Revista SaudePub Date : 2019-08-06DOI: 10.5902/2236583436298
M. R. B. Mello, C. Silva, Amanda Albiero Real, I. Albuquerque
{"title":"Perfil clínico de pacientes submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio e troca valvar em um hospital terciário da região Sul do Brasil","authors":"M. R. B. Mello, C. Silva, Amanda Albiero Real, I. Albuquerque","doi":"10.5902/2236583436298","DOIUrl":"https://doi.org/10.5902/2236583436298","url":null,"abstract":"Objetivo: Analisar o perfil clínico de pacientes submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio (CRM) e troca valvar (TV) em um hospital terciário na região Sul do Brasil. Métodos: Estudo transversal e retrospectivo com coleta de dados obtidos do registro de prontuário de pacientes submetidos à cirurgia cardíaca no período de abril de 2016 a março de 2017. A análise estatística foi realizada utilizando-se o software GraphPad Prism 5 (GraphPad Software Inc., San Diego, CA, EUA). A normalidade das variáveis foi avaliada pelo teste de Shapiro-Wilk. Os dados de prevalência foram apresentados em frequências absolutas e porcentagens. Para verificar a correlação entre os fatores de risco e o tempo de internação na unidade de cardiologia intensiva (UCI) assim como entre os fatores de risco e as complicações no pós-operatório (PO), foi utilizado o coeficiente de correlação de Pearson e para efeito de significância estatística foi considerado um p<0,05. Resultados: A amostra composta por 44 pacientes, com média de idade de 62,31±10,85 anos, sendo 28 (64%) do sexo masculino. O procedimento mais frequente foi a CRM em 28 pacientes (64%), seguida de TV em 9 (20%) e concomitante CRM e TV em 7 (16%). Os fatores de risco mais prevalentes foram diabetes mellitus (DM) (82%), hipertensão arterial sistêmica (HAS) (82%) e história pregressa de tabagismo (36%). O tempo de circulação extracorpórea (CEC) em média foi de 102,88±38,11 minutos e tempo total de cirurgia em média de 276,7±82,86 minutos. Não houve correlação significativa entre os fatores de risco e o tempo de internação na UCI (r=0,125; p=0,416) e entre os fatores de risco e as complicações no PO (r=0,041; p=0,791). Conclusão: Os pacientes deste estudo em maioria foram do sexo masculino e constatou-se importante prevalência de comorbidades como HAS e DM, que pode revelar uma condição de maior gravidade corroborando para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.","PeriodicalId":33078,"journal":{"name":"Revista Saude","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-08-06","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"47801256","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Revista SaudePub Date : 2019-08-06DOI: 10.5902/2236583435474
Renata Andressa Alves Furtado, M. Noleto, Diego Rodrigues Pessoa, Vaniele da Silva Almeida, Antônio Luíz Martins Maia Filho, Valdiléia Teixeira Uchôa, W. Alves
{"title":"Ação do gel Anacardium Occidentale L. associado ao ultrassom terapêutico no processo de cicatrização em camundongos","authors":"Renata Andressa Alves Furtado, M. Noleto, Diego Rodrigues Pessoa, Vaniele da Silva Almeida, Antônio Luíz Martins Maia Filho, Valdiléia Teixeira Uchôa, W. Alves","doi":"10.5902/2236583435474","DOIUrl":"https://doi.org/10.5902/2236583435474","url":null,"abstract":"INTRODUÇÃO: Os recursos fisioterapêuticos influenciam positivamente no processo de cicatrização, acelerando as diferentes fases e reduzindo o tempo de lesão através da aplicação de recursos eletrofísicos, tais como ultrassom terapêutico (UST). A interação entre o UST e os tecidos biológicos, é capaz de gerar alterações celulares, por efeitos mecânicos, garantindo resultados satisfatórios. Estudos à base dos extratos vegetais vêm sendo realizados visando comprovar terapias alternativas efetivas capazes de induzir a cicatrização de feridas, uma vez que as plantas medicinais quando comparadas com as modernas terapias medicamentosa, apresentam menores efeitos adversos e baixo custo, quando comparado aos fármacos sintéticos, sendo essenciais para aquisição para a população de baixa