Gustavo Segatto Borges, Dallety Haloma Alves Miler de Oliveira, David Moraes de Oliveira, Douglas Gonçalves Felisbino, Gabriel De Oliveira Rocha, Bruno Humberto Rezende de Carvalho, Manoel Eduardo Rozalino Santos
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Abstract
A adubação foliar com macro e micro minerais para o estabelecimento de gramíneas forrageiras pode ser uma alternativa menos onerosa ao produtor, contudo os possíveis benefícios dessa técnica de maneja ainda precisam ser melhor estudados. O objetivo deste trabalho foi avaliar as respostas fisiológicas, produtivas, estruturais de gramíneas do gênero, em função da aplicação ou não de adubo foliar durante o estabelecimento das plantas. Quatro experimentos foram conduzidos separadamente e concomitantemente, para avaliar, as seguintes gramíneas forrageiras: Urochloa brizantha cv. Marandu e os capins Mulato II, Mavuno e Ipyporã, híbridos de Urochloa. Os experimentos foram conduzidos de novembro de 2018 a março de 2019, em delineamento inteiramente casualizado, com quatro repetições. A área experimental de cada experimento consistiu de quatro parcelas com 12,25 m², onde metade da área das parcelas recebeu o adubo foliar (FH PASTAGEM FOLIAR, com 14% de N; 12% de P; 12% de K; 0,38 % de Mg; 10,2% de S; 0,24% de Cu; 0,18% de Mn e 0,63% de Zn) e a outra metade, não. O fertilizante foliar (2 kg ha-1) foi diluído em água e aplicado com pulverizador manual aos 42 dias após a emergência das plantas. Foram avaliadas as variáveis respostas: índice spad, índice de área foliar, interceptação de luz pelo dossel, produção de forragem e densidade de raiz. Em todos os experimentos, a aplicação do adubo foliar durante o estabelecimento dos capins Marandu, Mulato II, Mavuno e Ipyporã não influenciou os índices spad e de área foliar, a produção de forragem e a densidade de raiz.