Revista NavaPub Date : 2020-12-31DOI: 10.34019/2525-7757.2020.v5.33013
Rosane Preciosa, M. C. Branco
{"title":"O Presente Corrente","authors":"Rosane Preciosa, M. C. Branco","doi":"10.34019/2525-7757.2020.v5.33013","DOIUrl":"https://doi.org/10.34019/2525-7757.2020.v5.33013","url":null,"abstract":"O Presente Corrente: Apresentação ","PeriodicalId":397953,"journal":{"name":"Revista Nava","volume":"1 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2020-12-31","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"129933470","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Revista NavaPub Date : 2019-09-13DOI: 10.34019/2525-7757.2017.v3.28051
Vera Beatriz Siqueira
{"title":"Arte e instituições contemporâneas","authors":"Vera Beatriz Siqueira","doi":"10.34019/2525-7757.2017.v3.28051","DOIUrl":"https://doi.org/10.34019/2525-7757.2017.v3.28051","url":null,"abstract":"Desde sua origem, o museu de arte se constituiu como um espaço autônomo de fruição estética, culturalmente responsável pelo oferecimento da possibilidade de se experimentar a arte em sua autonomia. Partindo desta constatação, o artigo reflete sobre o problema da descontextualização e do deslocamento de significados da arte em favor de sua absoluta autonomia, gerando uma noção de arte absoluta. Tal questão leva à reflexão sobre os processos de assimilação da crítica à instituição feita pelos artistas em suas proposições artísticas e sobre os processos de autocrítica do próprio museu. Decorrente destes processos, apura-se e problematiza-se uma nova autoridade do museu de arte.","PeriodicalId":397953,"journal":{"name":"Revista Nava","volume":"66 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-09-13","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"125746976","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Revista NavaPub Date : 2019-09-13DOI: 10.34019/2525-7757.2017.v2.28097
Daphne Cordeiro, Marcos Lacerda
{"title":"Seres híbridos e corpos monstruosos","authors":"Daphne Cordeiro, Marcos Lacerda","doi":"10.34019/2525-7757.2017.v2.28097","DOIUrl":"https://doi.org/10.34019/2525-7757.2017.v2.28097","url":null,"abstract":"Este artigo analisa as relações entre arte, ciência e política através das obras da artista Patrícia Picinini, tendo como questão principal as implicações éticas, morais, políticas e ontológicas dos experimentos científicos da engenharia genética e da biotecnologia, que parecem gerar uma zona de indiferenciação entre humanos, animais e objetos. A artista prefigura em suas obras o que poderia vir a ser um mundo repleto de seres híbridos, combinação de humanos e animais, que corporificam, de forma complexa, dilemas e impasses da nossa sociedade. Em que medida as invenções da ciência, especialmente no caso da tecnociência, podem ser realizadas sem instâncias de regulação moral e política? De que modo a arte pode atuar como forma de mediação, articulando ciência e política, sem com isso perder sua autonomia e singularidade? Refletiremos sobre essas entre outras questões neste artigo.","PeriodicalId":397953,"journal":{"name":"Revista Nava","volume":"60 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-09-13","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"133125551","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Revista NavaPub Date : 2019-09-13DOI: 10.34019/2525-7757.2018.v3.28033
S. Januário
{"title":"Expressões, manifestações e atores das artes e culturas portuguesas contemporâneas","authors":"S. Januário","doi":"10.34019/2525-7757.2018.v3.28033","DOIUrl":"https://doi.org/10.34019/2525-7757.2018.v3.28033","url":null,"abstract":"Decorrente da democratização, da festivalização da cultura e da cosmopolitização artística, assiste-se, em Portugal, a partir do final da década de 1980, ao surgimento de diversas manifestações artísticas cujas lógicas, sobretudo de emergência, rompem com as instituídas. Estas manifestações, entendidas como alternativas e/ou underground, têm vindo a corporizar novas formas de criação/mediação/receção/convenções/canonizações artísticas. Ou seja, iniciativas que assentam, designadamente, em novas práticas de trabalho segundo lógicas do-it-yourself (DIY), nas quais os artistas/criativos assumem, nomeadamente, papel de produtores/gestores, e os gatekeepers e os processos de criação de reputações se assumem-se como fundamentais na provisão/atração/fruição destas atividades. A emergência e consolidação destas manifestações enquadram-se num cenário de aposta e evolução significativa no campo cultural e artístico em Portugal. Efetivamente, a realidade portuguesa, nomeadamente deste século, corporiza, de forma indubitável, a importância conferida à cultura enquanto fenómeno social primordial. A viragem epistemológica da Sociologia para esta essencialidade impõe-se, perante não só a exponenciação das dinâmicas sociais e económicas, como também as intenções políticas, particularmente as encetadas pelos municípios (territorialmente, portanto). A partir da análise de conteúdos produzidos por um conjunto de dispositivos mediáticos considerados relevantes no que respeita à produção, à mediação e à divulgação cultural e artística, procurou-se obter o mapeamento das manifestações artísticas em estudo. Este permite-nos compreender, por um lado, a incidência destas manifestações no território e, por outro lado, a emergência de novas hegemonias territorializadas ou não no que respeita à “agenda cultural/artística” portuguesa e consequentes processos de criação/mediação/receção/canonização.","PeriodicalId":397953,"journal":{"name":"Revista Nava","volume":"128 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-09-13","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"115651414","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Revista NavaPub Date : 2019-09-13DOI: 10.34019/2525-7757.2017.v2.28084
Arthur Autran Franco de Sá Neto
{"title":"DossiêRevista do Programa de Pós-Graduação em Artes, Cultura e LinguagensInstituto de Artes e Design :: UFJFDossiê307O Cinema Marginal e a política","authors":"Arthur Autran Franco de Sá Neto","doi":"10.34019/2525-7757.2017.v2.28084","DOIUrl":"https://doi.org/10.34019/2525-7757.2017.v2.28084","url":null,"abstract":"Este artigo versa de maneira panorâmica sobre como o movimento do Cinema Marginal representou a política em seus filmes. Para tanto, são elencados desde filmes que se detém de forma muito clara na discussão política, tais como Blá, blá, blá (Andrea Tonacci, 1968) ou Cara a cara (Júlio Bressane, 1968), até aquelas obras nas quais a política não é o mote principal, mas nem por isso está ausente, como, por exemplo, O Bandido da Luz Vermelha (Rogério Sganzerla, 1968). O artigo também se propõe a problematizar classificações tradicionais na história do cinema brasileiro, como a que separa o Cinema Marginal em relação ao Cinema Novo, a partir da questão da representação da política no cinema dos anos 1960 e 1970.","PeriodicalId":397953,"journal":{"name":"Revista Nava","volume":"35 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-09-13","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"115118345","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Revista NavaPub Date : 2019-09-13DOI: 10.34019/2525-7757.2017.v2.28104
Gerciane Maria da Costa Oliveira
{"title":"Entre lógicas distintas de comercialização de pintura","authors":"Gerciane Maria da Costa Oliveira","doi":"10.34019/2525-7757.2017.v2.28104","DOIUrl":"https://doi.org/10.34019/2525-7757.2017.v2.28104","url":null,"abstract":"O presente artigo visa compreender como os diferentes modelos de distribuição que se estabeleceram com base na circulação dos trabalhos do pintor naif Chico da Silva, e os que lhe foram atribuídos, no circuito estruturado de galerias privadas e no comércio alternativo e indiferenciado de pintura incidiram sobre a elaboração de valorações simbólicas e econômicas do artista e de suas obras. Considerando o estado de emergência da base mercadológica da capital cearense, se analisa como a inserção das composições em arranjos comerciais diferenciados em termos de amplitude de oferta, prática de preços e heterogeneidade de agentes instituem modos de apreciação e consumo distintos, que reconhecem ou não a concepção da obra como extensão da individualidade criadora.","PeriodicalId":397953,"journal":{"name":"Revista Nava","volume":"1 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-09-13","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"121895704","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Revista NavaPub Date : 2019-09-13DOI: 10.34019/2525-7757.2017.v2.28093