renda. OBJETIVO: Avaliar o efeito associado entre o gel à base da casca do cajueiro (Anacardium occidentale L) e o ultrassom terapêutico sobre o processo de cicatrização de feridas cutâneas em camundongos. METODOLOGIA: 24 camundongos (Mus musculus) machos, pesando entre 40 a 50 gramas (g), provenientes do biotério da Faculdade de Ciências Médicas (FACIME), foram utilizados neste estudo. A pesquisa foi composta por 4 grupos (controle, ultrassom pulsado + fonorose, gel à base de cascas da Anacardium occidentale L e ultrassom pulsado), os quais foram tratados em diferentes tempos experimentais (8 e 15 dias). Após a eutanásia dos camundongos, realizou-se as análises macroscópica e microscópica, enquanto o extrato vegetal à base do caule do cajueiro (Anacardium occidentale L) foi avaliado através da prospecção fitoquímica. RESULTADOS: Observa-se que tanto na análise histológica quanto macroscópica, houve melhora do processo inflamatório inicial e aceleração do reparo tecidual nos grupos tratados com o UST, extrato, assim como, através da sua interação. CONCLUSÃO: Conclui-se que as terapias utilizadas no presente estudo, apresentaram resultados satisfatórios sobre o processo de reparação tecidual, os quais foram comprovados pela análise macroscópica e histológica. ","PeriodicalId":33078,"journal":{"name":"Revista Saude","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-08-06","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"48166380","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Revista SaudePub Date : 2019-08-06DOI: 10.5902/2236583437958
Lorena de Queiroz Silva, Edílson Martins Rodrigues Neto
{"title":"Anestésicos locais em clínica universitária odontológica: conhecimento dos graduandos acerca de efeitos adversos e tóxicos","authors":"Lorena de Queiroz Silva, Edílson Martins Rodrigues Neto","doi":"10.5902/2236583437958","DOIUrl":"https://doi.org/10.5902/2236583437958","url":null,"abstract":"Este trabalho objetivou verificar o conhecimento dos graduandos do curso de odontologia sobre a utilização correta e segura de anestésicos locais na clínica odontológica. Inicialmente os acadêmicos do 9º e 10º semestre responderam a um formulário com finalidade de observar suas indicações para os pacientes, de acordo com sua escolha anestésica e mensurar seus conhecimentos sobre possíveis reações adversas e tóxicas relacionadas a estes compostos. Após a verificação das respostas, estas foram classificadas de maneira semiqualitativa. Os dados coletados foram inseridos no banco de dados do Excel, para viabilizar o processo das respostas obtidas. Constatou-se maior número de acertos, nas questões relativas à pacientes gestantes, e maior quantidade de erros observados foi predominantemente em questões sobre anafilaxia em geral e diabéticos insulinodependentes. De acordo com a observação das respostas obtidas, conclui-se que os acadêmicos demonstraram dificuldades sobre o tema proposto, principalmente quando se trata de casos com pacientes com algum tipo de deficiência, como por exemplo, alérgicos. Assim, se faz necessário além do conhecimento da substância correta, que o cirurgião dentista observe a história clínica do paciente para prosseguir o atendimento, buscando evitar quando possível padronização. A técnica e a quantidade correta de solução, tendo em vista que se evite administração intravascular, por exemplo, que pode ser evitada com a aspiração prévia, visando também à necessidade do seguimento de instruções protocoladas.","PeriodicalId":33078,"journal":{"name":"Revista Saude","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-08-06","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"45070825","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Revista SaudePub Date : 2019-08-06DOI: 10.5902/2236583432729
L. Pereira, Danielle Adriane Silveira Vidal, Cíntia Marchesan Passos, Maria Emília Nunes Bueno
