à escrita de cartas que hoje compõem um epistolário de cerca de 126 missivas (Boutier, 1994) endereçadas a amigos, familiares e autoridades. O objetivo deste artigo é tecer algumas considerações sobre a escrita de Sassetti a partir da apresentação da tradução comentada e anotada do italiano ao português da carta XCV, considerações estas que servirão de guia para a tradução de todo o epistolário. Tal carta foi escrita de Cochim, Índia, em 1585 e endereçada a Michele Saladini, mercador de Pisa. A numeração da carta segue a edição publicada em 1855 por Ettore Marcucci, e foi escolhida por ser uma das doze cartas nas quais o autor cita o Verzino, nome pelo qual era conhecido o Brasil na península itálica na época das Grandes Navegações. O estudo tem a seguinte estrutura: apresentação biográfico-crítica do autor (Dei, 1995; Brege, 2014; 2020); reflexões acerca da escrita de cartas e da literatura de viagem, exposição dos principais temas e destinatários presentes nas cartas, e, por fim, tradução e comentários da carta XCV. A tradução e os comentários são feitos a partir das considerações de Torres (2017) sobre tradução comentada, e Berman (2013), Venuti (2019) e Eco (2014) a respeito dos Estudos da Tradução e o ato de traduzir. Nos comentários da tradução serão tratadas situações relacionadas a marcadores temporais, como formas de tratamento, questões de léxico e estilístico-sintáticas.","PeriodicalId":40243,"journal":{"name":"Revista de Letras","volume":"1 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-08-22","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"82983651","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":4,"RegionCategory":"文学","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Revista de LetrasPub Date : 2023-08-22DOI: 10.36517/revletras.42.1.19
Cynthia Beatrice Costa, Igor Antônio Lourenço da Silva
{"title":"ANNOTATING TRANSLATION AS A MEANINGFUL METACOGNITION-ORIENTED PRACTICE IN THE TRANSLATION CLASSROOM","authors":"Cynthia Beatrice Costa, Igor Antônio Lourenço da Silva","doi":"10.36517/revletras.42.1.19","DOIUrl":"https://doi.org/10.36517/revletras.42.1.19","url":null,"abstract":"Translating is a cognitively complex activity aimed at tackling an ill-defined problem: selecting only one viable rendition in the target language from a series of multiple viable choices for a given text in a source language (PYM, 2003). Developing the ability to perform such an activity with a reasonable speed and justified confidence (PYM, 2003) may profit from learning how to perform a parallel activity, i.e., annotating, as a fruitful avenue toward metacognition (ALVES, 2005; SHREVE, 2006) and the articulation thereof. We argue in this article that annotating (or commenting) can be an effective practice in the translation of any genre and play a relevant role from the beginning of translator’s training. Building both on a review of expertise (ERICSSON, 2001) and translation pedagogy (GONÇALVES, 2020; ESQUEDA, 2020) and on our own teaching experience, we suggest that annotating translation can: a) be performed as part of deliberate practice (in the broad sense) during the translation process, b) honestly inform students and trainers about the difficulties faced during the process, c) invite useful feedback, and d) potentially leverage students’ metacognition.","PeriodicalId":40243,"journal":{"name":"Revista de Letras","volume":"70 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-08-22","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"76537947","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":4,"RegionCategory":"文学","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Revista de LetrasPub Date : 2023-08-22DOI: 10.36517/revletras.42.1.13
Maria Angélica Deângeli, Juliana Furquim
