{"title":"为实现全纳教学实践而提出的教师培训建议:","authors":"M. T. N. Soares, Adarita Souza da Silva","doi":"10.18554/rt.v14i2.5394","DOIUrl":null,"url":null,"abstract":"Este texto objetiva apresentar um corpus teórico acerca da formação docente e o desafio da inclusão escolar à luz da proposta denominada Formação Continuada para Estudos em Educação Especial na perspectiva inclusiva (FORESPi). A formação desenvolvida no ano de 2020 como estratégia de enfrentamento ao período pandêmico provocado pela Covid 19, resultou da iniciativa colaborativa no âmbito da gestão da educação pública de um município baiano com adesão de 105 professores. Realizada por meio da plataforma google meet, a FORESPi totalizou uma carga horária de 50 horas, tendo contemplado temas no trato da inclusão escolar e da concepção de deficiência. Para disposição dos conteúdos, apostou-se na diversidade de estratégias a fim de tornar os encontros mais correspondentes às inspirações teórico-metodológicas. Desse modo, realizou-se lives; minicursos acerca das especificidades pedagógicas das deficiências e encontros denominados Rodas de Conversa. Além disso, contou com o acesso a google classroom para enriquecimento curricular da proposta. Com o estudo, foi possível identificar evidências: I. a importância do desenvolvimento de propostas colaborativas no trato da inclusão escolar; II. o relevo ao conhecimento das necessidades formativas docentes; III. a credibilidade atribuída à FORESPi; e a IV. relevância do investimento no âmago das políticas públicas educacionais. Sem a pretensão de ser um compêndio prescritivo à prática docente, o texto é um prenúncio da (re)criação de estratégias para a interlocução com a escola e seus sujeitos, em especial com suas concepções sobre deficiência e inclusão escolar.","PeriodicalId":165419,"journal":{"name":"Revista Triângulo","volume":"29 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0000,"publicationDate":"2021-09-20","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":"0","resultStr":"{\"title\":\"PROPOSTA DE FORMAÇÃO DOCENTE PARA/ NA CONSECUÇÃO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INCLUSIVAS:\",\"authors\":\"M. T. N. Soares, Adarita Souza da Silva\",\"doi\":\"10.18554/rt.v14i2.5394\",\"DOIUrl\":null,\"url\":null,\"abstract\":\"Este texto objetiva apresentar um corpus teórico acerca da formação docente e o desafio da inclusão escolar à luz da proposta denominada Formação Continuada para Estudos em Educação Especial na perspectiva inclusiva (FORESPi). A formação desenvolvida no ano de 2020 como estratégia de enfrentamento ao período pandêmico provocado pela Covid 19, resultou da iniciativa colaborativa no âmbito da gestão da educação pública de um município baiano com adesão de 105 professores. Realizada por meio da plataforma google meet, a FORESPi totalizou uma carga horária de 50 horas, tendo contemplado temas no trato da inclusão escolar e da concepção de deficiência. Para disposição dos conteúdos, apostou-se na diversidade de estratégias a fim de tornar os encontros mais correspondentes às inspirações teórico-metodológicas. Desse modo, realizou-se lives; minicursos acerca das especificidades pedagógicas das deficiências e encontros denominados Rodas de Conversa. Além disso, contou com o acesso a google classroom para enriquecimento curricular da proposta. Com o estudo, foi possível identificar evidências: I. a importância do desenvolvimento de propostas colaborativas no trato da inclusão escolar; II. o relevo ao conhecimento das necessidades formativas docentes; III. a credibilidade atribuída à FORESPi; e a IV. relevância do investimento no âmago das políticas públicas educacionais. Sem a pretensão de ser um compêndio prescritivo à prática docente, o texto é um prenúncio da (re)criação de estratégias para a interlocução com a escola e seus sujeitos, em especial com suas concepções sobre deficiência e inclusão escolar.\",\"PeriodicalId\":165419,\"journal\":{\"name\":\"Revista Triângulo\",\"volume\":\"29 1\",\"pages\":\"0\"},\"PeriodicalIF\":0.0000,\"publicationDate\":\"2021-09-20\",\"publicationTypes\":\"Journal Article\",\"fieldsOfStudy\":null,\"isOpenAccess\":false,\"openAccessPdf\":\"\",\"citationCount\":\"0\",\"resultStr\":null,\"platform\":\"Semanticscholar\",\"paperid\":null,\"PeriodicalName\":\"Revista Triângulo\",\"FirstCategoryId\":\"1085\",\"ListUrlMain\":\"https://doi.org/10.18554/rt.v14i2.5394\",\"RegionNum\":0,\"RegionCategory\":null,\"ArticlePicture\":[],\"TitleCN\":null,\"AbstractTextCN\":null,\"PMCID\":null,\"EPubDate\":\"\",\"PubModel\":\"\",\"JCR\":\"\",\"JCRName\":\"\",\"Score\":null,\"Total\":0}","platform":"Semanticscholar","paperid":null,"PeriodicalName":"Revista Triângulo","FirstCategoryId":"1085","ListUrlMain":"https://doi.org/10.18554/rt.v14i2.5394","RegionNum":0,"RegionCategory":null,"ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":null,"EPubDate":"","PubModel":"","JCR":"","JCRName":"","Score":null,"Total":0}
PROPOSTA DE FORMAÇÃO DOCENTE PARA/ NA CONSECUÇÃO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INCLUSIVAS:
Este texto objetiva apresentar um corpus teórico acerca da formação docente e o desafio da inclusão escolar à luz da proposta denominada Formação Continuada para Estudos em Educação Especial na perspectiva inclusiva (FORESPi). A formação desenvolvida no ano de 2020 como estratégia de enfrentamento ao período pandêmico provocado pela Covid 19, resultou da iniciativa colaborativa no âmbito da gestão da educação pública de um município baiano com adesão de 105 professores. Realizada por meio da plataforma google meet, a FORESPi totalizou uma carga horária de 50 horas, tendo contemplado temas no trato da inclusão escolar e da concepção de deficiência. Para disposição dos conteúdos, apostou-se na diversidade de estratégias a fim de tornar os encontros mais correspondentes às inspirações teórico-metodológicas. Desse modo, realizou-se lives; minicursos acerca das especificidades pedagógicas das deficiências e encontros denominados Rodas de Conversa. Além disso, contou com o acesso a google classroom para enriquecimento curricular da proposta. Com o estudo, foi possível identificar evidências: I. a importância do desenvolvimento de propostas colaborativas no trato da inclusão escolar; II. o relevo ao conhecimento das necessidades formativas docentes; III. a credibilidade atribuída à FORESPi; e a IV. relevância do investimento no âmago das políticas públicas educacionais. Sem a pretensão de ser um compêndio prescritivo à prática docente, o texto é um prenúncio da (re)criação de estratégias para a interlocução com a escola e seus sujeitos, em especial com suas concepções sobre deficiência e inclusão escolar.