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Marcos políticos da educação zapatista: educação relações de gênero e diversidade sexual
Desde a perspectiva de/s/colonial no interior do sistema educacional brasileiro, seja diretamente escolar, universitário ou não-formal, é inspirador pensar como construir um olhar desde a educação autônoma zapatista para construir uma perspectiva mais ampla de educação e de escola, produzindo fendas na ideia de interculturalidade. Trata-se de um estudo aprofundado sobre a dimensão, na educação zapatista, da diferença posta nas dissidências sexuais e de gênero, organizado como uma pesquisa narrativa numa perspectiva plural, que engloba a narrativa do próprio pesquisador sobre a vivência nas escolas zapatistas, as narrativas de atrizes e atores do processo educativo.É proposto um diálogo cuirzapatista, no sentido de pensar as reflexões de dois mundos que se propõem em favor das diferenças (aqui especificamente realizando o recorte de dissidências sexuais e de gênero, interseccionalizado com raça, classe e outros marcadores de diferença, mas enfocando as dissidências propriamente ditas). Ainda que o queer seja também atravessado pelo mercado, o zapatismo também o é e é desnecessário dizer o quanto uma política global tem sido promotora de capturas das subjetividades, mas meu intuito é propor um diálogo entre estes dois mundos, de proposições que possam dialogar, num mundo donde quepan muchos mundos.