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De onde o movimento recebe impulso? Seja numa performance ou intervenção ou no discurso, de onde vem sua motivação? E mesmo: quanto movimento há no movimento? Essas e outras questões são mobilizadas no ensaio que segue em circunstâncias de sua aparente privação ou impossibilidade: os silêncios do discurso, a imobilidade das pedras ou os desafios da morte.