{"title":"Nota de pesar – Prof. Armando Dalla Costa","authors":"Alexandre Macchione Saes, Ivan Colangelo Salomão","doi":"10.29182/hehe.v25i3.902","DOIUrl":"https://doi.org/10.29182/hehe.v25i3.902","url":null,"abstract":"Nota de pesar – Prof. Armando Dalla Costa","PeriodicalId":179921,"journal":{"name":"História Econômica & História de Empresas","volume":"22 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-12-23","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"132021537","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"El sector pesquero uruguayo (1974-2015)","authors":"Juan Geymonat","doi":"10.29182/hehe.v25i3.806","DOIUrl":"https://doi.org/10.29182/hehe.v25i3.806","url":null,"abstract":"El presente trabajo busca acercar una mirada de largo plazo sobre el sector pesquero uruguayo, atendiendo a variables institucionales, económicas y biológicas que hacen a la actividad. El período abordado comprende cuatro etapas. Una primer etapa de “despegue”, con un crecimiento exponencial en términos económicos y productivos fomentado en buena medida por la intervención estatal en la promoción de un nuevo sector privado. A partir de 1981 se observan un conjunto de etapas intermedias donde el modelo alcanza la madurez y su estancamiento. Se ensayan durante este período distintos tipos de política para sostener la actividad. Por último, a partir de 2006 se aprecia una caída pronunciada en las principales variables relativas al desempeño sectorial. \u0000Esta historia en forma de U invertida, pone en evidencia el fracaso de un modelo promovido y planificado en la década del 70, en el marco de una transición más general signado por la reformulación del modelo sustitutivo de importaciones en Uruguay. \u0000 ","PeriodicalId":179921,"journal":{"name":"História Econômica & História de Empresas","volume":"30 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-12-23","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"129147116","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"O Boticário: processo de internacionalização em Portugal e América Latina na ótica da Escola de Uppsala","authors":"Danieli Lurdes Stadnik, A. D. Dalla Costa","doi":"10.29182/hehe.v25i3.779","DOIUrl":"https://doi.org/10.29182/hehe.v25i3.779","url":null,"abstract":"O modelo de Uppsala conclui que as firmas irão buscar se internacionalizar para países com uma distância psíquica próxima, para reduzir os riscos associados ao desconhecido. Ao se internacionalizar, farão uma expansão gradual, para que aos poucos possam conhecer fatores como a dimensão do mercado e a aceitação de seu produto pelo novo público. Quanto mais a empresa conhecer acerca do mercado, menores serão os riscos a que ela estará sujeita e então, passará a investir mais naquele país, utilizando recursos especializados, próprios para aquele público. Partindo desse modelo teórico, busca-se conhecer o histórico de internacionalização de O Boticário. A marca se internacionalizou pela primeira vez para Portugal em 1985, através do modelo de franquias. Com o tempo de atuação e um conhecimento daquele mercado, houve maior investimento, com a abertura lojas próprias e uso de recursos especializados. A expansão de O Boticário para a América Latina iniciou pouco tempo depois, dividindo-se em duas fases. A primeira, a partir de 1987, quando empresários de alguns países abriram franquias e O Boticário adotou um padrão único. A segunda, a partir de 2000, quando a firma abriu lojas próprias em alguns países. Analisados os casos de internacionalização de O Boticário para Portugal e América Latina, passou-se à análise comparativa destes à luz da teoria da Escola de Uppsala. Quanto às fontes, os dados primários foram conseguidos no Centro de Memória de O Boticário, assim como através de entrevistas. Concluiu-se que a empresa internacionalizou de forma gradual, passando a dispor de recursos especializados quanto mais aumentou o conhecimento sobre o mercado em que atuava e que a distância psíquica tem uma influência positiva sobre seus resultados.","PeriodicalId":179921,"journal":{"name":"História Econômica & História de Empresas","volume":"115 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-12-23","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"133004591","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Liberalismo, progresso técnico e propriedade na obra de José da Silva Lisboa, Visconde de Cairu","authors":"L. Malavota","doi":"10.29182/hehe.v25i2.713","DOIUrl":"https://doi.org/10.29182/hehe.v25i2.713","url":null,"abstract":"O primeiro terço do século XIX é marcado por importantes câmbios no pensamento econômico, na estrutura de produção e nas relações de mercado, com impactos significativos sobre a atividade inventiva. Usual no Antigo Regime, a