P. R. Soares, Tatiana Lourenço De Carvalho, Andreuci Torres Leal, José Roberto de Oliveira Silva Junior, Vinícius Machado Correia, Lucas LentiniHerling de Oliveira
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Abstract
Nos últimos 30 anos, o tratamento de reperfusão coronariana no infarto agudo do miocárdio passou por diversas mudanças. Com o uso de um novo arsenal terapêutico como novos antiagregantes plaquetários, fibrinolíticos e, mais recentemente, a angioplastia primária, houve notável impacto em redução de mortalidade e de desfechos desfavoráveis relacionados ao evento agudo. Porém, a despeito da menor incidência desses eventos, a mortalidade continua alta, denotando a gravidade clínica dessa condição. Choque cardio-gênico, complicações mecânicas, arritmias e formação de trombo no ventrículo esquerdo são condições que impactam negativamente a evolução dos pacientes com infarto agudo do miocárdio. A principal mensagem desta publicação é incentivar o diagnóstico e a reperfusão precoce, diminuindo assim o risco de choque cardiogênico e complicações mecânicas. Caso essas complicações aconteçam, o seu reconhecimento é fundamental para que sejam iniciadas as medidas terapêuticas, priorizando a estabilização hemodi-nâmica e encaminhamento a um centro especializado com recursos adequados para o manejo individualizado e avançado do choque e demais complicações