Pós-LimiarPub Date : 2023-12-21DOI: 10.24220/2595-9557v6a2023e7005
Ana Hermeto Kubrusly
{"title":"Bem-estar digital, crianças e jovens","authors":"Ana Hermeto Kubrusly","doi":"10.24220/2595-9557v6a2023e7005","DOIUrl":"https://doi.org/10.24220/2595-9557v6a2023e7005","url":null,"abstract":"A partir de uma reflexão teórica, este artigo elabora uma crítica à perspectiva patológica do bem-estar digital, que o define pela sua negativa, associando-o à ausência de transtornos mentais ligados ao meio digital, como o vício em internet. Considera-se que a abordagem patológica apresenta duas principais fragilidades: por um lado, a ênfase metodológica no tempo de tela enquanto uma variável definidora do bem-estar digital, e, por outro, a negligência teórica relativa a aspectos estruturais do meio digital, como a economia da atenção e as dinâmicas das tecnologias persuasivas. No caso do público infantojuvenil, essas fragilidades parecemser agravadas, visto que a atual geração de crianças e adolescentes ocupa um lugar inédito face às novas tecnologias digitais. A fim de responder a essas lacunas, serão apresentadas três possíveis abordagens alternativas para estudar o bem-estar digital de crianças e adolescentes. A partir desses novos paradigmas, ressalta-se a importância de afastar a pesquisa acerca do bem-estar digital do determinismo tecnológico, considerando que os efeitos decorrentes do uso de tecnologias digitais são complexos e têmrelação com aspectos e práticas individuais dos usuários e também com questões estruturais e socioculturais.","PeriodicalId":234184,"journal":{"name":"Pós-Limiar","volume":"49 3","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-12-21","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"138948064","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pós-LimiarPub Date : 2023-12-21DOI: 10.24220/2595-9557v6a2023e7222
Mayra Fernanda Ferreira, Elisangela Bello Pereira Barcellos
{"title":"CIBERCULTURA NO ENSINO FUNDAMENTAL EM TEMPOS DE PANDEMIA","authors":"Mayra Fernanda Ferreira, Elisangela Bello Pereira Barcellos","doi":"10.24220/2595-9557v6a2023e7222","DOIUrl":"https://doi.org/10.24220/2595-9557v6a2023e7222","url":null,"abstract":"O audiovisual é mais que uma ferramenta pedagógica em sala de aula. Ele é um espaço para o protagonismo dos estudantes. Considerando esse contexto, este artigo busca analisar e caracterizar as contribuições educativas e sociais por meio da produção audiovisual de jovens dos anos finais do Ensino Fundamental de uma escola privada do município de Aimorés, Minas Gerais, ocorrida em 2021, no período das aulas remotas durante a pandemia de Covid-19. A análise descritiva de 10 vídeos feitos pelos estudantes é realizada a partir da perspectiva da Educação Midiática como instrumento de formação integral da criança e do adolescente e como direito desses cidadãos para o exercício de uma comunicação transformadora, que favoreça o protagonismo juvenil, considerando ainda a cibercultura como contexto sociocultural. O estudo se apresenta como uma pesquisa qualitativa, caracterizada como estudo de caso, e que se propôs diante das produções a analisá-las segundo três aspectos: (1) temáticas abordadas pelos estudantes; (2) recursos expressivos adotados tendo o audiovisual como linguagem; (3) experiências educomunicativas alcançadas nas produções. Como resultado da análise, a pesquisa ressalta a relevância da Educação Midiática na formação do estudante como produtor de conteúdo e não só consumidor e principalmente como cidadão capaz de fazer releituras transformadoras da própria realidade.","PeriodicalId":234184,"journal":{"name":"Pós-Limiar","volume":"48 20","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-12-21","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"138948919","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pós-LimiarPub Date : 2023-12-21DOI: 10.24220/2595-9557v6a2023e6849
Nara Lya Cabral Scabin
