{"title":"lugar de la narración en la epigénesis del sí mismo en la obra de Paul Ricoeur","authors":"Esteban Lythgoe","doi":"10.59539/2175-2834-v25n1-575","DOIUrl":"https://doi.org/10.59539/2175-2834-v25n1-575","url":null,"abstract":"En la presente contribución veremos el modo en que Ricoeur describió el rol de la epigénesis en la constitución de la conciencia durante la década de los sesenta. Sostendremos que la falta de una teoría de la lectura demoró su hasta su elaboración de la teoría de la triple mímesis. Se ha solido señalar a la autobiografía como el género literario por excelencia de la identidad narrativa. Relativizaremos esta afirmación, arguyendo que, quienes defienden esta tesis, restringen la la identidad a una cuestión de configuración narrativa, cuando Ricoeur lo centra en la refiguración, es decir, en la relación entre narración y realidad.","PeriodicalId":248907,"journal":{"name":"Natureza Humana - Revista Internacional de Filosofia e Psicanálise","volume":"128 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-08-23","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"139349442","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Comportamento orgânico e nervoso segundo Merleau-Ponty","authors":"L. Cardim","doi":"10.59539/2175-2834-v25n1-585","DOIUrl":"https://doi.org/10.59539/2175-2834-v25n1-585","url":null,"abstract":"Este artigo pretende apresentar o ponto de vista do espectador estrangeiro como o lugar de onde Merleau-Ponty introduz a noção de comportamento. Assim, os comportamentos orgânicos e nervosos aparecem, cada um em seu contexto, como criadores. Para desenvolver estas ideias Merleau-Ponty introduz a noção de forma. O artigo pretende apontar para o que o filósofo tem em mente ao dizer que o comportamento é feito de relações.","PeriodicalId":248907,"journal":{"name":"Natureza Humana - Revista Internacional de Filosofia e Psicanálise","volume":"53 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-08-23","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"139349385","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Dinossauros, pirâmides e sintomas","authors":"Hugo Tannous","doi":"10.59539/2175-2834-v25n1-578","DOIUrl":"https://doi.org/10.59539/2175-2834-v25n1-578","url":null,"abstract":"Resumo: Desde o surgimento da psicanálise, filósofos identificaram problemas nas pretensões epistemológicas de seu método clínico ou ao menos na disposição das comunidades psicanalíticas para superar as fragilidades epistemológicas de tal método. Dessa forma, muitos ainda investigam até que ponto e por que razões os dados produzidos pelo método clínico-psicanalítico seriam capazes de sustentar de forma sólida ou cogente hipóteses sobre o comportamento de indivíduos e classes de indivíduos, bem como sobre algumas operações da mente humana em geral. Um dos caminhos para se elaborar a lógica vigente e potencial presente tanto na geração quanto na justificação de hipóteses em determinada ciência é através da comparação desta a ciências que lhe sejam aparentadas. A psicanálise clínica tem sido exaustivamente comparada às ciências históricas desde Freud, decerto porque ambos os campos lidam com objetos inconstantes e porque ambos fazem inferências causais de forma retrospectiva. Algumas implicações dessa comparação, no entanto, ainda restam a ser devidamente exploradas. Neste artigo, mostramos inicialmente como essa comparação é duradoura e rica na história da psicanálise. Em segundo lugar, caracterizamos o modelo abdutivo, ou explicacionista, que a epistemóloga Carol Cleland propôs para esclarecer os poderes e limites do método de inferência causal de historiadores do mundo natural e discutimos como tal modelo esclareceria também o método de inferência causal dos psicanalistas clínicos. Apresentamos, por fim, argumentos de outro epistemólogo, Aviezer Tucker, segundo o qual um Explicacionismo rigoroso nas ciências históricas seria também um Bayesianismo, e indicamos que a fundamentação da psicanálise clínica através de um Explicacionismo bayesiano é promissora. Concluímos que discussões como esta fornecem vigorosas réplicas a críticas positivistas ao método psicanalítico, como a de Adolf Grünbaum, como também afastam a comunidade psicanalítica de uma retórica improdutiva, a saber, a que retrata aquele método como radicalmente singular em relação a todos os outros métodos científicos. \u0000Palavras-chave: psicanálise clínica; ciências históricas; Inferência à Melhor Explicação; Bayesianismo; Adolf Grünbaum. \u0000 \u0000Abstract: Since the outset of psychoanalysis, philosophers have identified problems in the epistemological pretensions of its clinical method or at least in the disposition of psychoanalytic communities to overcome its epistemological shortcomings. Thus, many still investigate to which degree and by which rationale the data ensued by the clinical-psychoanalytic method would be able to soundly or cogently support hypotheses about the behavior of individuals and classes of individuals as well as