{"title":"SUBJETIVIDADE, FILOSOFIA E PSICANÁLISE","authors":"Amanda Malerba","doi":"10.55028/eleu.v7i13.15545","DOIUrl":"https://doi.org/10.55028/eleu.v7i13.15545","url":null,"abstract":"O presente texto tem como objetivo apresentar uma resenha da obra Subjetividade, Filosofia e Psicanálise (CRV, 2021), organizado por Weiny César Freitas Pinto, Rafael Zanata Albertini e Rodrigo Augusto de Souza. O livro é uma coletânea composta por dez capítulos sobre temas e autores diversos, os quais representam os trabalhos realizados pelo Grupo de Pesquisa Subjetividade, Filosofia e Psicanálise no ano de 2020. A divisão da obra é feita em três eixos teóricos: História da Filosofia da Psicanálise; Filosofia das Ciências Humanas e Estudos de Filosofia Ricœuriana, eixos que constituem as principais linhas de pesquisa do Grupo","PeriodicalId":274136,"journal":{"name":"Eleuthería - Revista do Curso de Filosofia da UFMS","volume":"26 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-09-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"126259351","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"ESTUDO SOBRE A NOÇÃO DE ESQUECIMENTO NA OBRA DE PAUL RICŒUR","authors":"Rodrigo Augusto de Souza","doi":"10.55028/eleu.v7i13.15531","DOIUrl":"https://doi.org/10.55028/eleu.v7i13.15531","url":null,"abstract":"O artigo analisa os diferentes aspectos que caracterizam a noção de esquecimento na obra de Paul Ricoeur (2012; 2020). Voltando-se para as obras históricas de Ricoeur, em diálogo com os historiadores, busca-se compreender as nuances e as peculiaridades do seu conceito de esquecimento. Em face desse objetivo, prossegue-se na comparação de duas obras do filósofo, publicadas em 1998 e 2000, respectivamente. Na fase final de sua produção intelectual, Ricoeur introduziu sua concepção de esquecimento com base em suas pesquisas sobre a memória, a psicanálise e a história. O esquecimento, estritamente ligado à memória, é tanto um condicionante como um recurso para a pesquisa histórica. Ao apresentar-se como fator determinante da escrita da história, em Ricoeur, o esquecimento evidencia importantes problemas éticos e políticos.","PeriodicalId":274136,"journal":{"name":"Eleuthería - Revista do Curso de Filosofia da UFMS","volume":"45 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-09-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"133548299","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"O EU E SUA AMBIGUIDADE EM FREUD","authors":"Munique Gaio Filla","doi":"10.55028/eleu.v7i13.15488","DOIUrl":"https://doi.org/10.55028/eleu.v7i13.15488","url":null,"abstract":"O objetivo é expor o contraste entre as consequências teóricas da dessexualização para o Eu e o lugar que ele ocupa no tratamento psicanalítico, segundo Freud. Por um lado, as identificações do Eu implicam a desistência dos objetos sexuais e, com isso, a dessexualização, ocasionando a desfusão pulsional, devido ao enfraquecimento do componente erótico que liga a pulsão de morte. Desse modo, o Eu age a favor de Eros, mas também das pulsões inimigas, promovendo o desligamento. Por outro lado, uma das principais metas do tratamento consiste em fortalecer o Eu, que deve se apropriar de conteúdos do Isso e conciliar suas exigências com aquelas do Supereu e do mundo externo. Neste sentido, a ambiguidade do Eu é realçada por uma tensão interna à psicanálise freudiana, já que esta revela a condição dúbia do Eu diante das pulsões, ao mesmo tempo em que aposta unilateralmente na sua capacidade de unificar a vida anímica na técnica.","PeriodicalId":274136,"journal":{"name":"Eleuthería - Revista do Curso de Filosofia da UFMS","volume":"98 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-09-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"134575276","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"FREUD E A MISOGINIA","authors":"João Victor Ponciano","doi":"10.55028/eleu.v7i13.15683","DOIUrl":"https://doi.org/10.55028/eleu.v7i13.15683","url":null,"abstract":"O machismo, expressão da misoginia, utiliza-se de diversas estratégias de aperfeiçoamento que visam assegurar a manutenção de toda uma ordem de privilégios sociais historicamente atrelados a uma identidade específica (homem branco-europeu-heterossexual), conjunto de disposições culturais conhecido como sistema patriarcal. Pretende-se discutir se a obra de Freud se encontra alheia a esses mecanismos ou encontra-se limitada pelos dispositivos do patriarcado. Como estratégia, será adotado um percurso específico que nos permitirá, inicialmente, compreender como o conceito de misoginia se estruturou no pensamento ocidental e seu entrelaçamento com a história e a cultura, visto que a nossa hipótese, a priori é de que este pensamento está intimamente associado aos dispositivos produzidos pelo patriarcado. Por fim, entraremos em discussão com o fundador da psicanálise, a partir da sua teoria do complexo de Édipo, tentando, assim, perceber em