{"title":"Thomas More, a Reforma e a Tradução da Bíblia para o Inglês","authors":"M. L. Torres","doi":"10.25194/2317-0573.2017v13n1.e1611","DOIUrl":null,"url":null,"abstract":"O espaço anteriormente cedido ao latim como veículo sagrado para a Palavra de Deus acabou revogado e, por conta disso, logo surgiram e proliferaram as traduções da Bíblia para o inglês, que não era considerada uma língua de cultura naquela época. Desde as primeiras tentativas na década de 1520 até a consumação da famosa e incomparável King James Version, travou-se uma verdadeira batalha entre os intelectuais quanto às regras tradutórias que um texto de qualidade deveria seguir. Submeteu-se a própria língua inglesa ao escrutínio dos mais escrupulosos, que precisaram ser convencidos de que ela era, de fato, suficientemente comunicativa para carregar o peso da Palavra de Deus. Neste sentido, no presente trablho aborda-se de uma das marcas registradas da Reforma: a tradução da Bíblia para as línguas vernáculas. ","PeriodicalId":286329,"journal":{"name":"PRÁXIS TEOLÓGICA","volume":"114 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0000,"publicationDate":"2017-10-20","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":"0","resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":null,"PeriodicalName":"PRÁXIS TEOLÓGICA","FirstCategoryId":"1085","ListUrlMain":"https://doi.org/10.25194/2317-0573.2017v13n1.e1611","RegionNum":0,"RegionCategory":null,"ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":null,"EPubDate":"","PubModel":"","JCR":"","JCRName":"","Score":null,"Total":0}
引用次数: 0
Abstract
O espaço anteriormente cedido ao latim como veículo sagrado para a Palavra de Deus acabou revogado e, por conta disso, logo surgiram e proliferaram as traduções da Bíblia para o inglês, que não era considerada uma língua de cultura naquela época. Desde as primeiras tentativas na década de 1520 até a consumação da famosa e incomparável King James Version, travou-se uma verdadeira batalha entre os intelectuais quanto às regras tradutórias que um texto de qualidade deveria seguir. Submeteu-se a própria língua inglesa ao escrutínio dos mais escrupulosos, que precisaram ser convencidos de que ela era, de fato, suficientemente comunicativa para carregar o peso da Palavra de Deus. Neste sentido, no presente trablho aborda-se de uma das marcas registradas da Reforma: a tradução da Bíblia para as línguas vernáculas.