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Um homem negro de capuz: modos de enunciar a subjetividade negra na série Luke Cage 一个戴兜帽的黑人:卢克·凯奇系列中表达黑人主体性的方式
Cadernos de Gênero e Diversidade Pub Date : 2019-10-15 DOI: 10.9771/cgd.v5i2.29614
Danielle Miranda
{"title":"Um homem negro de capuz: modos de enunciar a subjetividade negra na série Luke Cage","authors":"Danielle Miranda","doi":"10.9771/cgd.v5i2.29614","DOIUrl":"https://doi.org/10.9771/cgd.v5i2.29614","url":null,"abstract":"Percebendo as ausências que encontramos nas imagens audiovisuais das séries televisivas quando se tratam de subjetividades negras e acreditando na importância da emergência de novos conteúdos que avancem nesse sentido, o objetivo desse texto é discutir os modos de visibilidade negra que estão sendo constituídos na série web televisiva Luke Cage, produzida pela parceria Marvel/Netflix. Interessa refletir sobre a atualização do super-herói negro Luke Cage em relação à sua origem nas histórias em quadrinhos dos anos 70. A análise permite reconhecer um herói que não usa máscaras ou capas, mas, sim, um signo político que marca os processos de estigmatização da população negra masculina: o uso do capuz ressignificado como marcador da desumanização realizada pelos sistemas de opressão que condicionam certos grupos humanos a espaços limitados. Identificamos uma produção audiovisual em que a personagem protagonista é um homem negro, super-herói que constitui-se a partir de um contexto político e de tensões policiais com a população negra e suburbana dos Estados Unidos, e que celebra em seu enredo ícones da cultura negra. Defendemos, nesse sentido, a importância da atualização do que é dizível, pensável, sobre as subjetividades masculinas negras nas produções culturais, com maior abertura de visibilidades não estigmatizadas para a população negra.","PeriodicalId":299788,"journal":{"name":"Cadernos de Gênero e Diversidade","volume":"15 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-10-15","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"125982041","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
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Meninos negros vão ao cinema: inovações nas representações cinematográficas como reinvenção das estéticas negras 黑人男孩去看电影:作为黑人美学再创造的电影表现创新
Cadernos de Gênero e Diversidade Pub Date : 2019-10-15 DOI: 10.9771/cgd.v5i2.29275
M. A. Corrêa
{"title":"Meninos negros vão ao cinema: inovações nas representações cinematográficas como reinvenção das estéticas negras","authors":"M. A. Corrêa","doi":"10.9771/cgd.v5i2.29275","DOIUrl":"https://doi.org/10.9771/cgd.v5i2.29275","url":null,"abstract":"A intenção desse texto é propor reflexões que possam ajudar a ressignificar a posição social imposta aos meninos negros de marginalidade. Dentro das escolas, essas marginalizações acompanham os meninos negros que tem as suas identidades sempre desafiadas por estes estigmas de bagunceiros, desinteressados e incapazes ocasionando a descrença de professoras e professores em suas capacidades, possibilitando assim o fracasso escolar. O objetivo deste texto é denunciar e criticar estas abordagens sobre os meninos negros, mas também ressaltar a sua pluralidade como indivíduos múltiplos e heterogêneos entre si, rompendo assim com esta homogeneização que os subjuga como pequenos marginais ou então como incompetentes. Mostrando o cinema como forte artefato para se questionar representações históricas calcadas no racismo, propondo uma outra pedagogia para estas abordagens sobre os meninos negros.","PeriodicalId":299788,"journal":{"name":"Cadernos de Gênero e Diversidade","volume":"57 3 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-10-15","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"131400381","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
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Masculinidade entre crianças negras: uma reflexão sobre raça e gênero no Nêgo Fugido em Acupe/BA 黑人儿童的男子气概:对Acupe/BA逃亡黑人种族和性别的反思
Cadernos de Gênero e Diversidade Pub Date : 2019-10-15 DOI: 10.9771/cgd.v5i2.29231
M. J. B. V. Boas