{"title":"Incubadora educacional: agregando tecnologias à prática do cuidado no ambiente de trabalho hospitalar","authors":"L. Pereira, Danielle Adriane Silveira Vidal, Cíntia Marchesan Passos, Maria Emília Nunes Bueno","doi":"10.5902/2236583432729","DOIUrl":"https://doi.org/10.5902/2236583432729","url":null,"abstract":"Objetivou-se conhecer as contribuições da Incubadora Educacional na perspectiva de novos colaboradores de enfermagem que participaram do processo de capacitação no ambiente de trabalho hospitalar. Métodos: pesquisa qualitativa, com 35 novos colaboradores sendo técnicos de enfermagem e enfermeiros, no período de julho de 2015 a julho de 2016, em um hospital de ensino da região sul do Brasil. A leitura dos dados foi realizada na perspectiva de Bardin. Resultados: Os colaboradores consideraram a incubadora educacional como adequada quanto a duração, conteúdo e método de ensino. Destacaram-se os núcleos temáticos: “A incubadora educacional como um processo de reciclagem” e “A integração entre teoria e prática no processo de aprendizagem”. Conclusão: A Incubadora Educacional contribuiu de forma positiva no processo de capacitação dos novos colaboradores. Possibilitou um espaço de argumentações e reflexões sobre as práticas cotidianas da instituição envolvida e a participação ativa dos profissionais na busca por mudanças positivas na assistência.","PeriodicalId":33078,"journal":{"name":"Revista Saude","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-08-06","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"45820335","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Descarte de medicamentos: avaliação do conhecimento dos produtores da atividade leiteira","authors":"Nadine Neto Batista, Graziella Alebrant Mendes, T. Carvalho, Bruna Barcellos Negrete, Jovana Simonetti Bulegon, Marcos Guilherme Schäfer, V. Martins, Viviane Cecília Kessler Nunes Deuschle","doi":"10.5902/2236583437627","DOIUrl":"https://doi.org/10.5902/2236583437627","url":null,"abstract":"O objetivo desse estudo foi avaliar a prática do uso e do descarte de medicamentos entre produtores da rede leiteira da região noroeste do Estado do Rio Grande do Sul. O estudo foi conduzido mediante a aplicação de um questionário e a amostra foi constituída por 46 participantes. Os resultados demonstram que a maioria dos participantes apresenta medicamentos em suas residências (98%). Destes, 66% afirmam usar medicamentos por conta própria, 22% reutiliza medicamentos de tratamentos anteriores, 65% realiza o descarte em lixo comum e 9% descarta em vaso sanitário. Em relação à “farmácia caseira” o medicamento mais armazenado foi o paracetamol (78%). A maioria dos participantes (74%) relataram não ter recebido nenhuma informação a respeito do assunto. Neste sentido, observa-se que a maioria da população descarta os medicamentos de forma inadequada e a falta de orientações é o principal fator que leva a esta prática. ","PeriodicalId":33078,"journal":{"name":"Revista Saude","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-08-05","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"45344046","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"Percepção das mulheres sobre o impacto da menstruação no cotidiano de vida","authors":"Patrícia Albuquerque Moraes, Márcia Barbieri, Luiza Hiromi Tanaka, Maria Cristina Gabrieloni","doi":"10.5902/2236583437215","DOIUrl":"https://doi.org/10.5902/2236583437215","url":null,"abstract":"Objetivo: compreender o significado da menstruação no cotidiano de vida e desvelar as divergências e convergências no aspecto cultural e socioeconômico de mulheres na menacme. Método: pesquisa descritiva, de abordagem qualitativa com pressupostos do interacionísmo simbólico. A coleta de dados deu-se por meio de dois grupos focais cujos sujeitos foram 18 mulheres. Foram realizados três encontros com cada grupo em locais distintos. A partir dos depoimentos foram identificadas seis categorias e subcategorias. Resultados: revelam a percepção das mulheres nos aspectos físicos, psicológicos, nível de independência, relações sociais, ambiente e crenças pessoais e mitos associadas a qualidade de vida no simbólico da menstruação. Conclusão: a menstruação significa dualidade, pois traz alívio por não estar grávida e marca a jovialidade. Mas se houvesse escolha, as mulheres preferiam não menstruar pelos desconfortos físicos e psicológicos que as afetam no cotidiano da vida.","PeriodicalId":33078,"journal":{"name":"Revista Saude","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-08-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"46178381","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Revista SaudePub Date : 2019-08-01DOI: 10.5902/2236583438542
