{"title":"A FUNDAMENTAÇÃO DE SCHOPENHAUER DA PSICOLOGIA EMPÍRICA E CIENTÍFICA","authors":"Guilherme Marconi Germer","doi":"10.55028/eleu.v7i13.15479","DOIUrl":null,"url":null,"abstract":"Propomos neste artigo investigar a fundamentação de Schopenhauer da ciência empírica da psicologia. Portanto, abordaremos o princípio de razão suficiente, exposto em Quadrúplice (1813), concentrando-nos em sua quarta raiz, a lei de motivação, em que se assenta a psicologia. Em seguida, examinaremos sua defesa, exposta entre os §10-15 d’O Mundo (1818), de que a perfeição formal científica não repousa na exatidão de suas proposições, mas na facilitação do saber promovida pelo sistema, que desce do universal ao particular. Finalmente, investigaremos sua definição de psicologia, apresentada no §15 d’O Mundo – Tomo II (1844) e complementada no §21 de Parerga e Paralipomena – Tomo II (1851), como uma ciência empírica e universal dos fenômenos humanos, fundada na lei de motivação e voltada não só à interpretação das “singularidades e expressões intelectuais e morais da espécie humana, como também da diversidade das individualidades”.","PeriodicalId":274136,"journal":{"name":"Eleuthería - Revista do Curso de Filosofia da UFMS","volume":"15 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0000,"publicationDate":"2022-09-30","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":"0","resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":null,"PeriodicalName":"Eleuthería - Revista do Curso de Filosofia da UFMS","FirstCategoryId":"1085","ListUrlMain":"https://doi.org/10.55028/eleu.v7i13.15479","RegionNum":0,"RegionCategory":null,"ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":null,"EPubDate":"","PubModel":"","JCR":"","JCRName":"","Score":null,"Total":0}
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Abstract
Propomos neste artigo investigar a fundamentação de Schopenhauer da ciência empírica da psicologia. Portanto, abordaremos o princípio de razão suficiente, exposto em Quadrúplice (1813), concentrando-nos em sua quarta raiz, a lei de motivação, em que se assenta a psicologia. Em seguida, examinaremos sua defesa, exposta entre os §10-15 d’O Mundo (1818), de que a perfeição formal científica não repousa na exatidão de suas proposições, mas na facilitação do saber promovida pelo sistema, que desce do universal ao particular. Finalmente, investigaremos sua definição de psicologia, apresentada no §15 d’O Mundo – Tomo II (1844) e complementada no §21 de Parerga e Paralipomena – Tomo II (1851), como uma ciência empírica e universal dos fenômenos humanos, fundada na lei de motivação e voltada não só à interpretação das “singularidades e expressões intelectuais e morais da espécie humana, como também da diversidade das individualidades”.