{"title":"Masculinidade entre crianças negras: uma reflexão sobre raça e gênero no Nêgo Fugido em Acupe/BA","authors":"M. J. B. V. Boas","doi":"10.9771/cgd.v5i2.29231","DOIUrl":"https://doi.org/10.9771/cgd.v5i2.29231","url":null,"abstract":"O Nêgo Fugido é uma performance cultural que teatraliza a luta pela liberdade escrava no Brasil pelas ruas de uma comunidade chamada Acup;e, distrito de Santo Amaro, situada no Recôncavo Baiano. Durante muitos anos o Nêgo Fugido foi composto somente por homens da comunidade. A partir da década de 1990, a manifestação passou por transformações que permitiram incluir a participação de crianças e mulheres. Busco discutir como a manifestação artística de cunho popular pode produzir uma performatividade de gênero nas crianças da localidade. A estratégia de pesquisa esteve embasada na etnografia, com uma combinação de estratégias qualitativas de pesquisa, como observação participante, captura de imagens in locu, elaboração de diário de campo escrito e fotográfico, e interlocução com as próprias crianças através de entrevistas semi-estruturadas. Ao longo de uma contínua pesquisa iniciada em 2012 até hoje, foi possível identificar que concepções de masculinidade e feminilidade da comunidade são (re)produzidas pelas crianças através da performance artística e da expressão das emoções no Nêgo Fugido, assim como nas relações estabelecidas fora do âmbito da apresentação, interferindo na construção dos corpos e na identidade de gênero das crianças. Argumento que existe uma performatividade de gênero específica e compartilhada, produzindo uma noção de masculinidade hegemônica e contra hegemônica que atravessa meninas e meninos, numa negociação entre rupturas e reafirmação de estereótipos de mulheres e homens negros. ","PeriodicalId":299788,"journal":{"name":"Cadernos de Gênero e Diversidade","volume":"35 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-10-15","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"116571752","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
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Narrativas de adolescentes negros: entre masculinidades, cotidiano escolar e vivências 黑人青少年的叙述:在男子气概、学校生活和经历之间
Cadernos de Gênero e Diversidade Pub Date : 2019-10-15 DOI: 10.9771/CGD.V5I2.29259
Paulo Melgaço da Silva Junior
{"title":"Narrativas de adolescentes negros: entre masculinidades, cotidiano escolar e vivências","authors":"Paulo Melgaço da Silva Junior","doi":"10.9771/CGD.V5I2.29259","DOIUrl":"https://doi.org/10.9771/CGD.V5I2.29259","url":null,"abstract":"Este artigo se propõe a discutir como jovens adolescentes negros do 9º ano de uma escola pública de Duque de Caxias, periferia urbana do Rio de Janeiro, se co/constroem como homens e como vivenciam suas masculinidades em seu cotidiano. Para tal, apresento como base teórica, os estudos de masculinidades e suas interseções com raça e classe social. Os jovens adolescentes, enunciaram em suas narrativas diversos significados de “ser homem negro” no contexto escolar. Deste modo, pensar em masculinidades negras nos direciona a vislumbrar o reconhecimento de infinitas possibilidades de “ser homem”, contestando a imposição de padrões e regulações sobre os sentidos do masculino, em particular, nos contextos escolares.","PeriodicalId":299788,"journal":{"name":"Cadernos de Gênero e Diversidade","volume":"15 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-10-15","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"132449749","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
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Trajetória, experiência e corpo negro em cena: reflexões e apontamentos de um pesquisador iniciante 舞台上的轨迹、经验和黑体:一个初级研究者的反思和笔记
Cadernos de Gênero e Diversidade Pub Date : 2019-10-15 DOI: 10.9771/cgd.v5i2.29273
D. Campos
{"title":"Trajetória, experiência e corpo negro em cena: reflexões e apontamentos de um pesquisador iniciante","authors":"D. Campos","doi":"10.9771/cgd.v5i2.29273","DOIUrl":"https://doi.org/10.9771/cgd.v5i2.29273","url":null,"abstract":"Neste ensaio, tomo como reflexões certas situações vivenciadas na realização de trabalho de campo no âmbito de uma instituição de ensino-hospitalar. Permeando a descrição desses processos estão as memórias de um sujeito concreto, o autor deste texto, um homem negro, jovem e pesquisador que tem atravessado algumas fronteiras sociais e simbólicas, entre a vivência cotidiana em nossa sociedade racista e sexista e a formação acadêmica em Serviço Social. O exercício metodológico e ético de construção de uma narrativa de caráter contra hegemônico foi permeado por dificuldade e incertezas, mas também por surpresas e aprendizados. Foi possível observar características marcantes da instituição e de seus funcionários e, avaliar o lugar naturalizado do corpo negro.","PeriodicalId":299788,"journal":{"name":"Cadernos de Gênero e Diversidade","volume":"47 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-10-15","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"131025195","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
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O livro antirracista do Mês da História Negra no Québec no ano de 2019 2019年魁北克黑人历史月的反种族主义书籍
Cadernos de Gênero e Diversidade Pub Date : 2019-10-15 DOI: 10.9771/cgd.v5i2.33789