{"title":"Entre a cozinha como gastronomia e a cozinha como culinária","authors":"Nara Lya Cabral Scabin","doi":"10.24220/2595-9557v6a2023e6849","DOIUrl":"https://doi.org/10.24220/2595-9557v6a2023e6849","url":null,"abstract":"Na contemporaneidade, a profusão e diversidade de gêneros e formatos audiovisuais culinários evidenciam deslocamentos de regimes representacionais da cozinha que predominaram na TV brasileira durante as últimas décadas do século XX. À luz desse contexto, o presente trabalho procura identificar representações sociais da cozinha mobilizadas em três programas do canal televisivo por assinatura GNT: “Cozinha Prática, Tempero de Família e Que Marravilha!”. O corpus analisado abarca episódios das temporadas exibidas no primeiro semestre de 2021 no caso dos programas Cozinha Prática e Tempero de Família, e da temporadade 2020 no caso de Que Marravilha! Considerando o programa culinário como gênero do discurso televisivo, o trabalho identifica duas principais representações sociais da cozinha nessas produções: a representação da cozinha como gastronomia e a da cozinha como culinária. Essas representações são constantemente negociadas nos programas em foco, que se dirigem a um consumidor que tem na comida e na cozinha expressões importantes de seu estilo de vida.","PeriodicalId":234184,"journal":{"name":"Pós-Limiar","volume":"36 6","pages":""},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-12-21","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"138951902","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pós-LimiarPub Date : 2023-07-12DOI: 10.24220/2595-9557v6a2023e6483
José Jullian Souza
{"title":"Historicidade da televisão no interior do Ceará","authors":"José Jullian Souza","doi":"10.24220/2595-9557v6a2023e6483","DOIUrl":"https://doi.org/10.24220/2595-9557v6a2023e6483","url":null,"abstract":"A chegada da televisão no Ceará ocorreu em 1960, com TV Ceará, das Emissoras Associadas de Chateaubriand, que representa o marco inicial dessa mídia no estado. Já no interior, como é o caso de Juazeiro do Norte, as primeiras experiências televisivas datam de 1965, com a busca de uma antena retransmissora. Este é o mote para o desenvolvimento deste estudo que objetiva apresentar e registrar desde a presença da TV no interior do estado cearense e a sua trajetória. A metodologia tem como abordagem a pesquisa qualitativa, estratégia descritiva, pesquisa bibliográfica e documental. Os resultados do estudo sinalizam pela falta de registros sobre a trajetória da TV. Assim, com esta pesquisa foi possível reunir as poucas informações disponíveis, construindo uma narrativa histórica. Concluímos que a história da TV no interior do Ceará ainda é recente, sobretudo quando refletimos sobre a presença de emissoras locais que surgiram no início deste século.","PeriodicalId":234184,"journal":{"name":"Pós-Limiar","volume":"55 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-07-12","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"123818493","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pós-LimiarPub Date : 2023-07-12DOI: 10.24220/2595-9557v6a2023e7480
Carolina Peres
{"title":"Fonte","authors":"Carolina Peres","doi":"10.24220/2595-9557v6a2023e7480","DOIUrl":"https://doi.org/10.24220/2595-9557v6a2023e7480","url":null,"abstract":"“Fonte” é um ensaio fotográfico realizado ao longo da minha pesquisa de mestrado e compõe uma investigação teórico-prática. Diante de questões sobre a natureza da câmera fotográfica e seu papel dentro de um processo inventivo, não restrito à técnica, busquei me aprofundar em aspectos filosóficos, históricos e poéticos com o propósito de estabelecer um outro tipo de relação com esse objeto. \u0000A câmera fotográfica é um dispositivo técnico capaz de atuar junto com o ser humano ampliando sua percepção e capacidade de criação. Um corpo-câmera em relação ao ser e ao espaço que participa do processo inventivo de imagens. Essa ideia tem no autor Gilbert Simondon (2020) um apoio importante, visto que, para ele, os objetos técnicos devem ser considerados como parte da cultura e não apenas por sua utilidade e função. Transpondo para o fazer em arte, e utilizando uma imagem metafórica, a câmera é um corpo que me permite ver algo além do que os olhos podem captar. Além disso, no ensaio “Fonte”, é parte de um processo que envolve outros corpos, ou seja, o meu próprio e o corpo das pessoas observadas e fotografadas. Revela a existência de uma relação orgânica capaz de mobilizar conexões em prol de uma poética, um fator determinante que conduz meus deslocamentos em aproximações e distanciamentos, conforme o