{"title":"Identidade, memória e a ecranização. O indivíduo e a experiência na era hipermoderna","authors":"A. Oliveira","doi":"10.21814/vista.3006","DOIUrl":"https://doi.org/10.21814/vista.3006","url":null,"abstract":"Enquanto aspetos indissociáveis, a identidade e a memória do indivíduo congregam uma importância social de grande relevo – enquanto molda o indivíduo, a memória é também moldada por ele e pela sua experiência. É através desta ligação e da dialética por elas produzida, que memória e identidade conduzem a trajetória da história do indivíduo e produzem a narrativa que traduz a sua essência.A par disso, a crescente preponderância do ecrã no dia-a-dia tem vindo a ditar alterações profundas na vida socioeconómica e no próprio comportamento dos cidadãos. Nos ecrãs tudo flui, neles tudo ganha sentido – o real, o discurso e a imagem ganham forma. O poder decorrente e produzido pelo ecrã ultrapassa já, nos dias de hoje, o domínio da Comunicação – ocupa o lugar de centro de ação, de vida, centro performativo – lugar bem patente na máxima “se não passou na televisão, não aconteceu”.Acreditando que a leitura feita dos acontecimentos e o modo como a experiência é vivida através do ecrã moldam a forma como o indivíduo constrói as suas memórias e a sua própria identidade, este artigo procura compreender a Comunicação como processo de construção de sentido para o Indivíduo, a construção da identidade do Eu através da ecranização da experiência e a influência do ecrã na construção da memória. Tomando como base os estudos da recepção (codificação/ descodificação), da memória e construção da memória, da identidade e reconhecimento, o intuito último deste trabalho é delinear pontos de cruzamento e alterações nas ligações existentes entre quatro aspetos-chave da investigação em Ciências da Comunicação – identidade, memória, ecranização e experiência.","PeriodicalId":40878,"journal":{"name":"Ri Vista-Ricerche per la Progettazione del Paesaggio","volume":"68 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.2,"publicationDate":"2018-06-26","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"86793743","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Imagem digital: a representação imagética das redes digitais através da experiência Google Arts and Culture","authors":"F. Lopes","doi":"10.21814/vista.3005","DOIUrl":"https://doi.org/10.21814/vista.3005","url":null,"abstract":"O presente artigo parte de um relato acerca das imbricações entre imagem, cultura e tecnologia em especial seus reflexos na digitalização das imagens, para então traçar uma reflexão sobre o digital como (re)significador da cultura imagética. Busca-se, com este trabalho, ratificar a influência da tecnologia, da memória visual e informacional na construção dos valores culturais contemporâneos. Será apresentada também uma reflexão sobre a aura benjaminiana em uma dinâmica imagética digital. O pano de fundo no qual se desenvolve o presente artigo são as evoluções tecnológicas, que ampliam o imagético, a memória e o imaginário contemporâneos e tornam possíveis as profundas mudanças sociais e culturais vivenciadas pela sociedade ocidental contemporânea. Por fim é traçada uma breve análise sobre a imagem digital como um elemento cultural inovador capaz de produzir uma experiência cultural híbrida através da fusão entre o visual e o virtual-digital.","PeriodicalId":40878,"journal":{"name":"Ri Vista-Ricerche per la Progettazione del Paesaggio","volume":"11 6 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.2,"publicationDate":"2018-06-26","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"82097595","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Média, tempo e memória","authors":"Isabel Babo","doi":"10.21814/vista.2995","DOIUrl":"https://doi.org/10.21814/vista.2995","url":null,"abstract":"Os média noticiosos tradicionais atuam enquanto dispositivos de seleção, configuração narrativa e difusão dos acontecimentos. A par do poder da narrativa na estruturação do tempo e da experiência, pode considerar-se que a seleção pelos média do que se entende marcar o presente e o passado constitui um mecanismo de construção da memória social. Nessa medida, os média \"fazem história\", entrando no terreno da historiografia, e \"fazem memória\", participando e intervindo no processo de construção da memória coletiva. Porém, os média digitais, enquanto dispositivos caracterizados pela instantaneidade, velocidade, retenção e propagação de imagens e mensagens, introduzem novas possibilidades de comunicação, divulgação e arquivo, alterando, simultaneamente, as relações ao espaço e ao tempo. Interessa- nos interrogar se, uns e outros, média tradicionais e média digitais, de modos distintos, concorrem para a construção da memória coletiva ou, contrariamente, para o seu enfraquecimento, já que as novas tecnologias de informação e comunicação desenvolvem possibilidades ilimitadas de disseminação, de arquivo e de memória técnica, mas também desmaterializam e destemporalizam. Nessa medida, importa indagar se as relações ao tempo, ao lugar e à memória, estão em vias de sofrer alterações.Para compreender como os média tradicionais e as novas tecnologias digitais intervêm na construção da memória, começa por esboçar-se um ponto de vista sobre uma fenomenologia e uma pragmática da memória, passando à questão