I. D. S. M. Torres, F. B. M. Fernandes
{"title":"O livro antirracista do Mês da História Negra no Québec no ano de 2019","authors":"I. D. S. M. Torres, F. B. M. Fernandes","doi":"10.9771/cgd.v5i2.33789","DOIUrl":"https://doi.org/10.9771/cgd.v5i2.33789","url":null,"abstract":"Durante o mês de fevereiro, comemora-se, na América do Norte, particularmente nos Estados Unidos e no Canadá, a história das populações negras. Assinalado como Mês da História Negra [<em>Black History Month</em>, em inglês, e <em>Mois de l’Histoire des Noirs</em>, em francês], esse período de comemorações, marcado por uma série de eventos políticos e culturais que discutem as questões raciais em seus diferentes aspectos e intersecções, foi o contexto de lançamento do livro <em>11 brefs essais contre le racisme: pour une lutte systémique</em> [em português: 11 breves ensaios contra o racismo: por uma luta sistêmica], organizado por Amel Zaazaa e Christian Nadeau (2019). Em 2019, o tema da campanha promovida pelo Governo do Canadá foi: “<em>Os jovens canadenses negros: sem limites, enraizados e orgulhosos</em>”<a title=\"\" href=\"file:///C:/Users/torre/Downloads/Resenha_%20ensaios%20sobre%20o%20racismo%20no%20Qu%C3%A9bec.docx#_ftn1\"><sup><sup>[1]</sup></sup></a>(QUÉBEC, 2019).","PeriodicalId":299788,"journal":{"name":"Cadernos de Gênero e Diversidade","volume":"61 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-10-15","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"126283367","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
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¿Por qué son importantes los Estudios Feministas? 为什么女权主义研究很重要?
Cadernos de Gênero e Diversidade Pub Date : 2019-10-15 DOI: 10.9771/cgd.v5i2.32250
Soraia Carolina de Mello
{"title":"¿Por qué son importantes los Estudios Feministas?","authors":"Soraia Carolina de Mello","doi":"10.9771/cgd.v5i2.32250","DOIUrl":"https://doi.org/10.9771/cgd.v5i2.32250","url":null,"abstract":"Este articulo de divulgacion cientifica busca responder, de forma didactica y accesible, la pregunta acerca de por que son importantes los estudios feministas. La argumentacion fue construida en tres partes: la primera trata de la invisibilidad de determinados sujetos en las ciencias, como objeto de estudio y, principalmente, como productores de conocimiento; la segunda trata de la negacion del prejuicio y de la discriminacion contra esos sujetos; y la tercera trata de las posibilidades de transformacion de ese marco. El foco son las mujeres (incluidas las trans ), consideradas como el sujeto de los feminismos, y a pesar de ser un dialogo profundamente interdisciplinario, fue escrito a partir del lugar de la Historia como area de conocimiento.","PeriodicalId":299788,"journal":{"name":"Cadernos de Gênero e Diversidade","volume":"72 5 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-10-15","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"128024360","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
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Paternidade e Masculinidades Negras Circunscritas: exercícios de autorreflexão emancipatórios 父权与受限制的黑人男子气概:解放自我反思的练习
Cadernos de Gênero e Diversidade Pub Date : 2019-10-15 DOI: 10.9771/cgd.v5i2.29545
Artur Oriel Pereira, H. Santos, A. Silva
{"title":"Paternidade e Masculinidades Negras Circunscritas: exercícios de autorreflexão emancipatórios","authors":"Artur Oriel Pereira, H. Santos, A. Silva","doi":"10.9771/cgd.v5i2.29545","DOIUrl":"https://doi.org/10.9771/cgd.v5i2.29545","url":null,"abstract":"Este artigo apresenta reflexões sobre o gerenciamento da vida familiar às quais incluem as funções de zelo e educação das crianças, dos serviços domésticos e do equilíbrio do relacionamento afetivo, com vistas à compreensão de como homens negros pensam suas paternidades e masculinidades negras, bem como perceber de que forma isso emerge na cena contemporânea como realidades presentes em diferentes espaços sociais. Partimos de uma abordagem qualitativa, tendo como método de pesquisa a realização de entrevistas semiestruturada realizadas com pais negros e um exame de uma narrativa cinematográfica contemporânea – Fences, Um Limite Entre Nós (2017) – ambientado em Pittsburgh nos Estados Unidos dos anos 1960. Para isso, alternamos as interlocuções dos participantes, análises e discussões com os sentidos aparentes do filme. Tomamos como referencial teórico as pesquisas desenvolvidas por Connell (1995; 1998), Awkward (2001), Hall (2003), bell hooks (2004), Grossi (2004), Botton (2007), Fanon (2008), Miskolci (2012), Faustino (2014), Davis (2016) e Santos; Antunez (2018). A masculinidade negra enrijecida sob os pilares hegemônicos da modernidade ocidental e que com o colonialismo se expande tornando-se um modelo arriscado e traumatizante pela qual os homens negros estão circunscritos é um território carregado de conflitos, mas como um ato de resistência e reexistência alguns homens negros estão se reinventando com a conscientização de suas paternidades.","PeriodicalId":299788,"journal":{"name":"Cadernos de Gênero e Diversidade","volume":"327 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-10-15","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"116789185","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