{"title":"CENAS DE EXPERIÊNCIAS HAITIANAS, COM YANICK LAHENS","authors":"Maria Angélica Deângeli, Juliana Furquim","doi":"10.36517/revletras.42.1.13","DOIUrl":"https://doi.org/10.36517/revletras.42.1.13","url":null,"abstract":"A proposta deste artigo é apresentar a tradução comentada, do francês para o português brasileiro, do conto Une histoire américaine, extraído do livro La petite corruption (1999), da escritora haitiana Yanick Lahens. Para tanto, parte-se, por um lado, das pesquisas teóricas sobre tradução e sobre tradução comentada em contexto acadêmico; por outro, explora-se o universo haitiano no qual o conto se insere. Assim, no contexto dos estudos da tradução, tomam-se por base os estudos de Antoine Berman, principalmente de sua obra A tradução e a letra ou o albergue do longínquo (2007). No que se refere ao gênero tradução comentada, faz-se referência às pesquisas de Torres (2017) e Sardin (2007), nas quais as autoras se debruçam sobre a problemática da tradução comentada em contexto acadêmico e apontam a relação intrínseca entre comentário e tradução. Também se menciona o trabalho de Mittmann (2003), no que concerne às notas de tradução numa perspectiva discursiva. Com o intuito de investigar as particularidades da escrita de Yanick Lahens, suas preocupações enquanto escritora de expressão francesa, e a fim de abordar as questões históricas e culturais subjacentes à narrativa, faz-se menção aos trabalhos de Cadely (2016) e Cothière (2017). \u0000 \u0000Palavras-chave: Língua francesa; tradução comentada; Yanick Lahens. \u0000 ","PeriodicalId":40243,"journal":{"name":"Revista de Letras","volume":"8 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-08-22","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"90256093","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":4,"RegionCategory":"文学","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Revista de LetrasPub Date : 2023-08-22DOI: 10.36517/revletras.42.1.1
Marcelo Paiva de Souza
{"title":"TRÊS SONETOS DE ADAM MICKIEWICZ","authors":"Marcelo Paiva de Souza","doi":"10.36517/revletras.42.1.1","DOIUrl":"https://doi.org/10.36517/revletras.42.1.1","url":null,"abstract":"No presente artigo, apresento e discuto brevemente minhas traduções de três sonetos de Adam Mickiewicz, dados à estampa na coletânea Sonety, em 1826: “Stepy akermańskie” (As estepes de Aquermã), “Dobranoc” (Boa noite) e “Dzieńdobry” (Bom dia), o primeiro pertencente ao ciclo “Sonety krymskie” (Sonetos da Crimeia) e os dois restantes, aos “Sonety erotyczne” (Sonetos eróticos) – também chamados de “Sonety odeskie” (Sonetos de Odessa). Começo situando os textos nas coordenadas da vida e da obra de Mickiewicz, para então me debruçar sobre dois pontos básicos: os fatores que determinaram a escolha dos poemas traduzidos e os pressupostos e parâmetros gerais que orientaram o trabalho de tradução. Em seguida, detenho-me em cada um dos sonetos, para comentar aspectos mais relevantes de seu respectivo traslado. Faço referência ao longo do texto a historiadores da literatura polonesa (Czesław Miłosz e Dorota Siwicka), a estudiosos da poesia de Mickiewicz (Henryk Siewierski, Maria Dłuska, Zbigniew Majchrowski, entre outros), bem como a teóricos e estudiosos da tradução (sobretudo Efim Etkind). \u0000Palavras-chave: Sonety (Sonetos), de Adam Mickiewicz; romantismo polonês; estudos da tradução.","PeriodicalId":40243,"journal":{"name":"Revista de Letras","volume":"43 3","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-08-22","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"72486551","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":4,"RegionCategory":"文学","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Revista de LetrasPub Date : 2023-08-22DOI: 10.36517/revletras.42.1.17
Andrêi Krasnoschecoff, Maria Sílvia Cintra Martins
{"title":"THE RAVEN: EXEMPLO DE TRADUÇÃO INTERSEMIÓTICA PARA UM JOGO ELETRÔNICO","authors":"Andrêi Krasnoschecoff, Maria Sílvia Cintra Martins","doi":"10.36517/revletras.42.1.17","DOIUrl":"https://doi.org/10.36517/revletras.42.1.17","url":null,"abstract":"O presente artigo apresenta um excerto da tradução intersemiótica do poema “The Raven”, de Edgar Allan Poe para um GDD (game design document. Partimos do ponto de vista de que a tradução é um fenômeno do cotidiano da cultura, como a teoria da Semiótica da Cultura (Torop, 2000) nos permite compreender. Dentro do fluxo de textos que compõem a Cultura, um mesmo texto (ou, uma mesma mensagem) pode aparecer de diferentes maneiras, meios, materialidades, resultando na disseminação da mensagem em diferentes esferas da cultura. Fazer uma tradução intersemiótica de texto verbal para jogo mostrou-se um interessante exercício de tradução, particularmente