{"title":"Desenhar com uma câmera? Filme etnográfico e antropologia transformadora","authors":"Anna Grimshaw, Amanda Ravetz","doi":"10.11606/ISSN.2525-3123.GIS.2021.178546","DOIUrl":null,"url":null,"abstract":"O desenho tem emergido como um foco recente de atenção antropológica. Escritores como Ingold e Taussig defenderam sua importância como um tipo especial de prática de conhecimento, ligando-o a uma reimaginação mais ampla do próprio projeto antropológico. Em respaldo a sua abordagem, está uma oposição entre o lápis e a câmera, entre “fazer” e “tirar”, entre modos de inquirição restritiva e produtiva. Este artigo desafia tal suposição, argumentando que tais elementos no desenho e na realização de filmes existem em uma relação dialética, em vez de polarizada. Destacam-se insights particulares desdobrados de um diálogo entre antropologias escritas e baseadas em filmes, relacionando-os a debates amplos no interior da disciplina – por exemplo, debates sobre modos de conhecer, sobre a prática qualificada [skilled practice], a improvisação e a imaginação, e a antropologia como um tipo de prática de fazer imagens.\nTradução do texto \"Drawing with a camera? Ethnographic film and transformative anthropology\", de Anna Grimshaw e Amanda Ravetz, feita por Tatiana Lotierzo e Luís Felipe Kojima Hirano.","PeriodicalId":340634,"journal":{"name":"GIS - Gesto, Imagem e Som - Revista de Antropologia","volume":"35 1","pages":"0"},"PeriodicalIF":0.0000,"publicationDate":"2021-01-21","publicationTypes":"Journal Article","fieldsOfStudy":null,"isOpenAccess":false,"openAccessPdf":"","citationCount":"1","resultStr":null,"platform":"Semanticscholar","paperid":null,"PeriodicalName":"GIS - Gesto, Imagem e Som - Revista de Antropologia","FirstCategoryId":"1085","ListUrlMain":"https://doi.org/10.11606/ISSN.2525-3123.GIS.2021.178546","RegionNum":0,"RegionCategory":null,"ArticlePicture":[],"TitleCN":null,"AbstractTextCN":null,"PMCID":null,"EPubDate":"","PubModel":"","JCR":"","JCRName":"","Score":null,"Total":0}
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Abstract
O desenho tem emergido como um foco recente de atenção antropológica. Escritores como Ingold e Taussig defenderam sua importância como um tipo especial de prática de conhecimento, ligando-o a uma reimaginação mais ampla do próprio projeto antropológico. Em respaldo a sua abordagem, está uma oposição entre o lápis e a câmera, entre “fazer” e “tirar”, entre modos de inquirição restritiva e produtiva. Este artigo desafia tal suposição, argumentando que tais elementos no desenho e na realização de filmes existem em uma relação dialética, em vez de polarizada. Destacam-se insights particulares desdobrados de um diálogo entre antropologias escritas e baseadas em filmes, relacionando-os a debates amplos no interior da disciplina – por exemplo, debates sobre modos de conhecer, sobre a prática qualificada [skilled practice], a improvisação e a imaginação, e a antropologia como um tipo de prática de fazer imagens.
Tradução do texto "Drawing with a camera? Ethnographic film and transformative anthropology", de Anna Grimshaw e Amanda Ravetz, feita por Tatiana Lotierzo e Luís Felipe Kojima Hirano.
绘画已经成为最近人类学关注的焦点。英戈尔德和陶西格等作家为它作为一种特殊类型的知识实践的重要性进行了辩护,并将其与人类学项目本身的更广泛的重新想象联系起来。支持他的方法的是铅笔和相机之间的对立,“做”和“取”之间的对立,限制性和富有成效的探究模式之间的对立。本文对这种假设提出了挑战,认为绘画和电影制作中的这些元素存在于一种辩证的关系中,而不是两极分化的关系中。stand带来特殊的书面antropologias之间展开对话,根据有关的电影,他们在讨论广泛的学科—例如,内部讨论模式的认识,对实践有资格(skilled实践)和想象力的即兴创作,和人类学作为一种实用的图像。“用相机绘画?”《民族志电影与变形虫人类学》,安娜·格里姆shaw和Amanda Ravetz, Tatiana Lotierzo和luis Felipe Kojima Hirano。