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Abstract
Neste ensaio procuramos articular problemas próprios da política cósmica (coletiva) da cena e da performance frente a presença de sujeitos não hegemônicos nos discursos das artes vivas – os animais. Para isso, partimos da reflexão sobre o imprevisto durante a realização da videoperformance Carcaça (2020) na Praia XXXXX (XXXXXX, XX) para resgatar aspectos periféricos das relações humano-animais como a ausência de protocolos de relacionalidade e a maneira como tal ausência opera em condições de cooperação na constituição de uma obra artística. Neste sentido, nosso escrito procura dar ênfase às generalidades contra as quais as práticas artísticas se voltam e que constituem a maior parte das relações interespecíficas – as coexistências humano-animais selvagens. A ausência de protocolos de relacionalidade introduzem na prática artística e pedagógica da performance outros tempos e outras maneiras assimétricas de estar entre corpos, paisagens e acontecimentos imprevistos.