Naildo Santos Silva, J. Mello, Augusto Pedretti, A. Gaya, A. Gaya
{"title":"Atividade física de crianças e apoio familiar percebido: um estudo exploratório","authors":"Naildo Santos Silva, J. Mello, Augusto Pedretti, A. Gaya, A. Gaya","doi":"10.5902/2236583438542","DOIUrl":"https://doi.org/10.5902/2236583438542","url":null,"abstract":"Objetivo: O objetivo deste estudo é descrever a prevalência de crianças na zona saudável e risco para a atividade física e do apoio familiar percebido de acordo com o sexo e identificar as relações entre a atividade física diária e o apoio familiar percebido. Método: Trata-se de um estudo exploratório, com amostra voluntária de 49 crianças matriculadas no 5º ano do ensino fundamental. Foram avaliadas a atividade física através de pedometria e o apoio familiar através de questionário. Foram utilizadas análises descritivas e de associação. Foi testada a diferença entre os sexos com o teste qui-quadrado de Pearson. Resultados: Nas variáveis do apoio familiar percebido, não foram identificadas diferenças entre os sexos. Na análise bruta apenas a variável “seus pais (pai/mãe) levam você para praticar atividade física” se associou com a atividade física das crianças. No modelo final de análise ajustada, as variáveis “considera o pai ativo”, “mãe estimula a ser ativo” e “seus pais levam você para praticar atividade física” se associaram com a atividade física das crianças. Conclusões: As figuras maternas e paternas parecem assumir diferentes papéis no apoio percebido pelas crianças, assim sugerimos que o pai e a mãe (ou figuras equivalentes) devem fazer parte do processo das ações de intervenções para que estas relações sejam confirmadas de forma mais fidedigna.","PeriodicalId":33078,"journal":{"name":"Revista Saude","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-08-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"48320665","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Revista SaudePub Date : 2019-08-01DOI: 10.5902/2236583432482
Claudio Santiago Dias Júnior, A. Verona
{"title":"Excesso de peso, obesidade e educação no Brasil","authors":"Claudio Santiago Dias Júnior, A. Verona","doi":"10.5902/2236583432482","DOIUrl":"https://doi.org/10.5902/2236583432482","url":null,"abstract":"Este estudo tem como objetivo descrever a prevalência do excesso de peso e da obesidade no Brasil em 2006 e 2016, segundo o sexo e escolaridade e verificar se a escolaridade ainda é um fator de proteção para as mulheres, e se entre os homens, o paradoxo escolaridade/obesidade ainda permanece. Para isso, este trabalho utilizou as informações da pesquisa “Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico” (VIGITEL) dos anos de 2006 e 2016. Ao contrário das evidências recentes encontradas nos EUA e Europa, a educação parece não ter um papel protetor para os homens brasileiros no que se refere ao excesso de peso e obesidade. Em relação às mulheres, essa variável ainda é importante, pois parece ter um papel protetor para o ganho de peso, embora já seja possível identificar que mesmo entre as mais escolarizadas, o aumento da prevalência do excesso de peso e da obesidade no período ocorreu.","PeriodicalId":33078,"journal":{"name":"Revista Saude","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-08-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"46604421","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Revista SaudePub Date : 2019-08-01DOI: 10.5902/2236583437727
Á. Ferreira, D. V. Oliveira, Emmanuel Lopes, Rodrigo Marques Tonella, C. Barbosa, Luiz Cláudio Almeida Martins
