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Este texto pretende compreender por meio da bibliografia consultada, os diferentes tipos e ambientes de aprendizagens do inglês em Angola. A hipervalorização do inglês ante o apartheid linguístico em relação as línguas autóctones busca espaços inusitados como bares, mercados e supermercados, palcos de música e dança, entre outras, para a concretização do imperialismo linguístico por meio da aprendizagem da língua hipercentral. A Universidade valoriza o Abstract, que pensamos não fazer sentido mesmo na lógica da Declaração Universal dos Direitos Linguísticos (DUDL) e na Ecologia da Língua.Palavras-chaves: Abstract. Apartheid linguístico. Inglês. Línguas autóctones.