processo inventivo vivenciado. \u0000Trata-se de uma pesquisa que evidencia reflexões sobre o processo de criação, tendo como referência a abordagem de Cecilia Salles (2008, 2011): a reflexão se expande para o momento anterior e posterior da tomada fotográfica, onde as escolhas indicam um percurso poético, seja durante a elaboração, na captura ou na edição. Há um olhar atento às experiências pessoais, sendo que o estabelecimento de nexos entre pensamentos, imagens e acontecimentos conduz a construção de narrativas. \u0000Uma fonte em uma praça surge como espaço de experimentação e invenção de imagens. Porém, as imagens de “Fonte” surgem como uma nova realidade, que não guardam relação com o que é visto a olho nu no momento da captura, justamente pela presença do dispositivo fotográfico. Trata-se de reconhecer um fazer em arte próximo da ideia de artificar, isto é, “tornar a realidade ordinária em extraordinária” (BROWN; DISSANAYAKE, 2009, p. 46). No ensaio aqui apresentado, fonte é uma metáfora de um espaço cíclico em constante renovação para o nascer de novas imagens concretizadas em fotografias. Uma ideia que se aproxima do que diz Gaston Bachelard, \u0000A água é uma matéria que vemos nascer e crescer em toda parte. A fonte é um nascimento irresistível, um nascimento contínuo. Imagens tão grandiosas marcam para sempre o inconsciente que as ama. Suscitam devaneios sem fim. (BACHELARD, 1997, p. 15). \u0000Esta ideia pode ser transposta para as imagens capturadas, que acontecem no mesmo espaço onde há esse nascimento contínuo da água, ou seja, estão em constante renovação tanto no momento de elaboração e captura quanto posteriormente, no olhar de quem as vê.","PeriodicalId":234184,"journal":{"name":"Pós-Limiar","volume":"114 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2023-07-12","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"123950111","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pós-LimiarPub Date : 2022-12-15DOI: 10.24220/2595-9557v5e2022a6526
Paulo Costa
{"title":"Byōbu","authors":"Paulo Costa","doi":"10.24220/2595-9557v5e2022a6526","DOIUrl":"https://doi.org/10.24220/2595-9557v5e2022a6526","url":null,"abstract":"Ensaio contendo colagens digitais que experimentam diversas visualidades sobre espacialidade e corporalidade.","PeriodicalId":234184,"journal":{"name":"Pós-Limiar","volume":"10 2","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-12-15","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"114035933","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pós-LimiarPub Date : 2022-12-15DOI: 10.24220/2595-9557v5e2022a6506
Renato Guimarães Furtado
{"title":"Palco, pixel e pandemia","authors":"Renato Guimarães Furtado","doi":"10.24220/2595-9557v5e2022a6506","DOIUrl":"https://doi.org/10.24220/2595-9557v5e2022a6506","url":null,"abstract":"Desde março de 2020, a pandemia da COVID-19 vem afetando, globalmente, inúmeras áreas da vida humana, incluindo aquelas pertencentes à cultura. Os necessários protocolos de distanciamento e isolamento sociais para conter a disseminação do vírus provocaram, por exemplo, fechamento das salas de teatro ao redor do mundo; mas também incentivaram a experimentação de espetáculos baseados em tecnologias digitais. Considerando a conjuntura mundial articulada em reação à pandemia do novo coronavírus e a consequente migração de artistas teatrais de palcos físicos para palcos virtuais, o presente estudo objetiva analisar como a ressignificação dos elementos e funcionalidades da plataforma de videoconferências Zoom motivaram uma nova reconfiguração de três das cinco constituintes teatrais: público, texto e tempo. Para empreender tal percurso, partiremos da revisão bibliográfica da teoria das affordances e da teoria da remediação e aplicaremos tais conceitos à análise de duas peças: “Caso Cabaré Privê” e “Onde Estão as Mãos, Esta Noite?”. Em seguida, a partir dos estudos de caso, buscaremos estabelecer não só como as tecnologias midiáticas são fundamentais para a prática teatral, como também o teatro desenvolvido durante a pandemia reflete diretamente a conjuntura externa – pandêmica e “platafórmica” – que o alicerça.","PeriodicalId":234184,"journal":{"name":"Pós-Limiar","volume":"2015 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-12-15","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"121658472","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pós-LimiarPub Date : 2022-11-07DOI: 10.24220/2595-9557v5e2022a5734