{"title":"Treino muscular inspiratório em idosos na ventilação mecânica: uma revisão sistemática","authors":"Á. Ferreira, D. V. Oliveira, Emmanuel Lopes, Rodrigo Marques Tonella, C. Barbosa, Luiz Cláudio Almeida Martins","doi":"10.5902/2236583437727","DOIUrl":"https://doi.org/10.5902/2236583437727","url":null,"abstract":"Este estudo teve o objetivo de avaliar os artigos de treinamento muscular inspiratório em idosos com desmame da ventilação mecânica, nos últimos cinco anos. O levantamento bibliográfico foi realizado através de publicações indexadas na base de dados da Biblioteca Virtual de Saúde (BVS): Scientific Electronic Library Online (SCIELO), Literatura Latino-Americana em Ciências de Saúde (LILACS), Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MEDLINE), US national Library of Medicine National Institutesof Health (PUBMED), Controlled Trials database (COCHRANE) e Physiotherapy evidence database (PEDro). Para organização do estudo, foram seguidos os critérios da revisão sistemática. Após avaliação, foram selecionados cinco artigos que se enquadravam nos critérios do estudo. Os artigos incluídos na revisão apresentaram rigor metodológico em todos os protocolos de treino muscular inspiratório utilizado, sendo que nem todos eram específicos para idosos, porém a idade média encontrada dos participantes em todos os estudos estava acima dos 60 anos de idade, apresentado uma variação entre 60 e 81 anos. A presente revisão sistemática evidenciou a importância do treino muscular inspiratório em idosos auxiliando no desmame da ventilação mecânica.","PeriodicalId":33078,"journal":{"name":"Revista Saude","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-08-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"44122095","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Revista SaudePub Date : 2019-08-01DOI: 10.5902/2236583432659
D. Lima, Maria das Graças Anguera, L. Lima, Oldemar Mazzardo Júnior, A. Sampaio, Arestides Pereira da Silva Júnior, M. B. D. Silva, O. Luiz
{"title":"O padrão da atividade física de brasileiros diabéticos","authors":"D. Lima, Maria das Graças Anguera, L. Lima, Oldemar Mazzardo Júnior, A. Sampaio, Arestides Pereira da Silva Júnior, M. B. D. Silva, O. Luiz","doi":"10.5902/2236583432659","DOIUrl":"https://doi.org/10.5902/2236583432659","url":null,"abstract":"O objetivo do estudo visou conhecer a organização da prática de atividade física (AF) de brasileiros adultos portadores de diabetes mellitus, residentes nas 27 capitais brasileiras e verificou se a AF estava de acordo com as diretrizes de AF recomendadas para diabéticos pelo Ministério da Saúde brasileiro. Os dados transversais foram obtidos do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas não Transmissíveis de 2016, onde cerca de 54.000 adultos com 18 anos ou mais de idade em todas as capitais brasileiras foram entrevistados por inquérito telefônico. Os participantes informaram sobre a participação de AF recreativa executado nos três meses anteriores à entrevista, sobre a frequência semanal e a duração das atividades. Também informaram serem ou não diabéticos. Foi realizada análise descritiva e o significado estatístico avaliado por meio do teste do qui-quadrado (χ2) de Pearson. No ano de 2016, aproximadamente 7,9% da população se declarou diabética. Houve maior prevalência entre as mulheres de maior idade e de menor escolaridade. A caminhada, a hidroginástica e a ginástica geral foram as principais modalidades de AF referidas pelos diabéticos. Mais da metade deles (55%) estavam inativos e 15% alcançavam às recomendações de AF do MS. A maioria (90%) praticava AF por 30 minutos ou mais por dia, sendo que 87% dos ativos com frequência semanal de 1 a 2 vezes não alcançaram a meta recomendada pelo MS. A regularidade da AF para os diabéticos não está alinhada às recomendações do Ministério da Saúde brasileiro.","PeriodicalId":33078,"journal":{"name":"Revista Saude","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2019-08-01","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"48448103","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}