prática de concessão de privilégios e outras mercês a inventores então se submete a uma ressignificação, transformando-se as patentes em direitos de propriedade. Nesse contexto, José da Silva Lisboa apresenta-se como um dos primeiros pensadores luso-brasileiros a discutir questões relativas ao sistema de patentes, considerando seus efeitos sobre o desenvolvimento econômico. Tencionamos neste trabalho identificar e discutir as ideias de Cairu acerca da matéria, tomando como base seus principais escritos econômicos e pareceres por ele produzidos na condição de deputado da Real Junta do Comércio.","PeriodicalId":179921,"journal":{"name":"História Econômica & História de Empresas","volume":"46 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-08-18","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"133458554","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Totalitarismo, utilitarismo e a economia nazista: uma leitura a partir de Hannah Arendt","authors":"Bruna Werle, Carlos Henrique Vasconcellos Horn","doi":"10.29182/hehe.v25i2.805","DOIUrl":"https://doi.org/10.29182/hehe.v25i2.805","url":null,"abstract":"A economia alemã sob o nazismo foi caracterizada por Arendt, em Origens do totalitarismo, como não utilitária e padecendo de “esbanjadora incompetência”. A partir destes traços peculiares, o presente artigo procura reunir evidência sobre a irracionalidade da economia nazista, com base em recente literatura da história econômica do período, a fim de qualificar a incongruência entre a política do Terceiro Reich e os princípios utilitários que regeriam o sistema econômico. Ao fazê-lo, o texto destaca o predomínio da dimensão ideológica do regime nas principais decisões de ordem econômica.","PeriodicalId":179921,"journal":{"name":"História Econômica & História de Empresas","volume":"27 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-08-18","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"134509878","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Camelot Elétrica: Um Economista Visita a Corte do Rei Arthur","authors":"Rafael Almeida","doi":"10.29182/hehe.v25i2.827","DOIUrl":"https://doi.org/10.29182/hehe.v25i2.827","url":null,"abstract":"Mark Twain escreveu o livro A Connecticut Yankee in King Arthur’s Court (1889) como uma forma de refletir sobre as mudanças que ocorriam nos Estados Unidos da assim chamada “Era Dourada”. O livro conta a história de Hank Morgan, um engenheiro que foi parar na Inglaterra do século VI, quando o Rei Arthur liderava os Cavaleiros da Távola Redonda, em Camelot. Hank tenta industrializar a Inglaterra doze séculos antes, usando seus conhecimentos de tecnologia e cultura. Porém, seu projeto de Camelot Elétrica, sobre inúmeros reveses e falha. A novela é relevante para economistas porque lida com vários tópicos de interesse, tais como empreendedorismo e desenvolvimento econômico. A literatura sobre a “síndrome do economista visitante” identifica inúmeros problemas no processo de ajuda ao desenvolvimento de um país devido a uma série de fatores, incluindo até mesmo arrogância e ingenuidade dos modelos econômicos, mas que estão presentes quando se lidam com contextos diferentes. Argumenta-se que esses problemas foram discutidos por Mark Twain, que tinha interesse na nascente economia neoclássica, na novela em questão. Apesar de Hank ser um engenheiro, sua trajetória é semelhante à de um economista visitante. Assim, o livro é uma ferramenta para explorar por meio da ficção problemas e desafios do desenvolvimento econômico.","PeriodicalId":179921,"journal":{"name":"História Econômica & História de Empresas","volume":"143 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-08-18","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"132244669","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"As principais dimensões da noção de progresso de JK","authors":"Leonardo Dias Nunes","doi":"10.29182/hehe.v25i2.766","DOIUrl":"https://doi.org/10.29182/hehe.v25i2.766","url":null,"abstract":"O objetivo deste artigo é reconstituir as dimensões da noção de progresso utilizada por Juscelino Kubitschek nos Discursos e nas Mensagens ao Congresso Nacional. Destaca-se que esta noção expressava a busca, no Brasil, pela consolidação do padrão de vida resultante das transformações decorrentes da II Revolução Industrial. Para tanto, após uma breve Introdução, o artigo apresenta as Principais dimensões da noção de progresso de Juscelino Kubitschek, quais sejam, as médico-sanitárias, educacionais, científicas, industriais e regionais. Nas Considerações finais, as dimensões do progresso defendidas por Juscelino são apresentadas como sendo a expressão do momento em que existia um horizonte de expectativa positivo em relação ao futuro. Além disso, mostra-se o período