Amalhene baesso Reddig, Ana Maria Cambruzzi, Camila Villasuso, Bárbara Sonai Mendes
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Abstract
Resumo: O presente artigo é resultado de reflexão sobre ações desenvolvidas pelo Museu da Infância (MI) em tempos da pandemia disseminada pela Covid-19. Pensar as possibilidades de fazer chegar aos lares e escolas materiais virtuais que pudessem contribuir com a formação educacional de estudantes foi o ponto focal. Por mais que o momento se apresentasse difícil para todos, os professores buscaram inovar suas práticas educativas e a equipe do MI refletiu, planejou e desenvolveu atividades de interação e mediação a fim de contribuir com o processo educativo de crianças. Por se compreender que estar em isolamento social é diferente de ficar isolado, buscou-se a utilização de tecnologias virtuais para a interlocução entre estudantes, professores e pessoas interessadas em intercambiar ações museais. Assim foram elaborados pequenos vídeos, jogos e uma mediação virtual pelo serviço de comunicação Google Meet. O artigo começa caracterizando o processo inicial da pandemia na região circundante bem como o entendimento do significado de isolamento social e, na sequência, apresenta um pequeno histórico das tecnologias educacionais. Continua descrevendo o processo vivido pela equipe do MI para a elaboração de vídeos sobre como se brinca e se joga a Amarelinha e as Cinco Marias e relata a concepção de outras brincadeiras virtuais. Ao final, expõe a experiência de mediação virtual com crianças do 2.º ano da professora Juliana P. Guimarães, do Colégio UNESC, realizada em junho de 2020. No todo, o corpo da escrita tece uma compreensão sobre o processo de execução das ações museais, permeadas pelo episódio da pandemia, fundamentada em autores como Cechinel (2020), Dunker (2020), Peixoto (2020), Rodrigues (2020), Salgado (2016), Souza, Tamini e Santos (2020) e Torrezan (2020). Palavras-chave: ensino; infância; mediação; museu; pandemia.