{"title":"Apropriações da geometria de José Augusto Coelho na formação de professor primário do Brasil e de Portugal (passagem do século XIX e século XX)","authors":"M. C. D. Silva","doi":"10.4025/rbhe.v23.2023.e250","DOIUrl":null,"url":null,"abstract":"No presente artigo, problematizamos as apropriações para o ensino de geometria elaboradas por José Augusto Coelho, na passagem do século XIX para o XX, no Brasil e em Portugal. Mobilizamos manuais pedagógicos de Portugal, normativas e pesquisas sobre a formação de professores portugueses e brasileiros, para a análise, diálogo e cotejamento das fontes. Como conclusões, destacamos que as divergências e tensões entre as abordagens dos ‘saberes a ensinar e para ensinar’ contribuem para elucidar a apropriação de Coelho no processo formativo de professores nos dois países. O alargamento no processo analítico, de modo a incluir outras disciplinas que participaram da formação do professor primário, como a de Desenho, permite melhor compreender os saberes profissionais em questão, seja no contexto de Portugal, seja no do Brasil.","PeriodicalId":31193,"journal":{"name":"Revista Brasileira de Historia da Educacao","volume":"1 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0000,"publicationDate":"2023-01-16","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":"0","resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":null,"PeriodicalName":"Revista Brasileira de Historia da Educacao","FirstCategoryId":"1085","ListUrlMain":"https://doi.org/10.4025/rbhe.v23.2023.e250","RegionNum":0,"RegionCategory":null,"ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":null,"EPubDate":"","PubModel":"","JCR":"","JCRName":"","Score":null,"Total":0}
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Abstract
No presente artigo, problematizamos as apropriações para o ensino de geometria elaboradas por José Augusto Coelho, na passagem do século XIX para o XX, no Brasil e em Portugal. Mobilizamos manuais pedagógicos de Portugal, normativas e pesquisas sobre a formação de professores portugueses e brasileiros, para a análise, diálogo e cotejamento das fontes. Como conclusões, destacamos que as divergências e tensões entre as abordagens dos ‘saberes a ensinar e para ensinar’ contribuem para elucidar a apropriação de Coelho no processo formativo de professores nos dois países. O alargamento no processo analítico, de modo a incluir outras disciplinas que participaram da formação do professor primário, como a de Desenho, permite melhor compreender os saberes profissionais em questão, seja no contexto de Portugal, seja no do Brasil.