em análise como um futuro passado caracterizado por um tipo de atuação do Estado nas transformações estruturais da sociedade Brasileira.","PeriodicalId":179921,"journal":{"name":"História Econômica & História de Empresas","volume":"515 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-08-18","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"132559542","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"População e economia em Cabo Frio, Capitania do Rio de Janeiro, segundo o censo colonial de 1797","authors":"Heitor Pinto de Moura Filho","doi":"10.29182/hehe.v25i2.831","DOIUrl":"https://doi.org/10.29182/hehe.v25i2.831","url":null,"abstract":"Cana-de-açúcar foi plantada em quase todo o território brasileiro, destinada à produção de açúcar, de aguardente e para consumo direto do caldo. Os levantamentos da população e da produção econômica realizados ao final do século XVIII pela coroa portuguesa em algumas freguesias fluminenses são as fontes que mais se aproximam das listas nominativas disponíveis para as capitanias de São Paulo, incluindo o atual Paraná, e Minas Gerais. Para o Rio de Janeiro, listam nominalmente somente os chefes de fogos, sendo os demais indivíduos apenas quantificados, juntamente com indicação das atividades produtivas que exercem. Apesar de sujeitos a várias prováveis omissões e imprecisões, os dados dessas fontes representam a informação mais detalhada, fogo a fogo, sobre o território fluminense em todo o período escravista. Analisamos o Mappa geral dos fogos (...) de 1797, que permite importantes conclusões sobre a composição desta população e suas atividades econômicas.","PeriodicalId":179921,"journal":{"name":"História Econômica & História de Empresas","volume":"205 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-08-18","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"132507528","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Internacionalização de empresas e o caso Odebrecht: uma abordagem teórica","authors":"Pedro Giovannetti Moura","doi":"10.29182/hehe.v25i2.802","DOIUrl":"https://doi.org/10.29182/hehe.v25i2.802","url":null,"abstract":"Pretende-se nesse artigo analisar o caso da atuação internacional da Construtora Norberto Odebrecht (CNO) entre sua primeira obra – em 1979 - até meados dos anos 1990, à luz dos postulados da literatura empresarial de internacionalização de empresas. Para tanto, nos valemos de um balanço teórico sobre dois dos paradigmas clássicos de internacionalização – os modelos de Dunning e a Escola de Uppsala – somado à diferentes contribuições na área, como a expressa pela obra de Peter Dicken. Ao colocar em debate o estudo de caso da CNO, a partir da obra de Charcani VI, em Arequipa (Peru), temos por objetivo estabelecer pontes de diálogo e limitações entre esses modelos e o caso da construtora brasileira. Para tanto, nos valemos da literatura empresarial mencionada, bibliografia acadêmica e jornalística sobre a CNO, dados públicos e um estudo empírico possibilitado pelo acesso às revistas Odebrecht Informa, materiais de circulação interna da Organização. Pretendemos com isso argumentar em favor da ideia da complementariedade entre esses paradigmas como uma chave de explicação do processo de internacionalização da CNO. Objetivamos, assim, nos distanciar de visões monolíticas da historiografia empresarial, reforçando o entendimento de que o estudo das empresas e sua atuação são fundamentais para compreensão do mundo contemporâneo.","PeriodicalId":179921,"journal":{"name":"História Econômica & História de Empresas","volume":"39 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-08-18","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"122986256","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Economia de abastecimento de Santa Catarina (1750-1820)","authors":"A. Passos","doi":"10.29182/hehe.v25i2.712","DOIUrl":"https://doi.org/10.29182/hehe.v25i2.712","url":null,"abstract":"Este artigo busca entender como a produção de abastecimento da capitania de Santa Catarina esteve relacionada com a expansão ultramarina portuguesa e com a economia do Atlântico Sul. Para isso, fiz um balanço do processo de colonização da região em aspectos referentes ao povoamento, ao tráfico de escravo e a sua produção em um recorte de tempo reconhecido pela historiografia como de dinamização da economia mundial atlântica. Utiliza-se nesta pesquisa de diálogo com a bibliografia especializada e com fontes provenientes do Conselho Ultramarino (1750-1820).","PeriodicalId":179921,"journal":{"name":"História Econômica & História de Empresas","volume":"43 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-08-18","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"114857923","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}