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Abstract
A dinâmica existente no território sempre ocupou destaque em pesquisas geográficas e, mais precisamente, ambientais. Diferentes métodos e técnicas podem ser utilizados para a realização destes estudos e, entre eles, pode-se destacar a aplicação das técnicas do sensoriamento remoto com o uso de imagens de satélites orbitais. Logo, este estudo buscou, a partir da classificação supervisionada de imagens do satélite Landsat com o uso de áreas de treinamento, ou clusters de polígonos, analisar os dados obtidos através da relação entre as dimensões das áreas classificadas com o incremento de polígonos de amostragem. Foram realizadas experimentações com três classes para os anos de 1985 e de 2018, a saber, corpos d’água, áreas antropizadas e cobertura vegetal “original”. As simulações realizadas confirmaram a hipótese apresentada, ou seja, a de que haveria uma tendência de estabilização nos dados de acordo com o incremento de áreas de treinamento. Como recomendação para futuras classificações, sugere-se a adoção de, pelo menos, cinquenta polígonos amostrais por classe, que configurem, da melhor forma possível, a região a ser classificada uma vez que tais áreas de treinamento deverão abarcar todas as características relativas às classes a serem adotadas.