{"title":"O Brasil no Imaginário Coletivo","authors":"Larissa Caldeira de Fraga","doi":"10.22409/rmc.v16i2.53401","DOIUrl":"https://doi.org/10.22409/rmc.v16i2.53401","url":null,"abstract":"Há mais de 500 anos o país é retratado pelo olhar do outro. As características brasileiras são evidenciadas na literatura e nos estudos de inúmeros pensadores. Este trabalho se propõe a identificar, através de um estudo bibliográfico, os imaginários sobre o Brasil traçados pelos autores Buarque (2013), Damatta (1986), Durand (1996), Pitta (2015), Silva (1996), Souza (2019) e Zweig (1960). Também foram realizadas entrevistas não estruturadas com os pesquisadores das teorias do imaginário Tacussel (2015) e Joron (2015). O imaginário coletivo sobre o país começou a ser dinamizado com a carta de Pero Vaz de Caminha, retratando o seu descobrimento e apresentou diferentes narrativas ao longo da história, do mito do futuro ao mito da mudança. Hoje as características do nosso espírito são reforçadas principalmente na mídia.","PeriodicalId":294448,"journal":{"name":"Revista Mídia e Cotidiano","volume":"7 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-05-27","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"132098321","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Amanda Magalhães Ferreira, Denise Figueiredo Barros do Prado
{"title":"Os tempos do ser jovem: representação das temporalidades juvenis em Malhação - Viva a Diferença","authors":"Amanda Magalhães Ferreira, Denise Figueiredo Barros do Prado","doi":"10.22409/rmc.v16i2.52223","DOIUrl":"https://doi.org/10.22409/rmc.v16i2.52223","url":null,"abstract":"Este artigo analisa como se dá a organização das temporalidades a partir da representação das juventudes das coprotagonistas de Malhação – Viva a Diferença (2017/2018), Benê, Ellen, Keyla, Lica e Tina. Nesta abordagem, discute-se como as experiências juvenis revelam formas singulares de se relacionar com o tempo, de modo que as temporalidades são entendidas como afetadas pela heterogeneidade das experiências das protagonistas. A metodologia adotada envolve uma compreensão das televisualidades (ROCHA, 2016) por meio da análise das trajetórias biográficas das personagens. Foram elaboradas três categorias analíticas: “tempo cotidiano”, “tempo biográfico” e “tempo familiar-social”. A partir delas, observou-se que as trajetórias biográficas, bem como suas inserções sociais mais amplas, afetam a constituição da experiência temporal das jovens.","PeriodicalId":294448,"journal":{"name":"Revista Mídia e Cotidiano","volume":"56 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-05-27","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"115094679","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Imagens Cidadãs: a participação da Bem TV no estímulo à cidadania","authors":"Pablo Laignier","doi":"10.22409/rmc.v16i2.51723","DOIUrl":"https://doi.org/10.22409/rmc.v16i2.51723","url":null,"abstract":"O objetivo deste artigo é observar de que modo é estimulada a cidadania através da análise do caso concreto de uma TV comunitária já tradicional no Estado do Rio de Janeiro: a Bem TV. O artigo é dividido em três seções: uma contextualização do aspecto audiovisual na contemporaneidade, relacionando-o ao conceito de Sociedade do Espetáculo, de Guy Debord; uma discussão sobre as TVs comunitárias e suas principais características, com base nos trabalhos de pesquisa de Raquel Paiva, Cicilia Peruzzo e Muniz Sodré, destacando as TVs comunitárias em rede como um elemento recente; a análise de uma amostra da produção audiovisual da Bem TV, de Niterói, com base no seu canal do Youtube, através da seleção e da análise do conteúdo de quatro vídeos publicados em 2018 (ano de eleições presidenciais e de amplo debate sobre temas sociais) e de três vídeos mais antigos (de um período anterior à produção voltada especificamente para o canal em questão). A metodologia usada é a de estudo de caso (com análise de conteúdo dos vídeos selecionados). Os resultados encontrados evidenciam o estímulo à discussão de temas fundamentais para a construção de uma relação cidadã comunitária, inclusiva e dialógica.","PeriodicalId":294448,"journal":{"name":"Revista Mídia e Cotidiano","volume":"23 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-05-27","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"121994747","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Fascismo à brasileira em O som ao redor e O animal cordial: desestabilização e autoritarismo no cinema brasileiro pré-Bolsonaro","authors":"Guilherme Fumeo Almeida, D. Feix","doi":"10.22409/rmc.v16i2.53218","DOIUrl":"https://doi.org/10.22409/rmc.v16i2.53218","url":null,"abstract":"Este artigo pretende compreender como o autoritarismo e a intolerância que pautaram a conjuntura sociopolítica brasileira nos anos 2010 estão presentes nos filmes produzidos nela, a partir da análise de O som ao redor