no caso do poema “The Raven”, que possui característica de ser baseado na dor do eu lírico, trazendo o foco da ação para o monólogo do eu lírico disfarçado de diálogo. O texto verbal assume assim grande importância na construção do jogo. Porém, o jogo possui natureza multimodal, o que força o tradutor a preencher espaços. Outro desafio que se apresentou foi o de criar mecânicas de jogo, ou seja, atender as demandas do meio ao qual o texto original está sendo transposto. Esperamos que nossa proposta tradutória contribua para a reflexão em torno da tradução intersemiótica de modo geral.","PeriodicalId":40243,"journal":{"name":"Revista de Letras","volume":"12 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-08-22","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"85306731","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":4,"RegionCategory":"文学","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Revista de LetrasPub Date : 2023-08-22DOI: 10.36517/revletras.42.1.10
Natalia Ferrigolli, John Milton
{"title":"A TRADUÇÃO DOS MARCADORES CULTURAIS IRLANDESES EM CASTLE RACKRENT DE MARIA EDGEWORTH","authors":"Natalia Ferrigolli, John Milton","doi":"10.36517/revletras.42.1.10","DOIUrl":"https://doi.org/10.36517/revletras.42.1.10","url":null,"abstract":"Este artigo fala sobre a tradução dialetal do inglês hibérnico no romance Castle Rackrent (1800), de Maria Edgeworth (1768-1849). Nesta obra da escritora anglo-irlandesa, o dialeto se manifesta no monólogo narrativo de Thady Quirk, o velho criado da família Rackrent e representante da classe rural irlandesa. O inglês hibérnico também está no glossário ao final do livro, realizado por um “Editor” fictício. Seu propósito é tornar o romance mais acessível para o público inglês e registrar o retrato quase feudal da Irlanda de proprietários ingleses e de arrendatários irlandeses que pagavam tributos para utilizar as terras. Dado o panorama da pesquisa, o artigo foca em uma entrada particular do glossário, denominada “Whillaluh”, cuja microanálise demonstra uma impossibilidade geral de traduzir o glossário com “marcadores culturais” (AUBERT, 2006: 24-25), embora se trate de um glossário literário. Diferentemente de uma tradução literária, o glossário é um gênero de texto mais factual, cujos limites são mais rígidos e aqui inviabilizam a liberdade criativa do tradutor. Este foi um grande desafio durante o processo tradutório, apesar de soluções muito interessantes terem surgido, a exemplo de utilizar marcadores culturais portugueses para traduzir os termos irlandeses, marcadores esses que despertam um aspecto dormente na língua (AMARAL, 2013: 132) ou seja, uma abordagem estrangeirizadora da própria língua-alvo.","PeriodicalId":40243,"journal":{"name":"Revista de Letras","volume":"4 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-08-22","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"81673806","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":4,"RegionCategory":"文学","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Revista de LetrasPub Date : 2023-08-22DOI: 10.36517/revletras.42.1.12
Lenita Maria Rimoli Pisetta
{"title":"SLEEPING MASK E MÁSCARA DE DORMIR, UM CONTO DE PETER LASALLE E SUA TRADUÇÃO EM PORTUGUÊS BRASILEIRO","authors":"Lenita Maria Rimoli Pisetta","doi":"10.36517/revletras.42.1.12","DOIUrl":"https://doi.org/10.36517/revletras.42.1.12","url":null,"abstract":"Este trabalho objetiva apresentar a tradução de um conto escrito pelo autor estadunidense Peter LaSalle e publicado em 2017. O conto envolve os leitores numa rede de sonhos, devaneios, lembranças antigas, traumas de infância e intimidade psicológica e física, sem que haja um porto seguro onde ancorar os fatos, que talvez nem sejam fatos. Provavelmente os leitores se sentirão melhor se fizerem o que o narrador pede à sua amante: “Relaxe”. É uma boa sugestão relaxar e seguir essa narrativa vertiginosa, as vívidas caracterizações de cenas e a análise sagaz de estados de espírito. Peter LaSalle nasceu em Rhode Island em 1947 e escreveu livros de contos, romances e literatura de viagem. Entre seus autores preferidos, frequentemente citados em suas obras, estão Edgar Allan Poe, Jorge Luís Borges e William Faulkner. Existe outro livro de contos do autor em