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O setor do petróleo angolano durante a dominação portuguesa é um objeto útil para questionar este cânone historiográfico. O estudo deste objeto realça três questões fundamentais: uma leitura da Guerra Fria que escapa a leituras bipolares; a existência de líneas de força que se constituem durante a dominação colonial, mas não necessariamente subordinadas a esta dominação, que representam forças tão poderosas ate poderem influenciar todo o processo da independência; a interceção da ultima fase do colonialismo português com o imperialismo americano e com os mecanismos mundiais de afirmação da hegemonia EUA.