about some operations of the human mind in general. One of the ways to elaborate the actual and the potential logic of both the generation and the justification of hypotheses in a certain science is through its comparison to sciences that are akin to them. Clin","PeriodicalId":248907,"journal":{"name":"Natureza Humana - Revista Internacional de Filosofia e Psicanálise","volume":"10 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-05-24","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"121777962","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Outro lugar para o masoquismo moral","authors":"M. Nakasu","doi":"10.59539/2175-2834-v25n1-573","DOIUrl":"https://doi.org/10.59539/2175-2834-v25n1-573","url":null,"abstract":"A categoria de masoquismo no seu caráter trans-estrutural será analisada, aqui, à luz de uma reinterpretação do masoquismo moral em Freud a partir de alguns elementos da teoria do supereu. Trata-se, em outros termos, de elaborar uma explicação para a etiologia do masoquismo moral diferente da explicação freudiana introduzida em 1924 e apoiada no clássico Bate-se em uma criança (1919). Tal é a hipótese de trabalho sugerida: No masoquismo moral, o que seria revivido do complexo de Édipo seria menos o desejo de ser golpeado pelo pai e de se vincular sexual e passivamente a ele, e mais o desejo de golpear o pai, diferenciando-se dele. Em outros termos, a aparente passividade do masoquista não encobriria uma nostalgia do pai ou negação da castração, mas uma tentativa de discriminação do outro. Tratar-se-ia, pois, de uma defesa contra a fusão e invasão do objeto, porém, em vão, já que o desejo de separação operaria no plano da fantasia, há mil léguas da realidade, enquanto os sofrimentos e os sacrifícios que o masoquista se inflinge seriam reais. ","PeriodicalId":248907,"journal":{"name":"Natureza Humana - Revista Internacional de Filosofia e Psicanálise","volume":"6 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-05-24","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"132573458","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Anos Loucos: Histórias da psicanálise às margens dos anos 1920. Seguido do Diário de Sophie Halberstadt-Freud.","authors":"Franscisco Verardi Bocca","doi":"10.59539/2175-2834-v25n1-594","DOIUrl":"https://doi.org/10.59539/2175-2834-v25n1-594","url":null,"abstract":" \u0000 \u0000Resenha do livro Anos Loucos: Histórias da psicanálise às margens dos anos 1920. Seguido do Diário de Sophie Halberstadt-Freud. São Paulo: Editora Autêntica, 2022.","PeriodicalId":248907,"journal":{"name":"Natureza Humana - Revista Internacional de Filosofia e Psicanálise","volume":"137 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-05-10","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"122661076","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Transgressão, resistência, subjetividade e arte em Foucault","authors":"Renan Pavini, Luiz Guilherme Nunes Cicotte","doi":"10.59539/2175-2834-v23n2-513","DOIUrl":"https://doi.org/10.59539/2175-2834-v23n2-513","url":null,"abstract":"A temática da arte atravessa o pensamento de Michel Foucault em pelo menos dois momentos. Na década de 1960, em que Foucault é influenciado por autores como Blanchot, Bataille e Mallarmé e o problema da arte é posto como uma alternativa crítica aos saberes e a subjetividade é colocada em questão através das noções de transgressão, de limite e do ser da linguagem. Na década de 1980, em que o filósofo compreende a arte moderna como resistência, pois a partir de seu estilo de vida Outro, aquilo que Foucault chamou de vida artista, traz uma existência escandalosa e a marca da coragem da verdade, numa revivescência do cinismo antigo. Partindo dessa distinção, o presente artigo busca pensar como a arte, em cada um desses períodos, encontra-se colocada de maneira diversa no pensamento de Foucault, principalmente a partir da problemática da subjetividade.","PeriodicalId":248907,"journal":{"name":"Natureza Humana - Revista Internacional de Filosofia e Psicanálise","volume":"130 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2021-12-03","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"127568028","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Da biopolítica que falta à que excede: a pandemia no Brasil","authors":"Pedro Ícaro Barros De Souza","doi":"10.59539/2175-2834-v23n2-483","DOIUrl":"https://doi.org/10.59539/2175-2834-v23n2-483","url":null,"abstract":"Neste texto pretendo analiticamente tomar o conceito foucaultiano de biopolítica no sentido de escancarar o movimento que ora inclui ora exclui certas formas de vida no contexto da pandemia da COVID-19. A questão é saber que formas de vida são levadas em consideração quando os desafios a que são confrontados gestores da ordem governamental conduzem medidas pautadas por uma lógica econômica neoliberal. Devo trabalhar metodologicamente sobre atos enunciativos dispersos proferidos em diferentes instâncias de saber. De partida, adoto o pressuposto de que vozes