{"title":"Produção mediática em sala de aula – desafio ou oportunidade pedagógica?","authors":"A. F. Oliveira","doi":"10.21814/vista.3013","DOIUrl":"https://doi.org/10.21814/vista.3013","url":null,"abstract":"Os impactos da revolução digital têm afetado as mais diversas áreas e práticas sociais. Não só as formas como trabalhamos e comunicamos, mas também as formas como aprendemos e ensinamos têm vindo a ser confrontadas com a importância de se modernizarem e de usufruírem do potencial dos meios de comunicação. Principalmente daqueles que se encontram mais acessíveis no quotidiano. A crescente familiaridade com os media e a liberalização do seu acesso poderão, assim, ser compreendidas como oportunidades para a escola gozar das aprendizagens e práticas informais de professores e alunos para tornar o ensino mais próximo e para promover a aquisição e desenvolvimento de novas competências.Foi adotada uma metodologia de análise mista que contemplou a aplicação de questionários a professores e alunos e a realização de entrevistas com professores. Partindo da análise dos hábitos e práticas criativas com os media de professores e alunos, decorridos no quotidiano e em contexto educativo, procurou-se refletir sobre as condições e predisposições para a introdução dos media em sala de aula, como ferramentas de trabalho que preparam os jovens para participar na sociedade e nas suas comunidades. Os resultados obtidos evidenciam que, apesar da existência de uma correlação positiva entre aqueles que usam os media maisfrequentemente no quotidiano e aqueles que os utilizam mais frequentemente em contexto educativo, os usos nos dois contextos são ainda muito díspares. A par disso, professores e alunos reportam hábitos de criação, produção e participação reduzidos, percebendo-se que estes não são os principais intuitos da utilização dos meios no dia-a-dia.","PeriodicalId":40878,"journal":{"name":"Ri Vista-Ricerche per la Progettazione del Paesaggio","volume":"12 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.2,"publicationDate":"2019-07-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"78243262","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Do photobooth à selfie: A cabine fotográfica e as gerações tecnológicas","authors":"C. Babo","doi":"10.21814/vista.3014","DOIUrl":"https://doi.org/10.21814/vista.3014","url":null,"abstract":"A cabine fotográfica é uma máquina que perpassa gerações, suscitando um contínuo interesse por parte do público. Consistindo a fotografia na captura de um determinado momento, observa- se como, nesse dispositivo, a prova fotográfica é, simultaneamente, o acontecimento e o seu registo, o objeto e a sua fotografia e o utilizador da máquina é o fotógrafo e o fotografado, ambivalências que conferem um particular interesse a esta técnica, o que se reflete na sua recorrente utilização por parte dos artistas. O photobooth é, pois, um importante instrumento de produção de autorretrato, de autorrepresentação e de introspeção subjetiva, permitindo explorar o conceito de identidade através de uma linguagem muito própria: o automatismo, a imagem refletida na tela e a sequencialidade. Por oposição, a tão popularizada selfie, capturada através dos dispositivos móveis digitais, banaliza a autorrepresentação e esvazia a sua singularidade. É a esse recente método que, hoje, recorrem as jovens gerações, cada vez mais absorvidas pelo universo digital, contexto no qual se constroem identidades múltiplas ou fabricadas. Assiste-se um desdobramento do eu que explora, de modo contínuo e disperso, o alter-ego, tendendo até a anular a representação individual. A dinâmica do virtual e da partilha em rede, nomeadamente nas redes sociais digitais, é pública, ao invés de ser privada, íntima, simbólica de reflexão e de introspeção, características, precisamente, das cabines. Este artigo propõe-se a questionar e a refletir sobre o lugar do autorretrato do photobooth perante as novas gerações, humanas e tecnológicas.","PeriodicalId":40878,"journal":{"name":"Ri Vista-Ricerche per la Progettazione del Paesaggio","volume":"31 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.2,"publicationDate":"2019-07-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"79258220","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"A publicação de poesia na Internet: a literatura de Clarice Freire","authors":"Caroline Bertini Fernandes, Márcia Gomes Marques","doi":"10.21814/vista.3020","DOIUrl":"https://doi.org/10.21814/vista.3020","url":null,"abstract":"Neste artigo se discute sobre a produção e o consumo de poesia online, entendendo o ciberespaço como um lugar onde há grande vitalidade na publicação e frequentação de receptores de criações artísticas e culturais, de modo geral, e inclusive de poesia. Faz-se um estudo de caso do perfil da rede social Instagram Pó de Lua, da poeta pernambucana Clarice Freire, de modo a explorar as especificidades do contato virtual entre produção e recepção de poesia. Considera-se a intermidialidade como uma característica importante na produção artística contemporânea, e verifica-se que esta atua como um recurso de estilo dos poemas visuais publicados no espaço digital. Observa-se, ainda, que nesse ambiente os leitores contribuem para a difusão das obras que ali se publicam a partir do compartilhamento dos poemas. Para este estudo, fez-se um recorte temporal da utilização da #pódelua nos meses de junho e julho de 