L. D. J. D. S. Silva, G. A. Meneghetti, J. O. C. Pinheiro, Alessandro Carvalho Alves dos Santos, R. D. L. Erazo, Caroline Bogo Rota
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Abstract
A bioeconomia constitui uma proposta de desenvolvimento que emergiu como solução de desenvolvimento sustentável para a região amazônica. O cooperativismo representa um excelente instrumento capaz de incluir as comunidades amazônicas como protagonista e atores essenciais nos debates e rumos definidos para a região. Como estratégias de debate sobre os desafios relacionados a bioeconomia e cooperativismo analisamos uma pesquisa desenvolvida em quatro comunidades que têm o extrativismo da castanha-do-pará como uma das atividades produtivas que compõem a renda dos extrativistas. O levantamento das informações utilizamos a pesquisa bibliográfica, o levantamento de campo orientado pela pesquisa exploratória e descritiva. Como resultado, fica evidente que a castanha-do-pará, um produto com alta demanda em âmbito local, nacional e internacional, não consegue promover a distribuição de renda nas comunidades, a superação da pobreza e bem-estar dos extrativistas. Fica evidente que a inclusão das comunidades amazônicas numa perspectiva de desenvolvimento bioeconômico precisa inserir a resolução de problemas históricos, sociais e também a valorização do conhecimento e da biodiversidade amazônica