que medida o pensamento freudiano acerca da sexualidade está afetado pelas técnicas falaciosas de um pensamento oriundo da misoginia. Buscaremos adotar, como método de análise dessas construções teóricas psicanalíticas, a categoria que sugerimos chamar de epistemologia feminista.","PeriodicalId":274136,"journal":{"name":"Eleuthería - Revista do Curso de Filosofia da UFMS","volume":"20 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-09-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"128414447","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"ALGUNS COMENTÁRIOS E OBSERVAÇÕES SOBRE A OBRA DE MERLEAU-PONTY E DE SUA INTERPRETAÇÃO SOBRE A PSICANÁLISE","authors":"Daniel Cardozo Severo","doi":"10.55028/eleu.v7i13.15670","DOIUrl":"https://doi.org/10.55028/eleu.v7i13.15670","url":null,"abstract":"O trabalho em questão possui a natureza mencionada no título, isto é, visa declarar alguns comentários e observações referentes: 1) a obra de Merleau-Ponty, tanto comentários sobre o seu pensamento, bem como apresentar observações referentes as interpretações correntes relevantes ao contexto brasileiro de sua obra – se há um rompimento de seu pensamento no interior de seus trabalhos, se é ou não um filósofo da consciência, se seu projeto filosófico fracassou ou não, entre outros; 2) no que tange a Psicanálise, apresentar de modo sintético a interpretação do filósofo dela – tanto de Freud, como seu uso de Klein, como sua interpretação é relevantes a críticas a pós-freudianos, aproximações a pós-freudianos, a importância da Psicanálise a Filosofia e a Fenomenologia, entre outros.","PeriodicalId":274136,"journal":{"name":"Eleuthería - Revista do Curso de Filosofia da UFMS","volume":"52 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-09-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"128770293","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"O DISCURSO FREUDIANO E O SEU DUALISMO EPISTÊMICO-METODOLÓGICO","authors":"Yonetane De Freitas Tsukuda","doi":"10.55028/eleu.v7i13.15527","DOIUrl":"https://doi.org/10.55028/eleu.v7i13.15527","url":null,"abstract":"O dualismo epistêmico-metodológico característico do discurso freudiano sempre foi objeto de controvérsia no cerne da reflexão filosófica que se ocupou da psicanálise. Desde então, surgiram dois tipos de leituras com enfoques distintos e por vezes excludentes: uma leitura hermenêutica com ênfase na clínica freudiana e na técnica de interpretação dos fenômenos psicológicos; outra com um viés naturalista, considerando a metapsicologia como uma “metáfora psicológica” que poderia ser inteiramente substituída por uma linguagem afinada com as ciências naturais e com o avanço das pesquisas neurobiológicas. Nosso estudo defende que estas leituras produziram uma mutilação no âmago do discurso freudiano, e propõe que a especificidade deste reside numa articulação entre os registros naturalista e do campo da linguagem, argumentando que a problemática inaugural da psicanálise incide sobre as interações entre o sistema nervoso e o psíquico, constituindo o campo psicanalítico na interseção entre a biologia e a cultura.","PeriodicalId":274136,"journal":{"name":"Eleuthería - Revista do Curso de Filosofia da UFMS","volume":"4 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-09-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"121041119","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"PENSAMENTOS DE QUINTAL","authors":"Carlos Estellita-Lins","doi":"10.55028/eleu.v7i13.15528","DOIUrl":"https://doi.org/10.55028/eleu.v7i13.15528","url":null,"abstract":"O texto busca apresentar a relação entre sonho e mito tematizando o pensamento selvagem. A teoria dos sonhos e o conceito de inconsciente freudiano admitem uma noção ampliada de pensamento. Algumas concepções de pensamento na filosofia ganham convergência no debate estruturalista. São expostos aspectos da interpretação da obra de Lévi-Strauss, empreendida por Paul Ricoeur, no debate da revista Esprit, visando especialmente La Pensée Sauvage que havia sido publicado com impacto. Igualmente interessa examinar a questão do sujeito acompanhando considerações sobre uma teoria do sentido, da consciência e da história. A réplica de Lévi-Strauss será abordada neste contexto. O advento do Mitológicas, gestado em um debate que evitava estabelecer uma oposição entre etnologia e hermenêutica, coexiste com um crepúsculo das obras canônicas de sonho e mito. Esta obra, ainda pouco explorada, contribui na etnologia de mitos e sonhos ameríndios, assim como para uma renovada concepção da clínica psicanalítica. Uma retomada dos sonhos pode ser propiciada pelo pensamento ameríndio e seus experimentos com sonhos. Este renascimento é motivado pelo Antropoceno, que demanda outros modos de viver.","PeriodicalId":274136,"journal":{"name":"Eleuthería - Revista do Curso de Filosofia da UFMS","volume":"43 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-09-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"129857355","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Amy Allen, Paula Mariana Rech, Ingrid Cyfer, Felipe Gonçalves Silva, Inara Luisa Marin, A. Bueno
