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A proposta do artigo é localizar as práticas de contação de histórias no âmbito da formação de professores, no contexto do Ensino Remoto realizado por conta da pandemia de Covid-19. Contar histórias, neste contexto, é preservar uma memória coletiva do presente, fazendo-a conversar com as nossas práticas curriculares. Para tanto, trabalharemos com a ideia de hiperescritas de si enquanto modos de produção narrativa e de dramaturgias docentes – entendidas como a arte de contar histórias através dos desenhos didáticos. Para situar essas ideias, traremos duas experiências pautadas na dramatização da pandemia: um exercício de produção imagética e textual realizado com estudantes do curso de Pedagogia da Uerj e a produção de um livro ilustrado que apresenta histórias da pandemia no/com o Ensino Remoto. Nos exemplos citados, a contação de histórias é percebida como gesto didático para a criação de ambiências formativas de escuta e de fabulação (DELEUZE, 2011) de outros possíveis, para a produção de registros narrativos das pessoas comuns (CERTEAU, 2014), atentando para os perigos de uma história única (ADICHIE, 2018) e para as potências de conceber a vida como obra de arte (FOUCAULT, 1994). Todos esses processos levam em conta as especificidades de narrar a vida na Cibercultura em meio às possibilidades da linguagem da hipermídia.