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A partir dos termos militância gozosa e/ou ativismo gozoso, propostos por Silvia Federici, compartilhamos as imbricações teórico-práticas referentes à criação do filme de Ecoperformance XXXXX. Considerando a abordagem de Rogério Haesbaert acerca do território-corpo da terra e corpo-território das pessoas, criamos este filme mobilizadas por epistemologias decoloniais e reivindicamos a transgressão das colonialidades do poder instituídas sobre os corpos, sobretudo os corpos das mulheres e da terra. O artigo se organiza com intuito de compartir e mobilizar caminhos transdisciplinares metodológicos/ecológicos. Para tanto, descrevemos nossos argumentos e experiências corporais como parte do processo criativo e fundamentação teórica. A dança é apresentada como prazer revolucionário constituído na potencialidade política da arte e propomos, XXXXX, como Ecoperfomance por compreendermos que seus processos de criação e fruição atuam como tecnologia corporal de resistência, configurando uma dança guardiã de saberes ancestrais que resistem ao patriarcado, ao capitalismo, e, mais recentemente, ao projeto neoliberal. Diante de tantas devastações, dançamos para revitalizar mundos exaustos e convidamos a/o leitora/r a se deixar dançar pela indagação: como acessar, resguardar e/ou (re)conhecer os corpos, e as vidas, em sua pulsão erótica e criativa?
Palavras-chave: arte-política; tecnologia corporal; feminismos; ancestralidade.