Ednaldo Liberato de Oliveira, Nelson Licínio Campos de Oliveira, C. A. Costa, J. Macêdo
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Abstract
A mandioca é uma das mais importantes fontes de energia para alimentação humana, principalmente para as populações de baixa renda. Sua raiz armazena uma grande quantidade de amido, além de ser utilizada como matéria-prima em inúmeros produtos industriais. Tem ainda papel importante na geração de emprego e de renda, notadamente nas áreas pobres da Região Norte de Minas Gerais. O objetivo do trabalho foi avaliar cinco variedades de mandioca, visando promover a melhoria da competitividade na cadeia agroindustrial de mandioca no Norte de Minas Gerais, visando identificar qual a melhor variedade para produção de farinha. O experimento foi realizado entre novembro/2018 a janeiro/2020, na fazenda São Geraldo do Instituto Federal de Educação e Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais (IFNMG) no município de Januária-MG, em condições de sequeiro. Foram avaliadas as características produtividade de raízes tuberosas, teor de amido, rendimento e produtividade de farinha. As variedades utilizadas foram: Castelão, IAC-12, Canela de Ema, Projetinho e Olho Roxo. As colheitas ocorreram aos 8, 10, 12 e 14 messes de idades das plantas. A variedade Castelão pode ser colhida, aos dez meses após plantio, para a produção de farinha e amido, desde que apresente teores de amido e rendimento de farinha acima de 30%. As maiores produtividades de farinha foram obtidas pelas variedades Olho Roxo (38,0 sacos de farinha de 50kg por hectare) e Projetinho (31,33 sacos de farinha de cinquenta quilos por hectare), após 14 meses de idade.