da memória coletiva e da relação entre a história e a memória, para aplicar este questionamento às relações entre acontecimento, média e arquivo, à tecnicidade da memória, e às novas relações ao tempo e ao lugar nas redes.","PeriodicalId":40878,"journal":{"name":"Ri Vista-Ricerche per la Progettazione del Paesaggio","volume":"29 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.2,"publicationDate":"2018-06-26","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"84109248","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Discursos cruzados - memória e arquivo, individual e coletivo","authors":"N. Pinheiro","doi":"10.21814/vista.3011","DOIUrl":"https://doi.org/10.21814/vista.3011","url":null,"abstract":"A memória coletiva é um terreno disputado e com influência na nossa memória individual, sustenta-se numa série de locais da memória que incluem, mas não se limitam ao arquivo. Esse arquivo é também a base da história oficial. Essa memória recompõe-se com as necessidades sociais. A História, enquanto disciplina, deveria estabilizar a memória, mas é também mutável. A memória individual é servida por outros materiais e locais da memória, entre os quais o álbum de família. Esta memória individual é igualmente passível de desmemorização e rememorização de acordo com as necessidades emocionais e materiais. Para ela o álbum de fotografias contribui com registo de pessoas e ocasiões ausentes do arquivo oficial.Uma nova história mais abrangente em temas e fontes necessita da incorporação da memória pessoal e familiar na memória coletiva e do arquivo e álbum de família em museus e arquivos locais.","PeriodicalId":40878,"journal":{"name":"Ri Vista-Ricerche per la Progettazione del Paesaggio","volume":"13 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.2,"publicationDate":"2018-06-26","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"87412875","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Poéticas do real para catalogação de fotografias","authors":"Patrícia Vieira Campos","doi":"10.21814/vista.3010","DOIUrl":"https://doi.org/10.21814/vista.3010","url":null,"abstract":"Um método de catalogação sui generis inspirado na biblioteca de Aby Warburg que parte de três categorias definidas através da relação do fotógrafo (eu) com cada uma de três fotografias. Pensar a fotografia partindo do depósito/arquivo pessoal. Pensar a identidade na perspetiva do eu, a exemplo do que tem sido comum acontecer nas atuais práticas contemporâneas. Elaborar um método de catalogação de imagens através da auto-identificação, consciente e inconsciente, quer do objecto (a fotografia), quer da atitude fotográfica.","PeriodicalId":40878,"journal":{"name":"Ri Vista-Ricerche per la Progettazione del Paesaggio","volume":"28 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.2,"publicationDate":"2018-06-26","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"88272244","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Memórias de um militar e prisioneiro em Goa (1961-62)","authors":"A. Macedo","doi":"10.21814/vista.3003","DOIUrl":"https://doi.org/10.21814/vista.3003","url":null,"abstract":"Um militar de carreira, nos inícios de 1961, parte de Castelo Branco para Goa (Pangim) em cumprimento de uma comissão de serviço de dois anos como capitão de cavalaria. O objetivo da comissão em que se integra é o de mobilizar o Paquistão para a defesa dos territórios portugueses na Índia, reivindicados pela União Indiana desde 1950.Estas memórias são fruto da análise das dezenas de cartas que escreve ao pai durante o exercício da sua missão, bem como do diário que redige ao longo dos 5 meses em que é prisioneiro de guerra após a rendição das tropas portuguesas. Estamos certos de constituírem um contributo fiel e invulgar para a reconstituição do papel português em Goa após 450 anos de colonização.Sem as distorções que a distância temporal normalmente acarreta, os registos feitos diretamente pelo próprio permitiram-nos o acesso espontâneo aos hábitos e modos de vida goeses bem como à capacidade de adaptação do português e respetivas manifestações de interculturalidade. Permitiram-nos ainda aceder ao relato pormenorizado da vida quotidiana e dos sentimentos dos prisioneiros de guerra portugueses em Goa durante os meses de cativeiro.Perante o incumprimento das ordens de Salazar dirigidas ao governador Vassalo e Silva nos momentos que antecederam a invasão do território português na Índia – “Soldados vitoriosos ou mortos” – os ex-prisioneiros, regressados a Lisboa em maio de 1962, não foram, naturalmente ovacionados.","PeriodicalId":40878,"journal":{"name":"Ri Vista-Ricerche per la Progettazione del Paesaggio","volume":"26 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.2,"publicationDate":"2018-06-26","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"78059658","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Memória cultural, média e cultura visual","authors":"Isabel Macedo, José Gomes Pinto","doi":"10.21814/vista.2991","DOIUrl":"https://doi.org/10.21814/vista.2991","url":null,"abstract":"Ao longo das últimas duas décadas, a relação entre cultura e memória surgiu em muitas partes do mundo como uma questão-chave de pesquisa interdisciplinar, envolvendo campos tão diversos como a História, a Sociologia, a Arte, a Literatura e os Estudos dos Média, a Teologia, a Psicologia