2018, desde o qual se analisou as atualizações feitas por leitores e usuários das redes sociais nos poemas da autora.","PeriodicalId":40878,"journal":{"name":"Ri Vista-Ricerche per la Progettazione del Paesaggio","volume":"35 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.2,"publicationDate":"2019-07-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"79075675","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Portrayal of Life Stages on Swedish Municipal Media: A Life Course Perspective","authors":"Wenqian Xu","doi":"10.21814/vista.3017","DOIUrl":"https://doi.org/10.21814/vista.3017","url":null,"abstract":"Media portrayal of older adults is an expression of social realities and expectations, and the image of ageing has significant implications for intergenerational relations. A life course perspective is suggested for viewing old age as the final stage of successive lifespan development and investigating the social meaning of old age through comparisons of life stages. This article focuses on the visual portrayal of citizens at a particular life stage (infancy, childhood, adolescence, adulthood and old age) in Swedish municipal new media. It aims to examine the ways that the municipality visually portrayed citizens at different life stages, as well as the media portrayal of older people that was produced from a life course perspective. This study is based on document analysis of municipal guidelines for visual language and other pertinent documents, as well as in- depth visual analysis of six representative Facebook photos published by the municipality in 2018. This article finds that the municipality has designated diversity and inclusiveness (including age) as two vital communication goals, in addition to applying a life-stage grouping technique to audience analysis. Visual analysis reveals that the visual portrayal of citizens is communicated using a set of traits attributed to the life stages represented. Specifically, these findings suggest that the particular visual components serve to categorize older people as a vulnerable group, while perpetuating age stereotypes and ageist perceptions in society.","PeriodicalId":40878,"journal":{"name":"Ri Vista-Ricerche per la Progettazione del Paesaggio","volume":"59 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.2,"publicationDate":"2019-01-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"89613727","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Mascheroni, G., Ponte, C. & Jorge, A. (Eds.) (2018). Digital Parenting. The Challenges for Families in the Digital Age. Göteborg: Nordicom.","authors":"Marisa Mourão","doi":"10.21814/vista.3021","DOIUrl":"https://doi.org/10.21814/vista.3021","url":null,"abstract":"Num fundo vermelho repleto de uma imensidão de zeros e uns aparece desenhada uma família em ponto pequeno. É esta a imagem que serve de apresentação ao livro Digital Parenting. The Challenges for Families in the Digital Age editado por Giovanna Mascheroni, Cristina Ponte e Ana Jorge, uma obra sobre a parentalidade nesta era digital.","PeriodicalId":40878,"journal":{"name":"Ri Vista-Ricerche per la Progettazione del Paesaggio","volume":"54 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.2,"publicationDate":"2019-01-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"90759155","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"The selfie generation: a transformation of visual social relationships","authors":"Fiona Andreallo","doi":"10.21814/vista.3019","DOIUrl":"https://doi.org/10.21814/vista.3019","url":null,"abstract":"The selfie generation is a term commonly used to describe people born after 1981 because of the supposed proliferation of selfies they take daily. If Selfies indeed define a generation of people, then they require close consideration as an evolution of social interaction. This interdisciplinary study focuses on photography as performance of looking involving social relationships between people. I ask “How might selfies suggest a transformation of everyday social relationships?” The selfie as active photographic performance is first examined through illustrative ethnographic observation. Then as performative photographic object the selfie is examined as interactive (Kress & Van Leeuwen’s, 2006, 2009) visual communication. Finally, the performative spaces of the selfie in process (from initial performance, to object and as it is shared and moves between private and public spaces) is examined as relationships of proxemic perception (Hall, 1966). For the selfie generation the private spaces in social relationships has perhaps evolved not simply because of changes in photographic technology, but also new spaces of socialising where private and public contexts are often blurred and unfixed.","PeriodicalId":40878,"journal":{"name":"Ri Vista-Ricerche per la Progettazione del Paesaggio","volume":"54 36","pages":""},"PeriodicalIF":0.2,"publicationDate":"2019-01-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"72366879","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Ana-María Pérez-Escoda, Maria José Brites, I. Amaral
