Roberto Rivelino Martins Ribeiro, A. D. Souza, Iasmini Magnes Turci Borges, K. Mattiello, J. A. Pavão
{"title":"ORÇAMENTO PARTICIPATIVO E A TEORIA DA CONTINGÊNCIA: UMA INVESTIGAÇÃO DO PROCESSO ORÇAMENTÁRIO MUNICIPAL NA REGIÃO METROPOLITANA DE MARINGÁ","authors":"Roberto Rivelino Martins Ribeiro, A. D. Souza, Iasmini Magnes Turci Borges, K. Mattiello, J. A. Pavão","doi":"10.48075/REVISTACSP.V19I5ANOS.27088","DOIUrl":null,"url":null,"abstract":"O presente estudo buscou averiguar a aproximação que os municípios da região metropolitana de Maringá têm ante ao modelo do orçamento participativo. Como fundamentos teóricos se fez uso do modelo introduzido em Porto Alegre em 1989, o qual é primeiro modelo de orçamento participativo adotado no Brasil. O estudo também se realizou sob a ótica da teoria contingencial como forma de observar o objeto de estudo a partir das contingências aos quais está sujeito. Em relação aos procedimentos metodológicos o estudo foi realizado de modo descritivo, de natureza aplicada, com abordagem qualitativa; os procedimentos técnicos foram utilizados na forma documental e o de levantamento; a coleta de dados se deu mediante a aplicação de um questionário com os profissionais responsáveis pelo orçamento de cada município participante. Obteve-se uma amostra de 13 dos 26 municípios que fazem parte da região metropolitana de Maringá - Paraná, cujo resultados demonstraram que apenas 2 municípios, Ângulo e Paiçandu, possuem aproximação de 25% em relação ao orçamento participativo. Desta forma, no geral pode-se verificar haver baixa participação popular no ciclo orçamentários dos municípios analisados.","PeriodicalId":321068,"journal":{"name":"Revista Ciências Sociais em Perspectiva","volume":"96 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0000,"publicationDate":"2021-05-15","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":"0","resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":null,"PeriodicalName":"Revista Ciências Sociais em Perspectiva","FirstCategoryId":"1085","ListUrlMain":"https://doi.org/10.48075/REVISTACSP.V19I5ANOS.27088","RegionNum":0,"RegionCategory":null,"ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":null,"EPubDate":"","PubModel":"","JCR":"","JCRName":"","Score":null,"Total":0}
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Abstract
O presente estudo buscou averiguar a aproximação que os municípios da região metropolitana de Maringá têm ante ao modelo do orçamento participativo. Como fundamentos teóricos se fez uso do modelo introduzido em Porto Alegre em 1989, o qual é primeiro modelo de orçamento participativo adotado no Brasil. O estudo também se realizou sob a ótica da teoria contingencial como forma de observar o objeto de estudo a partir das contingências aos quais está sujeito. Em relação aos procedimentos metodológicos o estudo foi realizado de modo descritivo, de natureza aplicada, com abordagem qualitativa; os procedimentos técnicos foram utilizados na forma documental e o de levantamento; a coleta de dados se deu mediante a aplicação de um questionário com os profissionais responsáveis pelo orçamento de cada município participante. Obteve-se uma amostra de 13 dos 26 municípios que fazem parte da região metropolitana de Maringá - Paraná, cujo resultados demonstraram que apenas 2 municípios, Ângulo e Paiçandu, possuem aproximação de 25% em relação ao orçamento participativo. Desta forma, no geral pode-se verificar haver baixa participação popular no ciclo orçamentários dos municípios analisados.