e O animal cordial. Para tanto, é dividido em três partes. Na primeira, é construído um marco teórico sobre a formação sociopolítica brasileira, a partir de autores como Holanda (1995) e Schwarcz (2019), e sobre como, no país que emerge desta formação, pode-se pensar um retorno do fascismo, com base em teóricos como Albright (2018), Finchelstein, (2019), Stanley (2020) e Griffin (1991). Na segunda e na terceira partes, são desenvolvidas as análises de O som ao redor e O animal cordial, respectivamente, em diálogo com o marco teórico desenvolvido na primeira sessão.","PeriodicalId":294448,"journal":{"name":"Revista Mídia e Cotidiano","volume":"140 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-05-27","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"115540710","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
M. Kaseker, Adriana Nakamura Gallassi, Lucas Fernando Ribeiro
{"title":"Autorrepresentação indígena como política de identidades em luta","authors":"M. Kaseker, Adriana Nakamura Gallassi, Lucas Fernando Ribeiro","doi":"10.22409/rmc.v16i2.53387","DOIUrl":"https://doi.org/10.22409/rmc.v16i2.53387","url":null,"abstract":"Desde a chegada portuguesa ao Brasil, em 1500, os povos originários foram representados pelo viés eurocêntrico. Foi assim nas cartas dos primeiros exploradores enviadas à Coroa, nos sermões de catequização, nas pinturas feitas durante expedições que documentaram o território e, mais tarde, em livros, materiais didáticos, audiovisuais e jornalísticos. O giro decolonial começa no final do Século XX, quando indígenas brasileiros passam a registrar e publicar imagens e narrativas próprias. Por meio de pesquisa teórica e revisão bibliográfica, na perspectiva dos Estudos Culturais e Decoloniais, constata-se que a comunicação consiste no elemento central das políticas de identidade indígena e a autorrepresentação demarca a ruptura com a imagem do índio genérico, estereotipado e parado no tempo, o que consideramos uma política de identidades em luta.","PeriodicalId":294448,"journal":{"name":"Revista Mídia e Cotidiano","volume":"37 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-05-27","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"123986970","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"A importância do streaming para o documentário durante a pandemia da Covid-19: uma conversa com o cineasta Cristiano Burlan","authors":"Urbano Lemos Jr., Vicente Gosciola","doi":"10.22409/rmc.v16i2.52604","DOIUrl":"https://doi.org/10.22409/rmc.v16i2.52604","url":null,"abstract":"A produção e a distribuição audiovisual foram seriamente comprometidas durante o período de isolamento decorrente das políticas de distanciamento social por causa da Covid-19. Com as salas de cinema fechadas, diversos realizadores tiveram que se adaptar e encontraram nas plataformas de transmissão a possibilidade de projetarem seus trabalhos. O streaming, que já se colocava como uma realidade para o cinema, assumiu protagonismo mostrando-se como uma alternativa com acesso gratuito; e distribuição mais democrática. A entrevista a seguir aponta para a importância do documentário no período da Covid-19 que encontrou no digital a sua permanência de representação do mundo em que vivemos. A conversa com o cineasta Cristiano Burlan traz os desafios em divulgar os filmes durante o período pandêmico e as possibilidades que os realizadores encontraram para que seus filmes fossem vistos e debatidos. Durante a entrevista, Burlan falou sobre a trilogia do luto, feminicídio e problemas sociais, temas bastante presentes nos seus filmes. Segundo o cineasta, por mais que haja uma motivação pessoal, o processo de criação se efetiva no encontro com o outro.","PeriodicalId":294448,"journal":{"name":"Revista Mídia e Cotidiano","volume":"38 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-05-27","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"121487767","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Identidades indígenas urbanas: autonarrativas contemporâneas midiatizadas no Instagram","authors":"Rafael Sbeghen Hoff","doi":"10.22409/rmc.v16i2.52170","DOIUrl":"https://doi.org/10.22409/rmc.v16i2.52170","url":null,"abstract":"O trabalho procura investigar como os jovens indígenas, vivendo em contextos urbanos, se utilizam dos perfis no Instagram para ressignificarem suas identidades por meio de narrativas de si, predominantemente imagéticas, em um contexto de cultura e comunicação digital. A pesquisa está vinculada ao Grupo de Pesquisa em Processos Imagéticos e à pesquisa Imagens Amazônicas, coordenados pelo docente orientador desta. São tomados como objeto empírico os perfis de quatro jovens representantes de três etnias indígenas brasileiras, residentes em regiões diferentes do país. São utilizados como procedimento metodológico a análise de conteúdo e análise do discurso a partir dos rastros digitais desses