de saber – política, estatística, biomédica --, nem sempre coincidem no modo de fazer dizer e significar o fenômeno da pandemia. O dispositivo analítico, portanto, deve alinhar os dizeres sobre a pandemia do novo coronavírus à maneira de compreendê-los. Quero mostrar a atualidade do conceito de biopolítica como operador da análise de um certo jogo de relações de poder historicamente situado no presente de uma pandemia em curso.","PeriodicalId":248907,"journal":{"name":"Natureza Humana - Revista Internacional de Filosofia e Psicanálise","volume":"38 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2021-12-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"114558847","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Réflexions sur la priorisation de l’accès aux soins pendant l’épidémie de Covid","authors":"Philippe Sabot Sabot","doi":"10.59539/2175-2834-v23n2-508","DOIUrl":"https://doi.org/10.59539/2175-2834-v23n2-508","url":null,"abstract":"Dans l’article présent j’essaie de mettre en perspective quelques-uns des enjeux saillants de la crise sanitaire de Covid-19, notamment sa dimension biopolitique en face des défis bioéthiques. En partant, donc, d’une problématique singulière, celle de la priorisation des patients dans l’accès aux soins, notamment aux soins intensifs, qui permettent d’approfondir la réflexion concernant le traitement des vies humaines à l’articulation d’une préoccupation pour la vie biologique à l’échelle d’une population (sauver des vies) et d’une attention d’ordre éthique au vécu de la maladie, par les soignants, les patients ou par leurs proches, en particulier lorsque les ressources médicales manquent pour faire face aux demandes de soins.","PeriodicalId":248907,"journal":{"name":"Natureza Humana - Revista Internacional de Filosofia e Psicanálise","volume":"25 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2021-12-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"130073490","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Biopolítica, direitos e resistência no pensamento foucaultiano","authors":"Marcelo Raffin","doi":"10.59539/2175-2834-v23n2-506","DOIUrl":"https://doi.org/10.59539/2175-2834-v23n2-506","url":null,"abstract":"Neste artigo, proponho analisar quais são as ferramentas da matriz de pensamento foucaultiana sobre a biopolítica, que, por um lado, é altamente crítica da noção de direitos do homem/direitos humanos (droits de l'homme, na língua original) mas que, por outro lado, propõe a figura dos direitos dos governados (droits des gouvernés) como estratégia de resistência aos poderes. Com efeito, dentro dos elementos que compõem o quadro diagnóstico da biopolítica, Foucault formula uma forte crítica à noção de direitos do homem/direitos humanos, mas, ao mesmo tempo, levanta a possibilidade de exercer o que chama de direitos dos governados como expressão da resistência, da crítica e da liberdade perante os poderes que oprimem, subjugam e dominam a vida e suas formas instáveis e mutáveis. Portanto, neste artigo revisarei a distinção entre as duas noções mencionadas no pensamento foucaultiano, a fim de avaliar o alcance e as potencialidades que a noção de direitos dos governados pode ter, em particular, para interagir com as situações e os problemas que temos que enfrentar e, acima de tudo, em que medida ela se opõe, contradiz ou se concilia com a noção de direitos humanos.","PeriodicalId":248907,"journal":{"name":"Natureza Humana - Revista Internacional de Filosofia e Psicanálise","volume":"258 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2021-12-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"116417190","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Tiaraju Dal Pozzo Pez, Guilherme Henrique da Silva Basco
{"title":"Topografias Políticas de Michel Foucault","authors":"Tiaraju Dal Pozzo Pez, Guilherme Henrique da Silva Basco","doi":"10.59539/2175-2834-v23n2-481","DOIUrl":"https://doi.org/10.59539/2175-2834-v23n2-481","url":null,"abstract":"Tendo por base o seu texto Des espaces autres, analisaremos como Foucault define e utiliza a noção de utopia para compreender os espaços e suas respectivas subjetividades produzidos pelos dispositivos de poder e saber. Também, e principalmente, mostraremos como o autor francês elucida a noção de heterotopia como um tipo de espaço que existe ao lado, através e no interior de um meio social, e que em razão de sua obliquidade e colateralidade, torna-se lugar de subversão, insubmissão e inquietação. À vista disso, este trabalho pretende apresentar o pensamento foucaultiano como uma experiência crítico-topográfica, enquanto questão sobre o presente, no sentido de pesquisa, questionamento e busca de novas possibilidades à atualidade.","PeriodicalId":248907,"journal":{"name":"Natureza Humana - Revista Internacional de Filosofia e Psicanálise","volume":"15 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2021-12-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"132924208","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}