Estella Zago Becegato, Elizabeth Visone Nunes Westphalen, Sansão da Rocha Westphalen, J. E. Tolezano, M. Oshiro, Cristiani Martinez Salzone, Natália Coelho Couto de Azevedo Fernandes, Juliana Mariotti Guerra
{"title":"血吸虫血浆胆碱酯酶活性正常,特别是埃及Alopochen","authors":"Estella Zago Becegato, Elizabeth Visone Nunes Westphalen, Sansão da Rocha Westphalen, J. E. Tolezano, M. Oshiro, Cristiani Martinez Salzone, Natália Coelho Couto de Azevedo Fernandes, Juliana Mariotti Guerra","doi":"10.53393/rial.2021.v80.37277","DOIUrl":null,"url":null,"abstract":"A inibição da enzima colinesterase plasmática (BChE) pode ser utilizada como biomarcador para os efeitos da intoxicação por organofosforados e carbamatos. Nas aves, esta inibição ocorre de forma mais acentuada que nos mamíferos, porém poucos são os trabalhos publicados nestas espécies. O objetivo do estudo foi a dosagem da BChE em gansos-egípcios (Alopochen aegyptiacus) e nos anseriformes domésticos: gansos-domésticos (Anser anser domesticus) e marrecos (Anas platyrhynchos domesticus), para o estabelecimento de valores de referência normais. O trabalho possui ineditismo com relação à determinação desta enzima nos gansos-egípcios e domésticos. Os gansos e marrecos são mantidos em confinamento com fornecimento de alimentos e água ad libitum e em espaço adequado à sua manutenção no Instituto Adolfo Lutz (IAL), com a finalidade de fornecimento de sangue para a alimentação de triatomídeos do insetário de criação no Núcleo de Parasitoses Sistêmicas. Nos Alopochen aegyptiacus a média e o desvio padrão da BChE foram de 1.868 + 263,6 U/L, nos Anser anser domesticus 2.311 + 673,2 U/L e nos Anas platyrhynchos domesticus 4.290 + 86,11 U/L.","PeriodicalId":86209,"journal":{"name":"Revista do Instituto Adolfo Lutz","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0000,"publicationDate":"2021-12-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":"0","resultStr":"{\"title\":\"Valores normais da atividade da colinesterase plasmática em anseriformes, com destaque para Alopochen aegyptiacus\",\"authors\":\"Estella Zago Becegato, Elizabeth Visone Nunes Westphalen, Sansão da Rocha Westphalen, J. E. Tolezano, M. Oshiro, Cristiani Martinez Salzone, Natália Coelho Couto de Azevedo Fernandes, Juliana Mariotti Guerra\",\"doi\":\"10.53393/rial.2021.v80.37277\",\"DOIUrl\":null,\"url\":null,\"abstract\":\"A inibição da enzima colinesterase plasmática (BChE) pode ser utilizada como biomarcador para os efeitos da intoxicação por organofosforados e carbamatos. Nas aves, esta inibição ocorre de forma mais acentuada que nos mamíferos, porém poucos são os trabalhos publicados nestas espécies. O objetivo do estudo foi a dosagem da BChE em gansos-egípcios (Alopochen aegyptiacus) e nos anseriformes domésticos: gansos-domésticos (Anser anser domesticus) e marrecos (Anas platyrhynchos domesticus), para o estabelecimento de valores de referência normais. O trabalho possui ineditismo com relação à determinação desta enzima nos gansos-egípcios e domésticos. Os gansos e marrecos são mantidos em confinamento com fornecimento de alimentos e água ad libitum e em espaço adequado à sua manutenção no Instituto Adolfo Lutz (IAL), com a finalidade de fornecimento de sangue para a alimentação de triatomídeos do insetário de criação no Núcleo de Parasitoses Sistêmicas. Nos Alopochen aegyptiacus a média e o desvio padrão da BChE foram de 1.868 + 263,6 U/L, nos Anser anser domesticus 2.311 + 673,2 U/L e nos Anas platyrhynchos domesticus 4.290 + 86,11 U/L.\",\"PeriodicalId\":86209,\"journal\":{\"name\":\"Revista do Instituto Adolfo Lutz\",\"volume\":\" \",\"pages\":\"\"},\"PeriodicalIF\":0.0000,\"publicationDate\":\"2021-12-30\",\"publicationTypes\":\"Journal Article\",\"fieldsOfStudy\":null,\"isOpenAccess\":false,\"openAccessPdf\":\"\",\"citationCount\":\"0\",\"resultStr\":null,\"platform\":\"Semanticscholar\",\"paperid\":null,\"PeriodicalName\":\"Revista do Instituto Adolfo Lutz\",\"FirstCategoryId\":\"1085\",\"ListUrlMain\":\"https://doi.org/10.53393/rial.2021.v80.37277\",\"RegionNum\":0,\"RegionCategory\":null,\"ArticlePicture\":[],\"TitleCN\":null,\"AbstractTextCN\":null,\"PMCID\":null,\"EPubDate\":\"\",\"PubModel\":\"\",\"JCR\":\"\",\"JCRName\":\"\",\"Score\":null,\"Total\":0}","platform":"Semanticscholar","paperid":null,"PeriodicalName":"Revista do Instituto Adolfo Lutz","FirstCategoryId":"1085","ListUrlMain":"https://doi.org/10.53393/rial.2021.v80.37277","RegionNum":0,"RegionCategory":null,"ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":null,"EPubDate":"","PubModel":"","JCR":"","JCRName":"","Score":null,"Total":0}
Valores normais da atividade da colinesterase plasmática em anseriformes, com destaque para Alopochen aegyptiacus
A inibição da enzima colinesterase plasmática (BChE) pode ser utilizada como biomarcador para os efeitos da intoxicação por organofosforados e carbamatos. Nas aves, esta inibição ocorre de forma mais acentuada que nos mamíferos, porém poucos são os trabalhos publicados nestas espécies. O objetivo do estudo foi a dosagem da BChE em gansos-egípcios (Alopochen aegyptiacus) e nos anseriformes domésticos: gansos-domésticos (Anser anser domesticus) e marrecos (Anas platyrhynchos domesticus), para o estabelecimento de valores de referência normais. O trabalho possui ineditismo com relação à determinação desta enzima nos gansos-egípcios e domésticos. Os gansos e marrecos são mantidos em confinamento com fornecimento de alimentos e água ad libitum e em espaço adequado à sua manutenção no Instituto Adolfo Lutz (IAL), com a finalidade de fornecimento de sangue para a alimentação de triatomídeos do insetário de criação no Núcleo de Parasitoses Sistêmicas. Nos Alopochen aegyptiacus a média e o desvio padrão da BChE foram de 1.868 + 263,6 U/L, nos Anser anser domesticus 2.311 + 673,2 U/L e nos Anas platyrhynchos domesticus 4.290 + 86,11 U/L.