{"title":"O SABER DOCENTE SOBRE A TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL","authors":"Amanda Cristina Ferreira Marinho, Suzi Maria Nunes Cordeiro, Helaine Patricia Ferreira","doi":"10.17648/2238-037x-trabedu-v29n1-13888","DOIUrl":null,"url":null,"abstract":"O presente artigo busca compreender acerca da Teoria Histórico-Cultural, assim como sua aplicabilidade pedagógica junto aos professores da rede municipal de ensino de uma escola no norte do estado do Paraná. O objetivo consiste em identificar as representações sociais de professoras da rede municipal de ensino sobre a teoria vygotskyana, a fim de compreender como é significado pelas docentes e como isso impacta em suas atuações. Para tanto, foram realizadas entrevistas com sete professoras utilizando um questionário semiestruturado. As interpretações foram fundamentadas pela Teoria das Representações Sociais (TRS) a fim de se investigar como se formam os conhecimentos comuns no cotidiano dos sujeitos. O estudo justifica-se pela necessidade de demonstrarmos a importância do trabalho de Lev Vygotsky para que os (futuros) docentes reflitam sobre o (des)conhecimento do mesmo e como isso implica na maneira de mediarem o ensino. A problemática consiste em responder ao questionamento: quais são os conhecimentos das educadoras referentes à Teoria Histórico-Cultural? Nessa análise constatou-se que há necessidade de formação continuada para as professoras entrevistadas, visto que as participantes não têm conhecimento dos conceitos centrais do sociointeracionismo, além de se confirmar a hipótese da existência da dicotomia entre teoria e prática que se estabelece após a formação docente, o que torna o trabalho pedagógico vago.","PeriodicalId":34212,"journal":{"name":"Trabalho Educacao","volume":"1 1","pages":""},"PeriodicalIF":0.0000,"publicationDate":"2020-05-18","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":"0","resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":null,"PeriodicalName":"Trabalho Educacao","FirstCategoryId":"1085","ListUrlMain":"https://doi.org/10.17648/2238-037x-trabedu-v29n1-13888","RegionNum":0,"RegionCategory":null,"ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":null,"EPubDate":"","PubModel":"","JCR":"","JCRName":"","Score":null,"Total":0}
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Abstract
O presente artigo busca compreender acerca da Teoria Histórico-Cultural, assim como sua aplicabilidade pedagógica junto aos professores da rede municipal de ensino de uma escola no norte do estado do Paraná. O objetivo consiste em identificar as representações sociais de professoras da rede municipal de ensino sobre a teoria vygotskyana, a fim de compreender como é significado pelas docentes e como isso impacta em suas atuações. Para tanto, foram realizadas entrevistas com sete professoras utilizando um questionário semiestruturado. As interpretações foram fundamentadas pela Teoria das Representações Sociais (TRS) a fim de se investigar como se formam os conhecimentos comuns no cotidiano dos sujeitos. O estudo justifica-se pela necessidade de demonstrarmos a importância do trabalho de Lev Vygotsky para que os (futuros) docentes reflitam sobre o (des)conhecimento do mesmo e como isso implica na maneira de mediarem o ensino. A problemática consiste em responder ao questionamento: quais são os conhecimentos das educadoras referentes à Teoria Histórico-Cultural? Nessa análise constatou-se que há necessidade de formação continuada para as professoras entrevistadas, visto que as participantes não têm conhecimento dos conceitos centrais do sociointeracionismo, além de se confirmar a hipótese da existência da dicotomia entre teoria e prática que se estabelece após a formação docente, o que torna o trabalho pedagógico vago.