{"title":"TEORIA CRÍTICA E PSICANÁLISE","authors":"Amy Allen, Paula Mariana Rech, Ingrid Cyfer, Felipe Gonçalves Silva, Inara Luisa Marin, A. Bueno","doi":"10.55028/eleu.v7i13.16551","DOIUrl":"https://doi.org/10.55028/eleu.v7i13.16551","url":null,"abstract":"Com mais de duas décadas de intensas pesquisas e produções filosóficas, Amy Allen é uma importante filósofa feminista vinculada à quarta geração da teoria crítica e é professora de filosofia e estudos de gênero, mulheres e sexualidade da Universidade Estadual da Pensilvânia. Suas obras trazem uma abordagem crítica ao pensamento feminista e à crítica social, em uma tentativa de integrar as contribuições conflitantes tanto da teoria crítica quanto da práxis feminista. Recentemente, Allen tem procurado demonstrar como a psicanálise pode oferecer um modelo frutífero para a metodologia da teoria crítica, rearticulando a analogia entre o método psicanalítico e o método crítico a partir de uma compreensão menos racionalista e cognitivista da psicanálise. Entre seus mais importantes trabalhos, podemos destacar: The Power of Feminist Theory: Domination, Resistance and Solidarity (1999); The Politics of Ourselves: Power, Autonomy and Gender in Contemporary Critical Theory (2008); The End of Progress: Decolonizing the Normative Foundations of Critical Theory (2016); Critique on the couch: why critical theory needs psychoanalysis (2020). Nesta entrevista, Allen foi convidada a revisitar partes importantes de sua obra anterior à luz de seus mais recentes trabalhos sobre psicanálise e teoria crítica.","PeriodicalId":274136,"journal":{"name":"Eleuthería - Revista do Curso de Filosofia da UFMS","volume":"8 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-09-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"132380949","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"A CONSTRUÇÃO PLATÔNICA DA FIGURA DO FILÓSOFO","authors":"Felipe Ramos Gall","doi":"10.55028/eleu.v7i12.15305","DOIUrl":"https://doi.org/10.55028/eleu.v7i12.15305","url":null,"abstract":"Partindo das referências textuais anteriores à Platão que apresentam termos cognatos ao vocábulo “filósofo”, bem como da tradição que atribui a Tales de Mileto a designação de primeiro filósofo, o presente artigo tem por objetivo apresentar o modo como Platão constrói a figura ideal do filósofo, encarnada na personagem principal de seus diálogos, Sócrates. Entretanto, eleger Sócrates como o modelo de filósofo não seria fácil, pois Sócrates era uma figura controversa. Por conta de sua excentricidade, Sócrates já havia virado personagem de uma manifestação artística com a qual Platão dificilmente conseguiria competir em popularidade, e que, por conta disso, já havia estabelecido uma interpretação da personagem Sócrates muito mais vivaz nos corações e mentes dos atenienses. Trata-se, claro, da comédia. Assim, pretende-se argumentar aqui também que Platão precisou dialogar e mesmo digladiar com a comédia, a fim de resgatar a figura de Sócrates de seu aspecto meramente cômico.","PeriodicalId":274136,"journal":{"name":"Eleuthería - Revista do Curso de Filosofia da UFMS","volume":"15 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-05-03","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"125063815","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
{"title":"DA VALIDADE PSICOLÓGICA DO PROBLEMA DO SENTIDO DA VIDA EM RAYMOND MARTIN","authors":"Anamar Moncavo","doi":"10.55028/eleu.v7i12.15287","DOIUrl":"https://doi.org/10.55028/eleu.v7i12.15287","url":null,"abstract":"No texto A fast car and a good woman (1993), Raymond Martin questiona a real importância, do ponto de vista psicológico, do problema do sentido da vida para o indivíduo que o formula: será o problema filosófico o que de fato o preocupa? Isto é, questões concernentes ao propósito do viver ou à existência de valores objetivos que poderiam servir como base para uma vida significativa? Ou tal preocupação, expressa de maneira tão altiva e pomposa, na realidade se resumiria a uma insatisfação quanto à vida desse indivíduo em particular, e portanto passível de solução prática? Apresentaremos o pensamento de Martin — ignorado até agora no debate analítico contemporâneo — e o discutiremos criticamente, mostrando que ele não consegue sustentar satisfatoriamente todos os pontos de seu raciocínio. Ainda assim, através dessa discussão um novo horizonte parece se abrir para o debate sobre o sentido da vida.","PeriodicalId":274136,"journal":{"name":"Eleuthería - Revista do Curso de Filosofia da UFMS","volume":"83 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-05-03","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"122962504","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}