{"title":"抵抗针对妇女的心理暴力:“非凡女性——斗争与克服的碎片”摄影展的经历报告","authors":"Jéssica Aparecida Chaviuk Francisco, Cíntia Souza Batista Tortato","doi":"10.22533/AT.ED.92019260427","DOIUrl":null,"url":null,"abstract":"O Seguinte relato de experiência discorre a Exposição Fotográfica conceitual “Mulheres Extraordinárias fragmentos de luta e superação” que ilustra a violência psicológica contra a mulher, cuja exposição fora inaugurada no Instituto Federal do Paraná – Campus Paranaguá no mês de março de 2018, e tem por objetivo descrever os procedimentos, resultados da intervenção e suas limitações. A exposição fez parte do Núcleo de Estudos em Antropologia, Literatura, Museologia e Arte (ALMA), como um desdobramento do projeto de iniciação científica: “Cicatrizes Invisíveis: uma etnografia da violência psicológica contra a mulher (cis e trans) no município de Paranaguá-PR”. A proposta de trazer uma intervenção artística como um segmento da pesquisa de iniciação científica faz-se como posicionamento político, uma vez que as fotografias foram estrategicamente articuladas como uma ferramenta que transmitisse de maneira acessível e sensível a mensagem para toda a comunidade que teve/poderá ter acesso a ela, independente do grau de escolarização, faixa etária ou contexto social em que a mesma está inserida. Nesse ensaio fotográfico, as “cicatrizes invisíveis” expressadas através dos olhares, dos gestos e do corpo, contam a história da mulher que vive, ou carrega dentro de si, marcas dessa violência por vezes negligenciada e silenciada.","PeriodicalId":126003,"journal":{"name":"A Produção do Conhecimento nas Ciências Sociais Aplicadas","volume":"5 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0000,"publicationDate":"2019-04-29","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":"0","resultStr":"{\"title\":\"RESISTÊNCIA FRENTE À VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA CONTRA A MULHER: RELATO DA EXPERIÊNCIA COM A EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA “MULHERES EXTRAORDINÁRIAS - FRAGMENTOS DE LUTA E SUPERAÇÃO”\",\"authors\":\"Jéssica Aparecida Chaviuk Francisco, Cíntia Souza Batista Tortato\",\"doi\":\"10.22533/AT.ED.92019260427\",\"DOIUrl\":null,\"url\":null,\"abstract\":\"O Seguinte relato de experiência discorre a Exposição Fotográfica conceitual “Mulheres Extraordinárias fragmentos de luta e superação” que ilustra a violência psicológica contra a mulher, cuja exposição fora inaugurada no Instituto Federal do Paraná – Campus Paranaguá no mês de março de 2018, e tem por objetivo descrever os procedimentos, resultados da intervenção e suas limitações. A exposição fez parte do Núcleo de Estudos em Antropologia, Literatura, Museologia e Arte (ALMA), como um desdobramento do projeto de iniciação científica: “Cicatrizes Invisíveis: uma etnografia da violência psicológica contra a mulher (cis e trans) no município de Paranaguá-PR”. A proposta de trazer uma intervenção artística como um segmento da pesquisa de iniciação científica faz-se como posicionamento político, uma vez que as fotografias foram estrategicamente articuladas como uma ferramenta que transmitisse de maneira acessível e sensível a mensagem para toda a comunidade que teve/poderá ter acesso a ela, independente do grau de escolarização, faixa etária ou contexto social em que a mesma está inserida. Nesse ensaio fotográfico, as “cicatrizes invisíveis” expressadas através dos olhares, dos gestos e do corpo, contam a história da mulher que vive, ou carrega dentro de si, marcas dessa violência por vezes negligenciada e silenciada.\",\"PeriodicalId\":126003,\"journal\":{\"name\":\"A Produção do Conhecimento nas Ciências Sociais Aplicadas\",\"volume\":\"5 1\",\"pages\":\"0\"},\"PeriodicalIF\":0.0000,\"publicationDate\":\"2019-04-29\",\"publicationTypes\":\"Journal Article\",\"fieldsOfStudy\":null,\"isOpenAccess\":false,\"openAccessPdf\":\"\",\"citationCount\":\"0\",\"resultStr\":null,\"platform\":\"Semanticscholar\",\"paperid\":null,\"PeriodicalName\":\"A Produção do Conhecimento nas Ciências Sociais Aplicadas\",\"FirstCategoryId\":\"1085\",\"ListUrlMain\":\"https://doi.org/10.22533/AT.ED.92019260427\",\"RegionNum\":0,\"RegionCategory\":null,\"ArticlePicture\":[],\"TitleCN\":null,\"AbstractTextCN\":null,\"PMCID\":null,\"EPubDate\":\"\",\"PubModel\":\"\",\"JCR\":\"\",\"JCRName\":\"\",\"Score\":null,\"Total\":0}","platform":"Semanticscholar","paperid":null,"PeriodicalName":"A Produção do Conhecimento nas Ciências Sociais Aplicadas","FirstCategoryId":"1085","ListUrlMain":"https://doi.org/10.22533/AT.ED.92019260427","RegionNum":0,"RegionCategory":null,"ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":null,"EPubDate":"","PubModel":"","JCR":"","JCRName":"","Score":null,"Total":0}
RESISTÊNCIA FRENTE À VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA CONTRA A MULHER: RELATO DA EXPERIÊNCIA COM A EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA “MULHERES EXTRAORDINÁRIAS - FRAGMENTOS DE LUTA E SUPERAÇÃO”
O Seguinte relato de experiência discorre a Exposição Fotográfica conceitual “Mulheres Extraordinárias fragmentos de luta e superação” que ilustra a violência psicológica contra a mulher, cuja exposição fora inaugurada no Instituto Federal do Paraná – Campus Paranaguá no mês de março de 2018, e tem por objetivo descrever os procedimentos, resultados da intervenção e suas limitações. A exposição fez parte do Núcleo de Estudos em Antropologia, Literatura, Museologia e Arte (ALMA), como um desdobramento do projeto de iniciação científica: “Cicatrizes Invisíveis: uma etnografia da violência psicológica contra a mulher (cis e trans) no município de Paranaguá-PR”. A proposta de trazer uma intervenção artística como um segmento da pesquisa de iniciação científica faz-se como posicionamento político, uma vez que as fotografias foram estrategicamente articuladas como uma ferramenta que transmitisse de maneira acessível e sensível a mensagem para toda a comunidade que teve/poderá ter acesso a ela, independente do grau de escolarização, faixa etária ou contexto social em que a mesma está inserida. Nesse ensaio fotográfico, as “cicatrizes invisíveis” expressadas através dos olhares, dos gestos e do corpo, contam a história da mulher que vive, ou carrega dentro de si, marcas dessa violência por vezes negligenciada e silenciada.