{"title":"“MÃE SOFRE, MINHA FILHA, VOCÊ VAI VER”: MATERNIDADE E SUBJETIVIDADE NO CONTO “XX + XY”, DE GIOVANA MADALOSSO","authors":"Ariane Avila Neto de Farias","doi":"10.30681/rln.v16i43.10821","DOIUrl":null,"url":null,"abstract":"O presente trabalho reflete sobre a construção da subjetividade do sujeito-mãe no conto “XX + XY”, de Giovana Madalosso (2016). Compreendemos que o texto apresenta uma mulher-mãe que sente o peso dos padrões impostos para o seu fazer materno, mas que, em sua ação, coloca em xeque noções acerca do instinto materno, sugerindo que o “tornar-se mãe” é um processo. A análise do texto contribui para a noção de que a mulher-mãe não deve mais ser compreendida pelas bases do patriarcado, mas, sim, em toda a sua pluralidade de experiências. O debate proposto é realizado com base nos apontamentos de teóricas como Adrienne Rich (1986), Nancy Chodorow (1978) e Elizabeth Badinter (1980).","PeriodicalId":40154,"journal":{"name":"Revista de Letras Norte@mentos","volume":"57 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.1000,"publicationDate":"2023-06-22","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":"0","resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":null,"PeriodicalName":"Revista de Letras Norte@mentos","FirstCategoryId":"1085","ListUrlMain":"https://doi.org/10.30681/rln.v16i43.10821","RegionNum":0,"RegionCategory":null,"ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":null,"EPubDate":"","PubModel":"","JCR":"0","JCRName":"LANGUAGE & LINGUISTICS","Score":null,"Total":0}
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Abstract
O presente trabalho reflete sobre a construção da subjetividade do sujeito-mãe no conto “XX + XY”, de Giovana Madalosso (2016). Compreendemos que o texto apresenta uma mulher-mãe que sente o peso dos padrões impostos para o seu fazer materno, mas que, em sua ação, coloca em xeque noções acerca do instinto materno, sugerindo que o “tornar-se mãe” é um processo. A análise do texto contribui para a noção de que a mulher-mãe não deve mais ser compreendida pelas bases do patriarcado, mas, sim, em toda a sua pluralidade de experiências. O debate proposto é realizado com base nos apontamentos de teóricas como Adrienne Rich (1986), Nancy Chodorow (1978) e Elizabeth Badinter (1980).