português brasileiro, intitulado “Diga a Borges se o encontrar: Histórias de sonambulismo contemporâneo”. (LaSalle, 2016). O autor recebeu vários prêmios literários, como o Flannery O’Connor Award, o Richard Sullivan Prize, o Antioch Review Award, e o O. Henry Award. Ele é professor de escrita criativa na Universidade do Texas em Austin, EUA.","PeriodicalId":40243,"journal":{"name":"Revista de Letras","volume":"11 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-08-22","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"88843295","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":4,"RegionCategory":"文学","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Revista de LetrasPub Date : 2023-08-22DOI: 10.36517/revletras.42.1.18
Pablo Cardellino Soto, Maria Selenir Nunes dos Santos – Sela
{"title":"“NOCTURNO”, DE DELMIRA AGUSTINI","authors":"Pablo Cardellino Soto, Maria Selenir Nunes dos Santos – Sela","doi":"10.36517/revletras.42.1.18","DOIUrl":"https://doi.org/10.36517/revletras.42.1.18","url":null,"abstract":"Este artigo é uma dupla tradução comentada do poema “Nocturno”, da poeta modernista uruguaia Delmira Agustini. A exegese do poema envolve uma análise qualitativa e subjetiva, e uma análise técnica baseada fundamentalmente em Antonio Quilis (1969) Uma tradução é interlingual, do espanhol para o português, e a outra, intersemiótica, do espanhol para a pintura, executadas por cada um dos autores do artigo. Em ambas, face ao ano de publicação do poema (1913), recusamos explicitamente a abordagem sincrônica. Questionamos os tipos de tradução de Jakobson (1959), observando que há aspectos intersemióticos em todos eles. O fundamento teórico acolhe também os trabalhos de Julio Plaza (2001), Umberto Eco (2003) e Haroldo de Campos (1963). Assumimos estas traduções como experiência e reflexão, conforme Antoine Berman (1989). No comentário é exposto o processo de tomada de decisão com ênfase nos aspectos intersemióticos e nas escolhas necessárias em função das diferenças de matéria. Nas considerações finais, damos destaque ao diálogo entre os autores durante o processo de pesquisa e às mútuas influências.","PeriodicalId":40243,"journal":{"name":"Revista de Letras","volume":"15 6 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-08-22","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"83891536","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":4,"RegionCategory":"文学","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Revista de LetrasPub Date : 2023-08-22DOI: 10.36517/revletras.42.1.22
Leticia Iael Hornos Weisz
{"title":"MÁS TORCIDA QUE UNA ESCARPIA","authors":"Leticia Iael Hornos Weisz","doi":"10.36517/revletras.42.1.22","DOIUrl":"https://doi.org/10.36517/revletras.42.1.22","url":null,"abstract":"El presente artículo propone analizar las principales prácticas implicadas en la traducción de “kummerang”, de la poeta alemana Dagmara Kraus (Polonia, 1981), traducido al español por Micaela van Muylem para la antología de traducción bilingüe (FRANK, 1998) El fin de la afirmación (2015). Entre los rasgos más notables del proyecto poético de Kraus se destacan la operatoria con la materialidad significante de la lengua y la manipulación lúdica de su contenido semántico y fónico, fundamentalmente por medio del montaje paronomástico y la invención de acrónimos y neologismos. Por la singularidad del entramado poético, en este artículo me concentro en los procedimientos con los que van Muylem resuelve la tensión entre la invención léxica, el contenido semántico y la sonoridad, es decir, la tensión entre legibilidad y extrañamiento. Para eso me sirvo de la plataforma teórica de Haroldo de Campos en torno a la transcreación y examino la búsqueda experimental con los recursos y las posibilidades compositivas del español, un tipo de recreación paramórfica (CAMPOS, 2013), que recupera los desplazamientos sonoros y semánticos del poema fuente. \u0000 ","PeriodicalId":40243,"journal":{"name":"Revista de Letras","volume":"2 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-08-22","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"90201464","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":4,"RegionCategory":"文学","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}