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As artes visuais e suas narrativas envolvem vários agentes. O colecionador possui destaque por congregar conjuntos materiais que permitem arranjos quase infinitos como fontes históricas, além de inscrever-se na própria fatura do discurso histórico e na visualidade contemporânea. A análise da Exposição Grandfather: a Pioneer like us, de 1974, procura compreender a dupla prática de Harald Szeeman: curatorial e colecionista. Essa perspectiva, aliada aos temas benjaminianos, abre vias para redimensionar a História da Arte.