L. Pagoto, Flávia Durgante, Benhur Pinós da Costa
{"title":"#mulherescomconstantino","authors":"L. Pagoto, Flávia Durgante, Benhur Pinós da Costa","doi":"10.24220/2595-9557v5e2022a5734","DOIUrl":"https://doi.org/10.24220/2595-9557v5e2022a5734","url":null,"abstract":"O objetivo desse artigo é investigar a produção de sentidos mobilizados pela hashtag #mulherescomconstantino, veiculada no Twitter no dia 4 de novembro de 2020. A hashtag é resultado de um vídeo publicado pelo jornalista Rodrigo Constantino em que comenta uma audiência judicial envolvendo a influenciadora Mariana Ferrer. Duas perguntas guiam a análise empreendida: (1) quem foram os principais atores dessa rede de conversação? (2) Quais discursos e sentidos foram mobilizados em torno das mulheres e do feminismo? Utilizamos um quadro teórico metodológico misto, com conceitos e métodos da análise de redes sociais e de discurso. Fazem parte do corpus de análise 35 tweets publicados com a hashtag. Apontamos para evidências de que o movimento ao redor da #mulherescomconstantino se utilizou dos modos de funcionamento da plataforma para amplificar ideias distorcidas sobre o movimento feminista. Pelo fio discursivo, foi possível observar o apagamento do fato que desencadeou a conversação e um deslocamento de posições sujeito vítima. ","PeriodicalId":234184,"journal":{"name":"Pós-Limiar","volume":"16 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-11-07","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"130573310","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pós-LimiarPub Date : 2022-11-04DOI: 10.24220/2595-9557v5e2022a5564
F. Aguiar, Regina Célia Frigério
{"title":"luta contra o tempo","authors":"F. Aguiar, Regina Célia Frigério","doi":"10.24220/2595-9557v5e2022a5564","DOIUrl":"https://doi.org/10.24220/2595-9557v5e2022a5564","url":null,"abstract":"Neste trabalho, objetivamos entender a relação que as escolas e os professores têm mantido com o tempo. Para tanto, nos debruçamos sobre a seguinte interrogação de pesquisa: como isto, tempo vivido, é percebido na quarentena presente e esperançado num futuro “novo normal”? Para o desenvolvimento do artigo, buscamos, em conversas que tivemos com outros professores da Educação Básica, descrições de como o tempo tem sido vivido por eles e embates entre suas ideias e as que as escolas fazem vigorar. Ao fim, evidenciamos que as escolas divulgam como “novo normal” uma ideia inautêntica de tempo e de normal que conflita com o modo como os professores doam sentido a esses termos e, por consequência, pensam a volta emergente aos espaços físicos das escolas.","PeriodicalId":234184,"journal":{"name":"Pós-Limiar","volume":"7 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-11-04","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"115394675","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}
Pós-LimiarPub Date : 2022-10-03DOI: 10.24220/2595-9557v5e2022a5747
Stephanie Ares Maldonado
{"title":"Traços comunitários que vencem a distância","authors":"Stephanie Ares Maldonado","doi":"10.24220/2595-9557v5e2022a5747","DOIUrl":"https://doi.org/10.24220/2595-9557v5e2022a5747","url":null,"abstract":"Esta compreensão fenomenológica traz o contexto, as motivações e as decorrências de uma experiência de união germinada em um grupo no Facebook. Na urgência do apoio, da troca e da (auto)aceitação, algumas mulheres gordas se uniram, não em um nível empático, nem em umacomunidade estruturada, mas, sim, por traços comunitários que se estabelecem no entremeio e que se escoram na condição compartilhada.","PeriodicalId":234184,"journal":{"name":"Pós-Limiar","volume":"33 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0,"publicationDate":"2022-10-03","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":null,"resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":"122657843","PeriodicalName":null,"FirstCategoryId":null,"ListUrlMain":null,"RegionNum":0,"RegionCategory":"","ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":"","EPubDate":null,"PubModel":null,"JCR":null,"JCRName":null,"Score":null,"Total":0}