Ritiely Fernanda dos Santos Queiroz, Verusca Soares de Souza, Maria Antônia Ramos Costa, João Lucas Campos de Oliveira, Gabriella Michel dos Santos Benedetti, Aline Barbieri
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Emergiram três categorias: “Percepções prévias à visita na UTI-A”, que destaca o preconceito e a falta de informação em relação ao ambiente e o prognóstico dos pacientes; “Sentimentos positivos frente à visita na UTI-A”, a qual compreende a sensação de segurança, diminuição do estresse e da ansiedade após a visita no setor, apresentando, ainda, a religiosidade como ponto de fortalecimento; “Organização da visita como determinante da experiência”, a qual destaca que a orientação dos familiares acerca da unidade diminuía o desconforto com a visita. Ademais, relataram a insatisfação com os horários de visitação. Considerações finais: Apesar de sentimentos prévios vinculados ao medo, associado à hostilidade da UTI, a visita é percebida positivamente pelos pacientes e familiares, e pode ser facilitada/melhorada por meios organizacionais.Descritores: Humanização da Assistência. Unidades de Terapia Intensiva. Apoio Social. 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Visit in the intensive therapy unit: perspectives of patients and family / Visita na unidade de terapia intensiva: perspectivas de pacientes e familiares / Visita en la unidad de terapia intensiva: perspectivas de pacientes y familiares
Objetivo: analisar a visita na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na perspectiva de pacientes e familiares. Metodologia: estudo qualitativo, realizado em hospital do noroeste do Paraná. Realizou-se busca no mês de maio de 2018 através da análise de prontuários dos pacientes pós-alta da UTI e seus respectivos familiares. Obteve-se nove entrevistas, oriundas de três pacientes e seis familiares. As entrevistas foram transcritas e submetidas a análise de conteúdo. Resultados: O tempo médio de internação foi de 15 dias. Emergiram três categorias: “Percepções prévias à visita na UTI-A”, que destaca o preconceito e a falta de informação em relação ao ambiente e o prognóstico dos pacientes; “Sentimentos positivos frente à visita na UTI-A”, a qual compreende a sensação de segurança, diminuição do estresse e da ansiedade após a visita no setor, apresentando, ainda, a religiosidade como ponto de fortalecimento; “Organização da visita como determinante da experiência”, a qual destaca que a orientação dos familiares acerca da unidade diminuía o desconforto com a visita. Ademais, relataram a insatisfação com os horários de visitação. Considerações finais: Apesar de sentimentos prévios vinculados ao medo, associado à hostilidade da UTI, a visita é percebida positivamente pelos pacientes e familiares, e pode ser facilitada/melhorada por meios organizacionais.Descritores: Humanização da Assistência. Unidades de Terapia Intensiva. Apoio Social. Enfermagem.