F. F. Abreu
{"title":"Tornar-se bailarina ou professora de balé clássico","authors":"F. F. Abreu","doi":"10.34019/2525-7757.2017.v2.28093","DOIUrl":"https://doi.org/10.34019/2525-7757.2017.v2.28093","url":null,"abstract":"Este artigo tem como objetivo analisar carreiras de professoras de balé clássico que trabalham em academias de dança de Niterói (RJ). Com base em observação participante em aulas e espetáculos, e em entrevistas com professoras, é abordado o modo pelo qual a possibilidade de se tornar bailarina profissional é vislumbrada, e são apresentadas as influências na decisão de se tornar docente, com destaque para os discursos referentes a vocação e características corporais. É também discutidocomo a possibilidade de se tornar dona de academia de dança é contemplada e comparada com o trabalho no ensino da dança.","PeriodicalId":397953,"journal":{"name":"Revista Nava","volume":"90 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-09-13","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"129803644","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Revista NavaPub Date : 2019-09-13DOI: 10.34019/2525-7757.2017.v2.28091
Eveline Stella de Araujo
{"title":"Lisboa como palco de Artivismo e Política","authors":"Eveline Stella de Araujo","doi":"10.34019/2525-7757.2017.v2.28091","DOIUrl":"https://doi.org/10.34019/2525-7757.2017.v2.28091","url":null,"abstract":"No artigo apresento, nos moldes de um relato de experiência, as reflexões parciais da produção da mostra Arte e Política Reloaded? O Direito à Cidade, realizada em Lisboa, em Junho de 2016. A proposta do evento foi questionar os princípios políticos e econômicos que geram a exclusão social, utilizando os recursos de intervenções artivistas no cinema. Parto da análise de filmes para sensibilização de um público heterogêneo encontrado em Lisboa, por ocasião das comemorações das festas de Santo Antônio, que atrai anualmente imensa quantidade de turistas europeus à cidade. Em 2016, houve também a presença significativa de brasileiros em função do VI Congresso Português de Antropologia realizado dias antes, em Coimbra.A equipe de curadoria desta mostra foi composta por um antropólogo português, uma antropóloga-cineasta brasileira e um cineasta e performer anglo-brasileiro. O suporte teórico para a seleção dos filmes partiu do campo das Arte, da Antropologia e do Cinema. A mostra compôs um evento mais amplo denominado Arte e Política Reloaded? O Direito à Cidade, que incluiu performances, colóquios e vivências teatralizadas dos temas sociais, político-econômicos e artísticos. A parceria entre Portugal – Brasil na organização da mostra foi um reflexo da construção de um diálogo entre narrativas locais e globais e dos processos de internacionalização das manifestações artivistas. A recepção de filmes foi concebida como uma dialogia estabelecida entre realizadores (diretores e produtores de filmes) e a audiência, mediada pelo processo curatorial. A exibição foi definida por sua característica efêmera, temporária e afetiva.","PeriodicalId":397953,"journal":{"name":"Revista Nava","volume":"1 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-09-13","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"130830597","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Revista NavaPub Date : 2019-09-13DOI: 10.34019/2525-7757.2017.v2.28105
Ricardo Basbaum por Gilton Monteiro
{"title":"Arte e política – “Aos tambores","authors":"Ricardo Basbaum por Gilton Monteiro","doi":"10.34019/2525-7757.2017.v2.28105","DOIUrl":"https://doi.org/10.34019/2525-7757.2017.v2.28105","url":null,"abstract":"<jats:p>-</jats:p>","PeriodicalId":397953,"journal":{"name":"Revista Nava","volume":"206 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-09-13","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"123056057","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}