jovens na plataforma. Ao final, o texto identifica as manifestações artísticas e a formação de redes de colaboração nas mídias digitais como expressões de uma resistência, um clamor ao reconhecimento e um combate à invisibilidade das condições desses jovens que se veem atualizando os processos de identificação no encontro com a cultura Ocidental capitalista e branca.","PeriodicalId":294448,"journal":{"name":"Revista Mídia e Cotidiano","volume":"134 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-05-27","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"133639200","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Adicción a las redes sociales en jóvenes guayaquileños, Ecuador","authors":"E. González-Martínez, Nerexy Villamar Alava","doi":"10.22409/rmc.v16i2.51634","DOIUrl":"https://doi.org/10.22409/rmc.v16i2.51634","url":null,"abstract":"El uso excesivo de las redes sociales genera trastornos en los adolescentes causando ansiedad por permanecer conectados, desconfianza o, a su vez, adquieren comportamientos como: la abstinencia. Esta investigación analiza la problemática de adicción de las redes sociales en los jóvenes universitarios guayaquileños en Ecuador. La muestra la conforman 228 estudiantes universitarios entre 16-30 años, de ellos un 63, 6% son del género femenino y 36, 4% masculino. Se analizó la estructura de la escala para obtener la fiabilidad. Los resultados confirmaron la consistencia interna de la escala Alfa de Cronbach de resultado 0,857, y se analizaron las principales estadísticas descriptivas (frecuencia, media) con respecto a la información. Se desarrolló la Correlación de Pearson destacándose la relación entre: la facilidad de comunicarse y estar más tiempo conectados; así como, la necesidad de estar informado se relaciona con el acto de revisión de las redes como primera actividad matutina.","PeriodicalId":294448,"journal":{"name":"Revista Mídia e Cotidiano","volume":"41 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-05-27","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"114371454","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
C. L. Vieira, Isabela Farias, Claudenia Mesquita Barroso, J. H. Maranhão, Francisca Denise Silva Vasconcelos
{"title":"A estética da mulher negra em anúncios para cabelos crespos","authors":"C. L. Vieira, Isabela Farias, Claudenia Mesquita Barroso, J. H. Maranhão, Francisca Denise Silva Vasconcelos","doi":"10.22409/rmc.v16i2.51972","DOIUrl":"https://doi.org/10.22409/rmc.v16i2.51972","url":null,"abstract":"O estudo aborda os discursos sobre a mulher negra por meio de anúncios de produtos para cabelos cacheados e crespos. Buscou-se analisar como o discurso é propagado por intermédio desta mídia específica nas postagens dos rótulos. Realizou-se pesquisa documental sobre dez marcas de produtos de beleza para cacheadas e crespas com base na Análise Crítica de Discurso a partir das categorias interdiscursividade, representação de atores sociais e metáfora. Os dados são apresentados a partir do predomínio da tipologia de cabelos, do discurso tecnológico e das cacheadas e da falsa noção de empoderamento. A pesquisa aponta como o racismo se manifesta na estética negra a partir da pauta sobre cabelo. Os anúncios estão em consonância com os estereótipos e preconceitos a respeito da mulher negra.","PeriodicalId":294448,"journal":{"name":"Revista Mídia e Cotidiano","volume":"168 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-05-27","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"129384144","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"A (des)patologização de Jair Bolsonaro nas redes em tempos de pandemia de Covid-19 no Brasil","authors":"Wilson Couto Borges, Camila Fortes Monte Franklin","doi":"10.22409/rmc.v16i2.53081","DOIUrl":"https://doi.org/10.22409/rmc.v16i2.53081","url":null,"abstract":"O presente artigo é parte de uma pesquisa maior e tem como objetivo identificar as estratégias narrativas e intenções textuais, como também a produção de sentidos sobre o processo de patologização e despatologização em torno de ações do presidente da República Jair Messias Bolsonaro nas redes sociais. Em tempos de pandemia de Covid-19 no Brasil, a partir de recortes temporais diferentes, é possível encontrar conexões entre tempos históricos distintos, que atualizam formas de se compreender os fenômenos sociais. Utilizando a Narratologia como abordagem teórico-metodológica, esse trabalho busca perceber a formação de processos simbólicos em postagens do Instagram que associam o presidente da República à loucura e a insanidade, produzindo sentidos que constroem efeitos de real.","PeriodicalId":294448,"journal":{"name":"Revista Mídia e Cotidiano","volume":"33 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-05-27","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"115869807","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}