Fagner Henrique Guedes Neves, Paulo Pires de Queiroz
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EDUCAÇÃO INTERCULTURAL EM SAÚDE: UM DEBATE DESEJÁVEL À FORMAÇÃO DOCENTE
O artigo relata pesquisa empreendida acerca da educação intercultural em saúde na escola básica e da formação crítico-reflexiva de professores de Ciências. O estudo teve por objetivo analisar os efeitos do desenvolvimento de dinâmicas dialógicas interculturais nas ideias sobre a saúde e a educação intercultural cultivadas por professores de Ciências do ensino fundamental de ambos os segmentos. Para tanto, a investigação se assentou em processos de pesquisa-ação numa escola pública da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, organizados em etapas de diagnóstico, intervenção e avaliação dos achados. A pesquisa demonstrou a educação intercultural em saúde como uma aposta não só altamente possível como também desejável a um ensino que seja pensado como uma práxis crítico-reflexiva.