{"title":"DossiêRevista do Programa de Pós-Graduação em Artes, Cultura e LinguagensInstituto de Artes e Design :: UFJFDossiê307O Cinema Marginal e a política","authors":"Arthur Autran Franco de Sá Neto","doi":"10.34019/2525-7757.2017.v2.28084","DOIUrl":null,"url":null,"abstract":"Este artigo versa de maneira panorâmica sobre como o movimento do Cinema Marginal representou a política em seus filmes. Para tanto, são elencados desde filmes que se detém de forma muito clara na discussão política, tais como Blá, blá, blá (Andrea Tonacci, 1968) ou Cara a cara (Júlio Bressane, 1968), até aquelas obras nas quais a política não é o mote principal, mas nem por isso está ausente, como, por exemplo, O Bandido da Luz Vermelha (Rogério Sganzerla, 1968). O artigo também se propõe a problematizar classificações tradicionais na história do cinema brasileiro, como a que separa o Cinema Marginal em relação ao Cinema Novo, a partir da questão da representação da política no cinema dos anos 1960 e 1970.","PeriodicalId":397953,"journal":{"name":"Revista Nava","volume":"35 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0000,"publicationDate":"2019-09-13","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":"0","resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":null,"PeriodicalName":"Revista Nava","FirstCategoryId":"1085","ListUrlMain":"https://doi.org/10.34019/2525-7757.2017.v2.28084","RegionNum":0,"RegionCategory":null,"ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":null,"EPubDate":"","PubModel":"","JCR":"","JCRName":"","Score":null,"Total":0}
引用次数: 0
Abstract
Este artigo versa de maneira panorâmica sobre como o movimento do Cinema Marginal representou a política em seus filmes. Para tanto, são elencados desde filmes que se detém de forma muito clara na discussão política, tais como Blá, blá, blá (Andrea Tonacci, 1968) ou Cara a cara (Júlio Bressane, 1968), até aquelas obras nas quais a política não é o mote principal, mas nem por isso está ausente, como, por exemplo, O Bandido da Luz Vermelha (Rogério Sganzerla, 1968). O artigo também se propõe a problematizar classificações tradicionais na história do cinema brasileiro, como a que separa o Cinema Marginal em relação ao Cinema Novo, a partir da questão da representação da política no cinema dos anos 1960 e 1970.