{"title":"monitoria nos institutos federais","authors":"R. Lemos, Claudio Zarate Sanavria","doi":"10.7213/1981-416x.23.077.ao01","DOIUrl":null,"url":null,"abstract":"Este artigo aborda as concepções de estudantes monitores e docentes orientadores de um instituto federal, visando conhecer a monitoria pelos olhos daqueles que a vivenciam, ou, melhor, desvelar o que eles entendem sobre a monitoria, como são desenvolvidas as atividades, as motivações para participar, as contribuições oferecidas e as formas de divulgação do programa. Por meio de uma pesquisa qualitativa de natureza descritivo-explicativa, os dados foram coletados por meio de entrevista e analisados a partir da perspectiva da análise de conteúdo. Os dados evidenciam que a maioria dos participantes entende a monitoria como um instrumento de ajuda que beneficia alguns atores. Para muitos, essa ajuda significa “tirar dúvidas” dos demais estudantes. Compreendem ainda que o único objetivo do programa é prestar apoio ao aprendizado do estudante, não percebendo a monitoria como possibilidade de atividade extracurricular que colabore com a formação plena dos estudantes monitores. Conclui-se que, não basta aos atores saber da existência da monitoria, é preciso também conhecer os benefícios, as possibilidades oferecidas, e entendê-la como um importante instrumento de apoio ao ensino, à aprendizagem, à permanência e ao êxito. Logo, além de implementar um programa, é preciso acompanhá-lo, divulgá-lo, avaliá-lo e discutir sobre ele reflexivamente, dada a sua importância para a Educação Profissional e Tecnológica.","PeriodicalId":33260,"journal":{"name":"Revista Dialogo Educacional","volume":" ","pages":""},"PeriodicalIF":0.0000,"publicationDate":"2023-06-07","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":"0","resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":null,"PeriodicalName":"Revista Dialogo Educacional","FirstCategoryId":"1085","ListUrlMain":"https://doi.org/10.7213/1981-416x.23.077.ao01","RegionNum":0,"RegionCategory":null,"ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":null,"EPubDate":"","PubModel":"","JCR":"","JCRName":"","Score":null,"Total":0}
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Abstract
Este artigo aborda as concepções de estudantes monitores e docentes orientadores de um instituto federal, visando conhecer a monitoria pelos olhos daqueles que a vivenciam, ou, melhor, desvelar o que eles entendem sobre a monitoria, como são desenvolvidas as atividades, as motivações para participar, as contribuições oferecidas e as formas de divulgação do programa. Por meio de uma pesquisa qualitativa de natureza descritivo-explicativa, os dados foram coletados por meio de entrevista e analisados a partir da perspectiva da análise de conteúdo. Os dados evidenciam que a maioria dos participantes entende a monitoria como um instrumento de ajuda que beneficia alguns atores. Para muitos, essa ajuda significa “tirar dúvidas” dos demais estudantes. Compreendem ainda que o único objetivo do programa é prestar apoio ao aprendizado do estudante, não percebendo a monitoria como possibilidade de atividade extracurricular que colabore com a formação plena dos estudantes monitores. Conclui-se que, não basta aos atores saber da existência da monitoria, é preciso também conhecer os benefícios, as possibilidades oferecidas, e entendê-la como um importante instrumento de apoio ao ensino, à aprendizagem, à permanência e ao êxito. Logo, além de implementar um programa, é preciso acompanhá-lo, divulgá-lo, avaliá-lo e discutir sobre ele reflexivamente, dada a sua importância para a Educação Profissional e Tecnológica.