e as Neurociências, conjugando assim, as Humanidades, as Ciências Sociais e as Ciências Naturais. A importância da noção de memória cultural não só está documentada pelo rápido crescimento, desde o final da década de 1980, de publicações sobre memórias nacionais, sociais, religiosas ou familiares específicas, mas também por uma tendência mais recente que procura proporcionar uma visão geral do estado da arte nesta área (por exemplo, a revista Memory Studies).","PeriodicalId":40878,"journal":{"name":"Ri Vista-Ricerche per la Progettazione del Paesaggio","volume":"27 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.2,"publicationDate":"2018-06-26","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"78134557","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Mourão, C. (2015). A Toca do Lobo. Portugal: Laranja Azul","authors":"P. Cunha","doi":"10.21814/vista.3007","DOIUrl":"https://doi.org/10.21814/vista.3007","url":null,"abstract":"Aparentemente, A Toca do Lobo é um filme familiar. Não é familiar como outros filmes amadores caseiros que registam momentos importantes para os núcleos familiares (aniversários, festas, férias, etc...), mas é familiar porque A Toca do Lobo é um filme sobre Tomaz Xavier de Azevedo Cardoso de Figueiredo (1902-1970) feito pela sua neta, a realizadora Catarina Mourão, e protagonizado por uma das suas filhas (Maria Rosa Figueiredo, mãe da realizadora) e por dois dos seus bisnetos (Francisca e Lourenço, filhos da realizadora). Indiretamente, também é protagonizado, na sua gritante ausência, pela tia da realizadora, Maria Antónia Figueiredo, que cortou relações com a irmã há mais de 30 anos.","PeriodicalId":40878,"journal":{"name":"Ri Vista-Ricerche per la Progettazione del Paesaggio","volume":"33 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.2,"publicationDate":"2018-06-26","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"87822376","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Aspetos da afirmação da cultura visual em Portugal: o papel de António Ferro. Da Ilustração Portuguesa ao arquivo fotográfico do SPN","authors":"P. Baptista","doi":"10.21814/vista.2994","DOIUrl":"https://doi.org/10.21814/vista.2994","url":null,"abstract":"Durante a década de 1920 e o início da de 1930 a cultura visual portuguesa sofreu uma profunda transformação, percetível nos magazines ilustrados de grande circulação. Um dos primeiros traços dessa mudança terá sido o da renovação da Ilustração Portuguesa, em 1921, com um novo diretor, António Ferro, apoiado pelo jornalista e consultor Leitão de Barros. Traziam um programa visual modernizado que viria a ter continuidade noutros magazines ilustrados e em particular, desde 1927, no Notícias Ilustrado, com um figurino visual cosmopolita, em linha com os magazines ilustrados internacionais.Foi Ferro que, em Portugal, se aventurou primeiro num género de jornalismo com recurso exaustivo à imagem, quer com imagens sugeridas pela sua escrita quer com o uso da fotografia, muitas vezes só com legenda, como sucedeu frequentemente no Notícias Ilustrado.Porventura o ponto mais alto do jornalismo “visual” de António Ferro terá sido a longa entrevista a Salazar, publicada no Diário de Notícias em 1932. O virtuosismo com que António Ferro soube ligar a escrita e a fotografia na construção de uma imagem para a figura praticamente “invisível” de Salazar, como sugeriu José Gil, ficou bem demonstrado, sendo inculcada num imaginário coletivo que, apesar de todas as mudanças políticas e dos anos volvidos, ainda subsiste, prova da força de uma propaganda visual assaz eficaz. Seria Ferro, já como diretor do Secretariado de Propaganda Nacional, em 1933 e, na sequência lógica desse percurso, a criar logo um arquivo fotográfico nesse departamento estatal, serviço que daria apoio à máquina de divulgação visual do regime até ao seu declínio.","PeriodicalId":40878,"journal":{"name":"Ri Vista-Ricerche per la Progettazione del Paesaggio","volume":"14 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.2,"publicationDate":"2018-06-26","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"85704590","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"“Hoje, fotografia no museu\" reflexões em torno de uma interseção","authors":"Lucas Mendes Menezes","doi":"10.21814/vista.2992","DOIUrl":"https://doi.org/10.21814/vista.2992","url":null,"abstract":"Em 1961, o Foto Clube de Minas Gerais (FCMG), em parceria com o Museu de Arte de Belo Horizonte2, organizou a “V Exposição Internacional de Arte Fotográfica”. A inédita parceria da exposição é o ponto de partida para a análise dessa geração de fotógrafos mineiros, além do contexto de produção e recepção de suas imagens. O caso belo-horizontino servirá também de referência para reflexão em torno do processo de entrada da fotografia em espaços expositivos e coleções de centros e museus de arte no Brasil e no exterior. O artigo se encerra com uma discussão em torno da produção de Eugênio Vidigal Amaro, fotógrafo amador português radicado em Minas Gerais.","PeriodicalId":40878,"journal":{"name":"Ri Vista-Ricerche per la Progettazione del Paesaggio","volume":"72 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.2,"publicationDate":"2018-06-26","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"87432773","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}