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Sociologia Modernista e Cultura Historiográfica: tempo e sociedade nas primeiras décadas do século XX
A partir do diálogo entre história e sociologia, este artigo procura as matrizes da interpretação do Brasil a partir do ensaio e do ensaísmo dos anos 1930 no país, revelando os modos pelos quais o diagnóstico da Modernidade Patológica se estabeleceu como ponto de partida para os intelectuais brasileiros daquele período. De um lado a sociologia modernista, que emerge do modernismo. Investiga-se a composição das interpretações historiográficas, fruto da cultura historiográfica, e da consciência sociológica, que emerge do nascente modernismo brasileiro, de outro, a maturação de uma cultura historiográfica nacional que vinha se afirmando desde o final do século XIX. Ambas, produzidas indistintamente nas mãos de intelectuais polígrafos, pouco afeitos às divisões disciplinares.