Larissa Ten Caten Froehlich, Nathalie da Costa Nascimento, Vitória Hoerbe Beltrame, Anaelena Bragança de Moraes, D. Peruzzolo
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Abstract
Objetivo: Traçar o perfil do bebê prematuro e família atendido em um Programa de Seguimento de Prematuros de um hospital universitário no interior do Rio Grande do Sul. Método: Estudo quantitativo, longitudinal, de análise descritiva com 92 bebês realizado entre os anos de 2013 a 2015. Resultados: 54,3% nasceram de parto cesáreo, 58,7% eram meninas. 58,7% prematuros moderados a tardio. 43,5% possuíam baixo peso ao nascer e 40,2% muito baixo peso. Dos bebês recém nascidos de baixo peso 77,5% classificaram-se como prematuros moderados a tardios. Das famílias, 57,1% residem na cidade do hospital; 56,5% vivem em casa própria; 68,2% estavam em união estável. Quanto aos cuidados do bebê, 42,0% eram feitos pelo pai e mãe. As mães tiveram idade significativamente menor frente a idade dos pais. Houve maior número de pais com emprego formal, e as mães apresentaram maior grau de escolaridade. Conclusão: Existem diferentes perfis de bebês e familiares que devem ser considerados no planejamento/execução de políticas públicas que acolham as necessidades locais através da formação continuada de profissionais e no acolhimento, educação e informação dos pais quanto a seus direitos e responsabilidade, assegurados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).