{"title":"Cultura visual, digital e mediática: Imagens entre gerações","authors":"Ana-María Pérez-Escoda, Maria José Brites, I. Amaral","doi":"10.21814/vista.3012","DOIUrl":"https://doi.org/10.21814/vista.3012","url":null,"abstract":"O contexto social marcado pela cultura de convergência mediática, em conjunto com a proliferação dos dispositivos digitais ligados à internet e a sua penetração junto da população conferiram relevância, mais do que nunca, à cultura mediática e visual. Meios digitais e imagens conduziram aos estudos das práticas de consumidores e produtores de imagens, de acordo com os aspetos sociais e os contextos culturais inerentes, dando lugar a um novo ecossistema cultural (Buckingham, 2003; Koltay, 2011).","PeriodicalId":40878,"journal":{"name":"Ri Vista-Ricerche per la Progettazione del Paesaggio","volume":"31 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.2,"publicationDate":"2019-01-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"75567435","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Visualidades sociotécnicas da cidade no jogo eletrônico Watch_Dogs","authors":"Daniel Abath","doi":"10.21814/vista.3030","DOIUrl":"https://doi.org/10.21814/vista.3030","url":null,"abstract":"A proposta do presente trabalho é discutir acerca da influência dos jogos eletrônicos na construção sociotécnica das representações de cidades ─ em específico a cidade de Chicago ─ as quais se apresentam através de mecanismos geradores de uma experiência urbana virtual a partir de observações das cidades físicas, constituídas de forma sociotécnica, numa imbricação entre homem e máquina. Este artigo, portanto, consiste em uma tentativa de constatar como o espaço tridimensional navegável do jogo eletrônico com design em mundo aberto, o título Watch_Dogs, serve-se das suas estruturas e correspondentes prescrições enquanto programa não humano para conformar imagens da cidade física e sua dinâmica urbana, perfazendo observações visuais desse urbano em variados níveis de expressão comunicacional. Palavras-chave: cidade; representações; jogos eletrônicos; vida urbana virtual.","PeriodicalId":40878,"journal":{"name":"Ri Vista-Ricerche per la Progettazione del Paesaggio","volume":"107 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.2,"publicationDate":"2018-12-26","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"83508883","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Fotografia Selfie em festivais: Experiência cultural como dispositivo para a nova imagem urbana","authors":"P. Nunes, Ravena Maia","doi":"10.21814/vista.3029","DOIUrl":"https://doi.org/10.21814/vista.3029","url":null,"abstract":"O crescimento exponencial da fotografia vem gerando forte impacto na veiculação da imagem cultural das cidades contemporâneas, especialmente quando colocamos em discussão o gênero fotográfico selfie. Este texto tem por intenção discutir a revitalização da imagem urbana pela cultura e o papel ocupado pela fotografia neste processo. Seus usos sociais, tão comuns no cotidiano das redes sociais, têm deslocado a produção da identidade da cidade para o âmbito da experiência. Como este processo vem sendo agenciado significativamente pela cultura, o artigo colocará foco em torno de festivais de música e outras iniciativas do gênero que, de uma forma ou de outra, têm demonstrado evidências importantes para o funcionamento das selfies. A partir da interação entre público e lugar (fotografia e vídeo), criam-se espaços físicos simulados, interferindo na estrutura das cidades em larga medida pela ordem imagética. O dispositivo fotografia-memória-experiência, acionado durante as diversas práticas de consumo cultural urbano, modifica o modo como o sujeito vivencia a cidade e fornece a ela uma retórica imaterial que a reconstrói, ressignificando sua imagem a cada share ou like conquistado nos canais virtuais.","PeriodicalId":40878,"journal":{"name":"Ri Vista-Ricerche per la Progettazione del Paesaggio","volume":"47 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.2,"publicationDate":"2018-12-26","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"86023408","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Intervenções gráficas no espaço público urbano: uma abordagem antropológica da cidade de São Paulo","authors":"Rafael Acácio De Freitas","doi":"10.21814/vista.3034","DOIUrl":"https://doi.org/10.21814/vista.3034","url":null,"abstract":"Este artigo analisa a produção social do espaço público da cidade de São Paulo a partir da leitura das intervenções gráficas, como graffiti e pixação. Através de uma abordagem antropológica urbana e visual buscamos os vínculos e relações entre as intervenções gráficas e a constituição e organização do espaço público urbano. Com o foco nas intervenções gráficas, em seus suportes por excelência, os aparelhos arquitetônicos urbanos, nos colocamos à disposição dos encontros e desencontros cotidianos pela cidade, para revelar alguns traços das relações entre autor, obra, público e a própria cidade. A argumentação segue no sentido de que as relações cotidianas em torno das intervenções gráficas, marcadas pela tensão entre transgressão e controle, revelam a sobreposição de versões distintas da cidade, da São Paulo vista e da São Paulo imaginada, em que o edificado da paisagem urbana é atravessado por construções simbólicas efêmeras conferindo outra textura e sentido social à cidade de São Paulo.","PeriodicalId":40878,"journal":{"name":"Ri Vista-Ricerche per la Progettazione del Paesaggio","volume":"35 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.2,"publicationDate":"2018-12-26","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"80888984","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}