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Notas Etnográficas sobre Homens Negros Balizadores de Fanfarra em Salvador 萨尔瓦多黑人号角的人种志笔记
Cadernos de Gênero e Diversidade Pub Date : 2019-10-15 DOI: 10.9771/cgd.v5i2.29263
Vinicius Da Silva Zacarias
{"title":"Notas Etnográficas sobre Homens Negros Balizadores de Fanfarra em Salvador","authors":"Vinicius Da Silva Zacarias","doi":"10.9771/cgd.v5i2.29263","DOIUrl":"https://doi.org/10.9771/cgd.v5i2.29263","url":null,"abstract":"As performances dos homens negros balizadores de fanfarra são caracterizadas pela transgressão à rigidez corpórea atribuída a papéis masculinos, intensificados pelo fator racial. Porém, essas agências performativas causam efeitos contrários à ojeriza ou rejeição generalizada de quem assiste ao espetáculo, tornando-se altamente valorados pela audiência. Levando em consideração a estrutura das relações sociais brasileiras, os marcadores da diferença colocariam os balizadores em posições desfavoráveis no cotidiano, contudo, no momento do ato performático, eles assumem temporariamente outro status, como “seres de extraordinário poder”. Ao descrever o espetáculo mais proeminente na Bahia, o Desfile Cívico de Dois de Julho de Salvador, o interesse motriz desta pesquisa é compreender como os balizadores significam essas performances, além de refletir sobre o ordenamento das dinâmicas sócio-rituais presentes na cena etnográfica.","PeriodicalId":299788,"journal":{"name":"Cadernos de Gênero e Diversidade","volume":"31 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-10-15","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"124933499","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
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Masculinidades Negras no Livro Didático de Língua Portuguesa 葡萄牙语教科书中的黑人男子气概
Cadernos de Gênero e Diversidade Pub Date : 2019-10-15 DOI: 10.9771/CGD.V5I2.29256
Fábio Araújo Oliveira
{"title":"Masculinidades Negras no Livro Didático de Língua Portuguesa","authors":"Fábio Araújo Oliveira","doi":"10.9771/CGD.V5I2.29256","DOIUrl":"https://doi.org/10.9771/CGD.V5I2.29256","url":null,"abstract":"Neste trabalho, analisamos o discurso sobre as masculinidades negras no livro didático de língua portuguesa do ensino fundamental no Brasil. Para isso, utilizamos a teoria da análise do discurso pecheutiana. Os livros selecionados para análise são dois: um  do 5º e outro do 9º ano que estão entre os mais solicitados pelos professores da rede pública e comprados pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) em suas duas últimas edições. Como o livro didático é um importante instrumento para a educação escolar formal de crianças e adolescentes, considerando a sua utilização e o seu predomínio nesse processo de escolarização, bem como o seu potencial em “transmissão” de ideologia, entendemos que é de suma importância a sua análise em vários aspectos. No caso do livro didático de português, há uma especificidade: ele “veicula” ideologias muito diversas, que, inclusive, podem ser conflitantes, se considerarmos o fato de que é um instrumento que traz textos de todos os tipos, de todos os gêneros, de diversas áreas e de diversas épocas. No que diz respeito às masculinidades negras, a questão essencial que se coloca é se há representação dessas subjetividades e, caso haja, como ela é construída e quais sentidos “veiculam”. Consideramos essencial avaliar como o livro didático de português trata a questão das masculinidades negras, se ele reproduz ou questiona sentidos considerados tóxicos do masculino; se está aberto para uma diversidade  das masculinidades, considerando possibilidades múltiplas de sexualidade, gênero e classe, por exemplo; e se reproduz, silencia ou traz à reflexão questões ligadas ao racismo.","PeriodicalId":299788,"journal":{"name":"Cadernos de Gênero e Diversidade","volume":"54 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-10-15","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"125877877","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
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